– Análise da Arbitragem de São Paulo 3×0 Red Bull Bragantino.

Nesta tarde de domingo, uma arbitragem boa (sem o árbitro de vídeo atrapalhar a partida) na vitória do Tricolor contra o Massa Bruta. Vamos à ela:

No começo da partida, o jovem árbitro Paulo Zanovelli estava nervoso e cometeu alguns erros técnicos e disciplinares. Durante o jogo foi se acertando e melhorou bastante no segundo tempo.

Com boas qualidades no posicionamento em campo, pecou no final do primeiro tempo ao permitir faltas mais viris e não aplicar o Cartão Amarelo. Mas com o placar mais dilatado na segunda etapa, e os atletas ajudando, desempenhou um bom trabalho.

Mostrou ser um árbitro que, se bem preparado, tem grande potencial. Especialmente pela leitura de jogo e aplicação de vantagens.

O bandeira 1, Guilherme Dias Camilo, quase não trabalhou (só demorou para marcar um impedimento no final do jogo). O bandeira 2, Felipe Alan Costa, começou vacilando e depois de acertou.

  • Destaque positivo: o VAR não apareceu!

Curiosidade: o primeiro tempo, em faltas cometidas, virou 11 x 5. No segundo tempo, 8 x 6 (Total: SPFC 19×11 RBB).

Abaixo, algumas anotações pertinentes da arbitragem:

4m: Carelli domina com o braço (não foi ombro, foi no antebraço) e o árbitro bobeia e não marca. Diante das reclamações, justifica que foi lance legal, batendo no peito. Errou.

8m: Bandeira 2 Felipe Alan marca um impedimento que não precisava, a bola sobrou para o goleiro do Red Bull Bragantino. Precipitação do jovem assistente, poderia ter deixado seguir o lance na vantagem.

9m: Um ataque importante do SPFC, onde há uma falta e o árbitro faz uma boa leitura e aplica vantagem. Ótimo!

16m: Igor Vinícius mata um contra-ataque do Red Bull Bragantino. Poderia dar Cartão Amarelo, mas optou pela advertência verbal. Discordo do árbitro disciplinarmente nesse lance.

30m: Correto Cartão Amarelo ao Miranda, em falta contra Artur. No lance, o árbitro teve boa leitura de jogo e aplicou a vantagem. Depois, deu o Amarelo pela ação temerária.

35m: Lucas Evangelista atropela Patrick, deveria ter recebido Cartão Amarelo. Fica claro que o árbitro permite jogadas mais viris, sem advertência. É um estilo.

38m: Jogo paralisado, o árbitro está permitindo jogadas mais ríspidas, e os jogadores começaram a reclamar mais. A questão é: não se pode ficar apenas com a advertência verbal com a sequência de faltas cometidas a partida da metade do 1º tempo.

61m: No 3º gol do SPFC, novamente o árbitro deu a vantagem na falta cometida por Kevin e saiu o gol. Neste momento, a partida estava fácil para ele e se comportou muito bem.

86m: No gol anulado de Eder, o bandeira 2 deveria ter levado a bandeira quando há o domínio. Errado esperar sair o gol, definiu-se antes o impedimento, sem ajuda do VAR.

Imagem extraída de: https://esportes.estadao.com.br/blogs/bate-pronto/sao-paulo-x-red-bull-bragantino-onde-assistir-e-horario/

– A esnobada de Vitor Pereira e a contemporizada de Claus no Corinthians 0x1 Palmeiras.

No modorrento Derby de sábado à noite, dois lances extra-jogo que precisam ser discutidos:

1. Vimos mais um “sincericídio com tom de arrogância” do treinador Vítor Pereira, como aquele de “sonhar em treinar o Liverpool”, somado à desnecessidade do tom da sua fala. Claro, a referência é à resposta de que “tem muito dinheiro e não precisa do cargo atual de técnico do Timão”, quando perguntado se temia demissão. Mas mentira, cá entre nós, não foi dita… (insisto: resposta evitável, especialmente pelo momento ruim e de contestação de seu trabalho).

