– O mico do VAR em Brasil 1×1 Suíça e um detalhe pertinente!

Eu defendo a tecnologia para ajudar a legitimar os resultados nas disputas esportivas, especialmente no futebol. Mas sempre ressalto: não adianta o VAR como a salvação dos erros de arbitragem, se o elemento humano que o opera não tem a competência adequada.

Escrevi sobre o menosprezo do árbitro italiano Rocchio em utilizar o vídeo no jogo Portugal 3×3 Espanha. Deu um pênalti inexistente aos portugueses e compensou com um lance faltoso a favor dos espanhóis, onde ambos resultaram em gols. Agora, vê-se a polêmica em Rostov, onde a Seleção Brasileira reclama do árbitro Mexicano César Ramos.

Vamos lá: no gol da Suíça, Miranda foi empurrado e o árbitro nada fez. Estaria com a visão encoberta? Talvez. O fato é que as imagens da equipe do VAR eram nítidas quanto à falta, e deveria-se chamar o juiz de campo. 

Quem era o “VAR ‘chefe’ da equipe”? O italiano Paolo Valeri (não consegui obter os nomes dos demais membros auxiliares / reservas da equipe de vídeo-árbitros do jogo).

Há outro lance, no qual Gabriel Jesus é agarrado e quando começa a ser desequilibrado,  na sequência força a queda para valorizar o pênalti. Eu, dentro do campo, não marcaria também. Com as imagens, deveria decidir se daria Cartão Amarelo por simulação ao atacante ou marcaria a penalidade. O certo é: aquele lance é interpretativo, o VAR não deveria chamar o árbitro central, mas sim o mexicano chamar o VAR, em caso de dúvida. Se ele não tinha tanta certeza do lance, não poderia esnobar o uso da imagem.

Meu pai, coincidentemente, está na Itália e assistiu ao jogo do Brasil com nossos primos em Pomézia, próximo a Roma. Segundo ele (que ama futebol como eu), lá na “Bota”, os jogadores, treinadores, torcedores, árbitros e clubes CRITICAM DEMAIS o VAR e usam a contragosto. No começo das experiências italianas, o tempo perdido para as decisões era muito grande, e depois foi diminuindo. E sabem quem é o “Rei da utilização do árbitro de vídeo”? O próprio Valeri, sendo um dos árbitros mais contestados e confusos da Itália, segundo nossos parentes aficcionados pelo calcio. Como a Seleção Italiana não está na Copa, um grande número de italianos está trabalhando na arbitragem do Mundial.

Por ironia, o responsável pela área do VAR na Copa da Rússia é outro italiano, bem conhecido nosso: Pierluigi Colina, o ex-árbitro de Brasil 2×0 Alemanha em 2002.

Para a cartolagem brasileira que há 3 anos promete que usará o VAR no Brasileirão e só enrola, o jogo de ontem foi um prato cheio para contestar a utilização por aqui (em que pese, claro, as falhas dos próprios jogadores brasileiros: destacando-se para mim a não-saída do gol de Alisson no tento suíço, o egoísmo de Neymar em não tocar a bola, a inoperância de Gabriel Jesus e as substituições de Tite, entre outros problemas demonstrados).

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0x2 Guarulhos e os problemas relatados na súmula!

Arbitragem muito ruim neste sábado no Estádio Jayme Cintra. Particularmente, me decepcionei com o que assisti, pois o árbitro apitou de uma maneira diferente do que sempre faz, frustrando minha expectativa.

Cléber Luís Paulino, que apitou a série A1 e também foi o juiz da final da Copa SP entre Corinthians x Batatais, foi bem tecnicamente. Entretanto, disciplinarmente e na questão postural foi péssimo!

Digo isso pois foi omisso quanto às diversas simulações e retardamentos de jogo da equipe do Guarulhos. Tal fato deixou o jogo nervoso, pois o árbitro, ao invés de coibir a cera com o cartão amarelo (é o que manda a regra) quis compensar com os 8 minutos de acréscimo (cera não se compensa com acréscimos, cera se coibi com o cartão – essa é a Regra do Jogo, embora muito árbitro dá esse “migué” de dizer que acrescentará, preferindo não dar cartões).