2. Roger Guedes junto à cabine do VAR: Raphael Claus ficou dividindo espaço com o atacante corintiano ao analisar o lance de seu Cartão Amarelo. Não pode… a regra prevê a advertência caso algum atleta se coloque exatamente naquele lugar. Se os árbitros deixarem que isso comece a ser frequente não aplicando o Cartão, teremos problemas e virará um inferno. Analisar o lance com os atletas junto ao monitor virará “várzea”, e se já está difícil para o árbitro apitar o jogo (por culpa dele também), com esse procedimento será pior, caso se torne “aceitável”.

Por quê Claus não amarelou o atleta ali? Justamente porque ele teria que ser expulso… afinal, tomou Amarelo pela infração, e seria o seu segundo.

Imagem: print de tela da TV.

– O gol anulado de Estudiantes 0x1 Atlético Paranaense.

Que lance chato na Argentina ontem, não? Afinal, Morel estava em impedimento ativo ou passivo?

São 3 situações a serem observadas para entrar em jogo ativo: tocar a bola, tirar proveito da sua posição ou atrapalhar um adversário, didaticamente falando.

Morel está em posição de impedimento passivo quando a bola é chutada por Lollo. Ele não a toca (portanto, não se tornou ativo). Também não há um rebote, um novo lance ou algo que o valha, pois foi um chute direto ao gol (continua em impedimento passivo). Entretanto, está bem próximo ao goleiro, mas não faz nenhum defensor mudar sua conduta ou posição para puxar a marcação (por esse motivo – o de trazer um marcador – não o tornou ativo).

A pergunta a ser feita é: ele atrapalhou o goleiro?

Nos anos 80, CERTAMENTE esse gol seria anulado. Nos anos 2000, TALVEZ esse gol seria anulado. Hoje, PODERIA ser anulado, dependendo da interpretação do árbitro, mas a tendência seria de que confirmar o tento..

Particularmente, eu entendo que Morel não atrapalhou o goleiro Bento (a não ser que apareça uma imagem mais clara que mostre isso), e, portanto, eu validaria o gol de Lollo. Mas se por algum instante o goleiro não conseguiu ver o chute por conta da visão obstruída, aí a anulação foi correta.

Lance difícil!

Confira como foi a transmissão da Jovem Pan do jogo entre Estudiantes e  Athletico-PR | Jovem Pan

Imagem extraída de: https://jovempan.com.br/esportes/futebol/estudiantes-x-athletico-pr-assista-a-transmissao-da-jovem-pan-ao-vivo.html

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Paulo x Red Bull Bragantino, Rodada 22 do Brasileirão da Série A.

Para o confronto entre o Massa Bruta e o Tricolor do Morumbi a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva – MG
Bandeira 1: Guilherme Dias Camilo – MG / FIFA
Bandeira 2: Felipe Alan Costa de Oliveira – MG
4º árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos – SP
Analista de Campo: Antonio Rogério Batista do Prado – SP
VAR: Vinícius Furlan – SP
AVAR: Fabrício Porfírio de Moura – SP
Observador de VAR: Giuliano Bozzano – MG

Paulo tem 32 anos, é de Juiz de Fora – MG, e está há pouco tempo no quadro de árbitros da CBF. É uma das apostas da CBF para renovação no quadro, especialmente em MG, onde não temos mais nomes tão importantes. Será somente seu quarto jogo no Brasileirão da Série A em 2022.

Em jogos do Red Bull Bragantino, atuou apenas em uma partida, como 4º árbitro no ano passado na vitória contra o Internacional, na última rodada do Brasileirão. Em jogos do SPFC, teve a oportunidade de apitar no Morumbi o empate contra o Ceará em 1×1, também em 2021.

O assistente 1 Guilherme Dias Camilo é bem experiente, está escalado para dar suporte ao jovem árbitro. Na mesma situação está o assistente 2, Felipe Alan Costa de Oliveira: buscando seu espaço, já que é tão jovem quanto o árbitro.

É importante lembrar: dos poucos confrontos do árbitro na serie A, o mais equilibrado e difícil para ele, sem dúvida, será o deste domingo.

Acompanhe conosco o jogo do São Paulo FC X Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, comentários de Sílvio Loredo, reportagens de Pietro Loredo e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 14/08, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A pressão de quem gastou muito e nada levou no futebol.

Muita pressão é observada no futebol brasileiro, nascida principalmente pelos dirigentes de clubes e que encontra ressonância entre torcedores, imprensa e outros setores. 

E por quê isso acontece?

De todos os fatores possíveis para discussão, talvez o mais óbvio: a questão financeira!

Vide:

1- O Corinthians tem uma folha salarial altíssima, com muitos atletas que ganham rendimentos milionários. E estando com “a conta no banco no vermelho”, é natural que o presidente do time Duílio Monteiro ou o diretor de futebol não assumam suas falhas na condução do clube. Não conquistar títulos gera busca de culpados. Até Vitor Pereira passou a ser criticado.

2- O Atlético Mineiro deve 1 bilhão de reais, mas há um mecenas que banca contratações vultuosas para turbinar a equipe. E como o presidente Sérgio Coelho vai bater no peito e assumir a culpa de que o dinheiro investido não resultou em nada?

3- O Flamengo tem dois times de futebol, e ambos estão jogando bem. Vivo nas competições que disputa, a caríssima equipe existe pelos méritos administrativos dos tempos do pé-no-chão (que todo clube deveria imitar). Mas se for eliminado de ambas, não será Landim que assumirá alguma culpa, mas sim alguém será encontrado para ser o “vilão”.

4- O Palmeiras, igualmente ao Flamengo, gasta e arrecada muito, sendo bem gerido. Mas como justificar o alto salário do treinador e uma hipotética não conquista de títulos? Dona Leila já falou sobre investir e a CBF “não deixar seguir” nas competições.

A verdade é: só uma equipe levará o título (do Brasileirão, da Copa do Brasil ou da Libertadores), e todas as outras, pela nossa cultura, são consideradas perdedoras. Nesses momentos, nenhum cartola diz que errou, mas culpará calendário, arbitragem, elenco, tabela, gramado, etc..

Tudo isso resume-se a: dinheiro alto investido e sem retorno obtido. Justificar o prejuízo não é fácil.

Imagem extraída de: https://www.abcdoabc.com.br/brasil-mundo/noticia/voce-sabe-quais-sao-segredos-se-dar-bem-apostas-futebol-147447

– Quando o presidente do time vai se reunir com o chefe dos árbitros, o que acontece?

Leio que o presidente do Atlético Mineiro foi (de novo) à CBF para conversar com Wilson Luís Seneme, o chefe dos árbitros (a informação é do GloboEsporte, em: https://ge.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2022/08/10/presidente-do-atletico-mg-se-reune-com-comissao-de-arbitragem-em-nova-visita-a-cbf-desabafei.ghtml). Detalhe: horas antes do decisivo confronto pela Libertadores da América. Estratégico, lógico.

Na primeira tentativa, no mês passado, Seneme estava reunido com os presidentes de comissões de arbitragens estaduais, e apesar de Sérgio Coelho (o presidente do CAM) ter dito que foi reclamar com ele, não houve conversa.

Nas semanas seguinte, a convite da CBF, os presidentes queixosos se reuniram com Seneme e Edinaldo Rodrigues, onde as reclamações foram feitas em “coletivo”.

Agora, o encontro foi particular, e o atleticano disse que desabafou e estava aliviado, pois Seneme ouviu tudo o que ele tinha a dizer.

– O que acontecerá agora?

  • Primeiro: todos os clubes reclamam que são prejudicados (todos MESMO). Ora bolas, se alguém é prejudicado, o adversário é beneficiado. E se TODOS são beneficiados, em algum momento, TODOS são beneficiados. E isso é ruim, pois não devem existir erros de compensação. Um pênalti não marcado no 1º minuto de jogo é um erro diferente do que um pênalti não marcado ao 89º minuto. Igualmente um atleta expulso no começo do jogo e outro ao final. Enfim: erros não se compensam pura e simplesmente e NEM DEVEM existir.
  • Segundo: Nas próximas rodadas, teremos os melhores árbitros nos jogos do Atlético, pois Seneme estará “precavido” de que não terá uma nova visita do dirigente.
  • Terceiro: Se o árbitro não estiver emocionalmente preparado, irá pensando: “Se eu errar contra o Galo Mineiro, vão ‘me encher o pacová’. Em dúvida, é melhor marcar ‘pra eles’ pois a queixa é menor”.
  • Quarto: Muitas vezes, se escolhe um “bode expiatório”, um árbitro para o sacrifício. Vide Palmeiras x Corinthians pelo Paulistão, onde inventaram Matheus Candançan, de 23 anos, para apitar antes de estar pronto. Simplesmente… sumiu!
  • Quinto: Sérgio Coelho e Leila Pereira infernizam com as reclamações de erros contrários (mas se calam com os erros a favor). Sendo assim, esperta do jeito que é, a Conmebol escalou um cara “rodado”, de fora, para descer do avião, apitar o jogo e ir embora: Wilmar Roldán. E se tiver queixa, que se virem no Brasil.