Na questão técnica, começou bem, estando atento e correndo bastante. Deu uma vantagem importante aos 7 minutos a favor do Paulista; entretanto, antes dela se concretizar (vantagem não é posse de bola necessariamente) há na sequência uma falta a favor do Guarulhos que não foi marcada também. Com o jogador guarulhense no chão, o árbitro parou o jogo no contra-ataque. No bola-ao-chão, a bola foi chutada para a linha de fundo do Paulista, virando de um ataque promissor um mero tiro de meta. Do mais, houve apenas uma certa dificuldade no entendimento de “trancos mais viris”, por conta dos jogadores usarem muito o corpo. Acertou na maior parte ao não marcar faltas, mas uma ou outra jogada (interpretativa) acabou passando. Ainda tecnicamente falando, acertou aos 31m, quando Zunquinha (PFC) chutou a bola para o gol, ela desviou no braço de Guilherme (GUA), e o árbitro corretamente não marcou o pênalti.

Na questão disciplinar, a tarde foi muito infeliz para o juizão. Mendes, o garoto camisa 11 do Guarulhos, caiu ao todo 5 vezes pedindo atendimento médico e/ou simulando ter sido agredido. Nitidamente, em todas foi para retardar o jogo e incrivelmente não teve a atenção chamada (ser cinco vezes o mesmo atleta é para o árbitro “se mancar”). Mas se as diversas simulações e retardamentos foram persistentes e contaram com a omissão do árbitro, a lamentar quase no final do jogo um verdadeiro circo ocorrido: Ian (PFC) vai disputar uma bola com seu adversário Willian (GUA); a bola sai para a linha lateral, não há falta, mas Bruno cai simulando ter sido agredido no rosto (o clima já estava ruim entre ambas equipes devido à omissão de Cleber). Ato contínuo, o “bololô” de jogadores se faz – dos atletas do Paulista pedindo punição pela simulação, e dos atletas do Guarulhos reclamado de uma suposta (mas inexistente) agressão. Na discussão, Magno (PFC) perdeu a cabeça e cuspiu em Bruno (GUA), sendo corretamente expulso.

Ainda disciplinarmente falando, o jogo, que já estava com o clima ruim, tornou-se insuportável. Nervoso, Rafael Sena (PFC) deu um carrinho violento em Custódio (PFC) e não foi expulso. Na continuidade do lance, Marcelo (PFC) revidou da mesma forma com um carrinho de igual intensidade em Cuadrado (PFC). Por fim, aos 53m, Nathan (PFC), ao perder a bola, deu um tapa na cabeça do atacante Alan (GUA). Todos esses citados por infração deveriam receber o Cartão Vermelho.

Sem dúvida alguma, tal ambiente se formou pela postura do árbitro: pareceu-me omisso, “calmo demais” e sem vibração alguma. Seria menosprezo ao jogo? Creio que não. Para mim, faltou estar ligado e presente nas situações de conflito.

O bandeira 1 Mauro André de Freitas teve boa participação nos impedimentos; já o bandeira 2 Luís Alexandre Nielsen, muito atento nos lances e ajudando na marcação de faltas. Também foi atuante o quarto-árbitro Rodrigo Santos.

Importante ressaltar duas anotações em súmula:

Sobre a expulsão de Magno, relatou:

Expulso por atingir com uma cusparada o braço direito de seu adversário de n° 08 Sr Bruno Rafael Silva Santos, quando a partida estava paralisada.”