Insisto: nenhum dirigente se reune para dizer que foi favorecido e isso não é correto. Todos só pensam no seu umbigo, e isso é mais uma prova de que montar uma Liga no Brasil é ilusão (ao menos, nos moldes da Europa).

Seneme era mais feliz no apito do que como cartola, sem sombra de dúvida… embora deva ser muito melhor remunerado agora do que antes (sem dúvida também).

Brasileiro teria pedido punição rigorosa a Messi | Placar - O futebol sem barreiras para você

Imagem extraída de: https://placar.abril.com.br/placar/brasileiro-teria-pedido-punicao-rigorosa-a-messi/, por Daniel Garcia/AFP.

– O mau momento da arbitragem brasileira na Libertadores da América (e em outros torneios internacionais).

Dias atrás, ouvi que “não temos tantos árbitros brasileiros na Libertadores pois temos muitos times disputando títulos”. 

Calma lá! É uma verdade parcial. Nos últimos tempos, como no Maracanã (estando em solo brasileiro), com dois brasileiros decidindo título (Palmeiras x Santos), a Conmebol precisava dar um caráter continental à competição (e tem sido assim em alguns jogos). Mas lembremo-nos de grandes clássicos brasileiros no torneio, onde brasileiros foram escalados normalmente e sem discussão (lembram de Corinthians x Palmeiras com Edilson Pereira de Carvalho, decidido nos pênaltis)?

A prova de que esse (o excesso de brasileiros) não é o grande problema, mas sim a qualidade técnica, é o seguinte número: de 1990 para cá (32 anos), tivemos apenas 3 arbitragens brasileiras em finais de Taça Libertadores da América. Ou seja, não foram 29 decisões com brasileiros versus estrangeiros na final (River x Boca, por exemplo, em 2018, tivemos no jogo de ida Roberto Tolbar-CHI e na volta Andrés Cunha-URU). Considere ainda o desastre pior: dessas 29 partidas, apenas 3 foram em formato de jogo único (ou seja, nas outras 26 edições, foram 52 jogos). Desconsiderando as que envolveram brasileiros, ainda assim o número é altíssimo.

Os últimos árbitros brasileiros escalados: José Roberto Wright em 1991 (Colo Colo-CHI vs Olímpia-PAR), Márcio Rezende de Freitas em 2001 (Cruz Azul-MEX vs Boca Jrs-ARG, com erros relevantes de arbitragem a favor dos argentinos da Conmebol e contrários aos mexicanos da Concacaf) e Sandro Meira Ricci em 2014 (San Lorenzo-ARG vs Nacional-URU).

E não devemos nos restringir a apenas isso: Na Copa dos Campeões Europa-América do Sul, organizada conjuntamente pela UEFA e Conmebol (chamada de “Finalíssima”), disputada por Itália vs Argentina em Wembley, onde o estádio era europeu e o árbitro sul-americano (olha a chance de um brasileiro ser escalado), apitou a final o chileno Piero Maza. Nem aí conseguimos aparecer!

Nos anos dourados (ou politicamente fortes) da arbitragem brasileira, tivemos Arnaldo e Romualdo apitando as decisões de Copas do Mundo de 1982 e 1986. Depois disso, Elizondo e Pitana da Argentina reinaram (abrindo e fechando o Mundial).

E na Copa do Mundo de Clubes da FIFA? Nas 18 edições (não tivemos brasileiros jogando a final em 18 delas…) apenas Sandro Meira Ricci teve a honra de representar o país numa final, em 2013, no Bayern x Raja Casablanca.