Algo que pode complicar demais o Paulista (e, infelizmente, fazer com o que o Galo possa perder o mando de jogo), foi o fato de jogarem rojões contra o vestiário do Guarulhos (o policiamento foi chamado pelos diretores do clube). A própria FPF presenciou e avisou o árbitro, que relatou:

Informo que após o termino da partida o fiscal de apoio (FPF) o senhor Edson Correia Primo portador do RG:144732427, foi ao vestiário da equipe de arbitragem e comunicou que presenciou torcedores da equipe do Paulista F.C. Ltda soltando rojões próximo ao vestiário da equipe visitante. Fato esse que não foi presenciado pela equipe de arbitragem.”

Tomara que o Departamento Jurídico do Galo esteja atento a suas situações (certamente está) e que o Paulista FC não seja punido com severidade.

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– Espanha 3×3 Cristiano Ronaldo

Como joga bola o CR7, não? Aliás, já pensou em um time com ele, Neymar e Messi?

Sobre os erros de arbitragem na partida de ontem, entre Espanha 3×3 Portugal (com 3 gols de Ronaldo): dois erros relevantes!

O 1o: pênalti inexistente para Portugal, pois é Cristiano Ronaldo quem busca cavar indo com o pé na perna do adversário. O árbitro italiano Gianluca Rocchi bobeou e marcou.

O 2o: o gol de Diego Costa para a Espanha, após uma braçada irregular na cara do seu marcador Pepe. Para mim, o juizão quis compensar pois estava com a consciência pesada do lance duvidoso anterior.

Enfim: onde estava o VAR naquele jogo?

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– Recordar é Viver!

Aparecendo essa foto na minha Timeline do Facebook, dando aquela coceira de rememorar: um jogo num domingo à tarde qualquer pelo Campeonato Paulista – no “antigo” Estádio Palestra Itália, na partida entre Palmeiras x Guaratinguetá.

Árbitro: Élcio Pascoal Borborema
Bandeira 1: Luis Henrique
Bandeira 2: Márcia Simionato
Quarto Árbitro: Rafael Porcari

O treinador palmeirense era Caio Jr, o do Guará era Toninho Cecílio. Destaques do jogo eram Edmundo, Valdívia e o paraguaio Florentin (salvo engano, faleceu em acidente de carro).

– Os lances do VAR em França 2×1 Austrália

Não pude assistir a partida entre os franceses e australianos neste sábado. Mas leio que o amigo Sálvio Spinola, comentarista de arbitragem da ESPN, acompanhou tudo e postou:

SEM VAR: França 0x1 Austrália

COM VAR: França 2×1 Austrália

Ser contra o uso da tecnologia, de fato, é bobagem nos dias atuais. Mas vale o lembrete: deve-se saber QUANDO e COMO usar!

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– Uma 4a fúnebre para o futebol brasileiro: Palmeiras 1×1 Flamengo, Coronel Nunes e fala de Micalle

Na véspera da Copa da Rússia, 3 acontecimentos lamentáveis para o mundo do futebol brasileiro. Vamos a eles?

1- Palmeiras x Flamengo: um clássico dessa magnitude não pode ter 6 jogadores expulsos. Fruto da não colaboração dos jogadores (né, Dudu e Cuellar?), da truculência de quem se diz Pittbull e realmente faz cachorrada – e nem leva Cartão Vermelho (sim, me refiro ao violento carrinho de Felipe Mello em Vinicius Jr, desnecessário e criminoso) e da péssima atuação de Bráulio Machado, árbitro catarinense que foi muito mal (culpa só do árbitro ou de quem escala / inventa, ou melhor, sorteia tais juízes?).

Disse o presidente Eduardo Bandeira de Mello, do Flamengo, após o ocorrido:

Lance truculento e covarde contra uma criança”.

Criança boa de bola e que vale muitos euros, ressalte-se…

2- Cel Nunes, o atual presidente da CBF, criado por Marco Polo Del Nero como vice-presidente a fim de não permitir que Delfim Moreira, o outro vice da entidade e desafeto dele, um dia assumisse a presidência, fez lambança ao descumprir o acordo da Conmebol com a Concacaf e votasse no Marrocos, ao invés da candidatura da América do Norte para a Copa de 2026 (em troca, a Concacaf votaria na candidatura Uruguai / Argentina / Paraguai para 2030, frente à Inglaterra quando ocorresse o pleito.

Claro que teorias conspiratórias surgirão: represália contra os americanos por conta do FBI, suborno dos africanos e vinganca pelos americanos e mexicanos terem recusado jogar a Copa América 2019 em nosso país, além de outras tantas coisas. O certo é que houve trapalhada: Nunes quis votar no Marrocos, pensou que era voto secreto e fez a “cáca”.

Nesta semana, Cel Nunes disse ao presidente da FIFA, Infantinno:

Mande preparar a Taça pois eu é que vou levantá-la.

Depois do ocorrido, o presidente da AFA, Cláudio Tapia, declarou:

Quando os homens fazem um acordo, precisam cumprir”.

Que descrédito aos nossos cartolas…

3- Rogério Micalle, treinador paranista, reclamou muito da arbitragem de Dewson Freitas, o árbitro paranaense da FIFA (terra do Cel Nunes), no empate de Paraná 1×1 Cruzeiro. Disse sobre a CBF:

Eu trabalhei lá, sei como é”.

Lembram que o Cruzeiro reclamou demais da última arbitragem?

No futebol, o talento dos brasileiros com a bola nos pés é muito diferente do que com as canetas…

– Análise da Arbitragem para Paulista x Guarulhos

Cléber Luís Paulino, 37 anos apitará o jogo do Galo no próximo sábado. De Monte Aprazível, professor de Educação Física, realizou bons jogos nas oportunidades que teve na série A1. Está sendo constantemente escalado na Segunda Divisão por não ser do quadro da CBF.

O árbitro estava escalado para a final entre Corinthians x Paulista pela Copa SP 2017; entretanto, acabou por apitar (pelos motivos que a torcida jundiaiense sabe bem) o jogo entre Corinthians x Batatais (e o fez com uma câmera da Sportv acoplada em seu uniforme).

Mauro André de Freitas, o assistente 1, esteve entre os bandeiras premiados no Paulistão 2017. Luís Alexandre Nielsen, penapolense de muitos jogos também da série A1, também é muito bom. Rodrigo Santos trabalhará como 4º árbitro.

De antemão, dá para dizer: teremos uma arbitragem bem segura no Jayme Cintra.

Acompanhe a transmissão de Paulista FC x Guarulhos GRU pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Sábado,, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

 

– A expulsão de Yago em São Paulo 3×0 Vitória: justa ou não?

Muita reclamação da equipe baiana por ter seu jogador expulso no 1º tempo. Procede a chiadeira?

Nenê, aos 34m do 1º tempo, está com a bola e Yago tenta roubá-la: com encontrão, tranco e empurrão. Há um braço aberto, ameaçando um ato mais forte, mas não configurando uma conduta de tentativa de agressão.

O árbitro Igor Junio Benevenuto não entendeu assim e interpretou como conduta violenta (que é o ato de agredir ou tentar agredir, e que vale cartão vermelho). Para mim, errou. Ali é o chamado jogo brusco, que vale o cartão amarelo. Tanto que até o são-paulino Hudson discordou da expulsão do seu adversário.

Enfim: reproduzo a pergunta do amigo do prof Basile, o “Zé Boca de Bagre”: se fosse ao contrário, aí mesmo no Morumbi, teria peito o árbitro de expulsar um jogador do SPFC da mesma forma?

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– Os Observadores à Paisana contra o Racismo na Copa do Mundo

A Copa do Mundo da Rússia começará na 5ª feira, e para coibir o racismo e qualquer outra forma de discriminação (sexual, religiosa ou política), a FIFA colocará 3 observadores em cada estádio, à paisana, para identificar tais situações.

Lembrando que: se perceptível, o árbitro deverá parar o jogo até as manifestações preconceituosas na arquibancada cessarem.