A questão é: a coisa lamentavelmente tá feia… o descrédito é grande!

O que fazer? Talvez repensar os conceitos e “cair na realidade”. Por exemplo: dizer a Anderson Daronco que não temos a melhor arbitragem do mundo, como ele disse que tínhamos na Rede Globo.

Imagem extraída de: http://blogalemdoapito.blogspot.com/2019/09/

– Árbitros de Flamengo x Corinthians e Palmeiras x Atlético pela Libertadores.

1. O uruguaio Esteban Ostojich Daniel Vegah, 40 anos de idade e há 6 temporadas na FIFA, apitará Flamengo x Corinthians pelo jogo de volta da Libertadores da América. Para refrescar a memória, Ostojich apitou a final da Copa América entre Brasil x Argentina em 2021, foi o árbitro da semifinal da Libertadores entre Palmeiras x River Plate, e atuou na final entre Bayern x Tigres pelo Mundial de Clubes da FIFA.

Esteban tem ótimo condicionamento físico, é muito bom disciplinarmente e tem desemprenho técnico razoável (digo isso pois vejo alguns erros evitáveis e muito suporte do VAR em seus jogos – menos do que temos no Brasileirão e mais do que é comum na Europa).

2. O colombiano Wilmar Roldan, experientíssimo (mas irregular) apitará Palmeiras x Atlético Mineiro. Lembro-me que em janeiro ele foi péssimo no Equador 1×1 Brasil (relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/01/28/as-6-situacoes-discutiveis-da-arbitragem-de-wilmar-roldan-em-equador-1×1-brasil/). Mas em Agosto do ano passado, pela Libertadores, foi muito bem em Palmeiras x São Paulo. Entretanto… seu histórico não é lá essas coisas.

Para relembrar: Tigre x Palmeiras, em 2020: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/05/os-dois-erros-de-arbitragem-nos-jogos-do-palmeiras-e-flamengo-na-libertadores-se-tivessemos-o-var/

A minha dúvida: Roldan é rigoroso disciplinarmente, e sendo assim, como será o comportamento de Abel Ferreira frente ao juiz?

Aguardemos.

Conmebol adianta 60% da premiação da Libertadores e Sul-Americana | Agência  Brasil

Imagem: divulgação.

– O zagueiro ideal para árbitros brasileiros.

Não pude deixar de publicar… essa veio do Mauro Cezar Pereira, e é impossível discordar (leia o texto abaixo, sobre os pênaltis equivocados de mão na bola):

Mauro Cezar @maurocezar
Este é, agora, o zagueiro mais disputado do futebol brasileiro. Revelamos aqui uma imagem que mostra quem é esse reforço fundamental que deve ser disputado por todos os times do país.

– FENAF: É outra entidade, é paralela ou é substitutiva?

Estou lendo que houve uma assembleia extraordinária da ANAF (o sindicato nacional dos árbitros de futebol) neste último final de semana. E a entidade que passa por um momento de desavença com a CBF (que parou de enviar recursos a ela – segundo a ANAF, eram direitos de imagem, e segundo a CBF, eram ajudas de custo por indicar membro para o STJD, link aqui: https://www.apitonacional.com.br/noticias/CBF-corta-repasse-financeiro-da-ANAF-crise-gera-acusacoes-e-pode-terminar-em-greve-da-categoria.html), parece ter congregado um grande número de sindicalistas estaduais.

A ideia, pelo que vejo, é da criação de uma Federação Nacional dos Árbitros de Futebol. Mas seria uma outra entidade representativa, igual à ANAF, paralela à ela ou substitutiva?

Curioso. Sem dinheiro, como os sindicatos farão? Veja o SAFESP, instituição do estado mais rico do Brasil que está abandonado. Aliás, nas fotos publicadas nas Redes Sociais, vejo outrora adversários políticos (e alguns até mesmo com status de “inimigos”) se abraçando

O Futebol imita a Política no Brasil, não?

Blog do Gaciba » A “REGRA” DOS CARTÕES » Arquivo

Imagem extraída de: http://sportv.globo.com/platb/blog-do-gaciba/2011/10/25/a-regra-dos-cartoes-amarelos-e-vermelhos/