Extraído de: https://sportv.globo.com/site/programas/copa-2018/noticia/fifa-implementara-acoes-de-combate-ao-racismo-no-mundial-da-russia.ghtml

FIFA IMPLEMENTARÁ AÇÕES DE COMBATE AO RACISMO NO MUNDIAL DA RÚSSIA

Árbitros poderão interromper ou suspender partidas em caso de manifestações discriminatórias. Observadores estarão espalhados pelos estádios para denunciar atos hostis

A Fifa anunciou, nesta quinta-feira, que implementará ações de combate ao racismo e a favor da diversidade durante a Copa do Mundo da Rússia. Os jogos terão um sistema de monitoramento, que inclui a presença de observadores espalhados pelos estádios. Em campo, os árbitros poderão interromper ou suspender partidas em caso de manifestações discriminatórias vindas da arquibancada. As ações já foram implementadas nas Eliminatórias e na Copa das Confederações.

– No ano passado, na Copa das Confederações, a atmosfera foi muito amigável – disse a secretária-geral da Fifa, Fatma Samoura. – A Fifa tem uma abordagem de tolerância zero à discriminação e isso é algo que levamos muito a sério. Além das medidas educacionais que incluem um guia de boas práticas, temos sistemas em vigor para reagir e sancionar atos discriminatórios, bem como medidas para garantir um ambiente livre de discriminação na Copa do Mundo – completou.

As ações foram criadas em uma parceria da Fifa com a Fare Network, organização com um longo histórico de combate à discriminação no futebol. Todas as partidas do Mundial 2018 terão três observadores espalhados pelos estádios. Os profissionais terão a missão de monitorar o comportamento dos torcedores de ambas as equipes, reportando aos oficiais de segurança eventuais atos racistas e discriminatórios.

Os árbitros também terão total liberdade para intervir em casos de atos racistas. De acordo com o chamado “procedimento de três etapas”, eles terão a autoridade para primeiro parar a partida e solicitar um anúncio público pedindo que o comportamento discriminatório cesse. O segundo passo é suspender a partida até que o comportamento inadequado pare. Caso os atos persistam, o árbitro pode encerrar o jogo.

– Temos um forte sistema de monitoramento no local. Além disso, todos que fazem parte da organização do jogo, incluindo funcionários, voluntários, equipes, mordomos e pessoal de segurança foram informados e treinados para garantir que, se ocorrerem incidentes discriminatórios, a ação correta seja tomada rapidamente – disse o chefe de sustentabilidade e diversidade da Fifa, Federico Addiechi.

A nova edição do Guia de Boas Práticas da Fifa sobre Diversidade e Anti-Discriminação foi publicada esta semana no site oficial da entidade e distribuída a todas as associações filiadas. Nos dias 6 e 7 de julho, durante as quartas de final da Copa do Mundo, a Fifa também celebrará os Dia do Combate à Discriminação com um protocolo especial pré-jogo.

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– David Braz, o autêntico! Sobre Santos 1×2 Internacional

Na partida entre Santos 1×2 Internacional, pessimamente arbitrada por Wagner Magalhães, um pênalti inexistente para cada lado e que não merecem discussão pela clareza dos lances equivocados.

O que me chamou a atenção foi o pós-jogo. O zagueiro santista David Braz declarou:

“Infelizmente, o juiz marcou um pênalti duvidoso para o Inter no primeiro tempo. O árbitro mesmo falou que estava em dúvida e decidiu marcar porque houve o choque. Acho que ele compensou no nosso pênalti, acho que foi lance normal”.

Sincero ao extremo, só falta o STJD intimá-lo por tal declaração de crítica ao árbitro e assumindo que sua equipe foi beneficiada.

Aliás, muitas arbitragens ruins da Gestão Cel Marinho. Assistiram Bahia 3×3 Botafogo? O árbitro paulista Leandro Bizzio Marinho também foi muito mal. E por aí afora…

Se não tivéssemos Copa do Mundo e o Brasileirão estivesse em alta, teríamos fila na porta da CBF para reclamação.

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