– A 1a proposta coletiva sobre as mudanças do Paulistão 2020 / 2021 para as suas divisões.

Mesmo com o recesso do futebol brasileiro e estando a FPF em férias, a Portuguesa lidera um grupo de times da Série A2 propondo o encerramento do campeonato, acesso imediato de 8 times, cancelamento do rebaixamento em 2020 e pré-seletiva para 2021 (aí sim considerando um “acesso” e “um” decesso). Isso impactaria diretamente a A1 e seria, a reboque, um modelo para a A3.

Confesso que ao ler, de imediato a achei confusa e, provavelmente, inviável. Mas é uma 1a ideia sugerida de maneira coletiva pelos cartolas.

Extraído de: https://www.espn.com.br/artigo/_/id/6797412/portuguesa-lidera-comissao-quer-8-times-subindo-para-paulistao-2021

PORTUGUESA LIDERA COMISSÃO D ECLUBES E QUER SUBIR 8 TIMES PARA O PAULISTÃO 2021

O presidente da Portuguesa, Antonio Carlos Castanheira, lidera uma comissão de clubes que deseja o fim imediato do Campeonato Paulista da Série A2, equivalente à segunda divisão do Estado, e a promoção de oito equipes.

A reportagem apurou que a motivação vai além do temor pela pandemia do novo coronavírus, que paralisou todas as competições no país desde 17 de março, sem data estipulada para retornar.

A Portuguesa, assim como a maioria dos times que disputam a Série A2, tem mais da metade do elenco com contrato até o final de abril deste ano. Por não ter um calendário nacional, a equipe não tem recursos para renovar com os jogadores.

A situação é similar a de São Bernardo, Taubaté, Portuguesa Santista e Monte Azul, todos com mais de 50% do elenco com contratos para encerrar daqui a 36 dias. Coincidentemente eles ocupam as quatro primeiras posições da A2.

A Portuguesa é a oitava colocada, portanto, a última equipe na zona de classificação para o mata-mata final.

XV de Piracicaba, São Caetano e Juventus, que também estão no G8, teriam um impacto menor. Mas ainda assim sairiam prejudicados. O índice de jogadores com contrato que vão encerrar no final de abril é de 33,3%, 5,4% e 31,3%, pela ordem.

As duas equipes na zona de rebaixamento para a Série A3 também vivem esse drama. Mais de 60% do elenco da Penapolense terminará em 30 de abril. O Votuporanguense, que é o lanterna do torneio, tem 46,7% do elenco comprometido.

A motivação para pedir o encerramento da A2 antes do previsto em calendário tem motivações financeiras. Vale lembrar que a disputa foi paralisada faltando três rodadas para a conclusão da fase classificatória.

A proposta que os clubes vão apresentar para a Federação Paulista é encerrar o torneio com a classificação da forma como está, promover os oito primeiros colocados para a primeira divisão e não rebaixar nenhum clube para a A3.

O plano é bastante ousado porque deixaria a A1 em 2021 “inchada”, com 24 participantes – considerando que pode não haver descenso na primeira divisão. Mas a comissão liderada pela Portuguesa também tem uma proposta para minimizar o efeito.

A ideia é realizar uma seletiva antes da competição, sem a presença dos grandes, para definir oito rebaixados. Depois, ao final do torneio, ainda seriam rebaixados os dois piores clubes para o Paulistão voltar a ter 16 times em 2022.

Outra proposta estudada é sugerir a criação de dois grupos com 12 participantes cada um, sendo assim 11 datas (uma menos que a primeira fase atual) e rebaixando quatro equipes de cada chave.

A Federação inicia a partir desta quinta-feira um período parcial de férias, que valerá até 24 de abril, mas a entidade nega que esteja parada. Manteve um número mínimo de colaboradores em todas as áreas para não parar.

Sede da FPF é alvo de vandalismo após final do Campeonato Paulista ...

– 4 anos sem Johan Cruyff

Puxa, já faz 4 anos que o craque holandês nos deixou. Compartilho o que escrevemos naquele triste dia e algumas frases de efeito dele:

O CIGARRO LEVOU CRUYFF

O incrível jogador holandês Johan Cruyff faleceu. Vítima do câncer de pulmão, era tabagista compulsivo. Após largar o vício  (20 anos depois), descobriu que estava enfermo.

“Cróife” era um gênio com as bolas no pé. São dele algumas das 25 frases magistrais do futebol (extraídas de futebol.com), como:

  1. Técnica não é poder fazer 100 embaixadas. Qualquer um pode fazer isso se praticar. Da até para trabalhar no circo. Técnica é passar a bola com um toque, na velocidade correta, no pé certo do seu companheiro.
  2. Alguém que faz graça com a bola no ar durante um jogo, dando tempo para os quatro defensores adversários voltarem, é o jogador que as pessoas pensam ser ótimo. Eu digo que ele deve ir para o circo.
  3. Escolha o melhor jogador para cada posição e você não terá a melhor equipe, apenas 11 bons de cada uma.
  4. No meu time, o goleiro é o primeiro atacante e o atacante, o primeiro defensor.
  5. Por que não se pode vencer um clube rico? Nunca vi um saco de dinheiro marcar gol.
  6. Eu sempre jogava a bola para frente porque se eu a recebesse de volta, era o único jogador desmarcado.
  7. Sou um ex-jogador, ex-dirigente, ex-treinador, ex-presidente honorário. Uma lista bacana que, mais uma vez, mostra que tudo chega a um fim.
  8. Jogadores que não são verdadeiros líderes mas tentam ser, sempre brigam com os outros depois de um erro. Líderes de verdade dentro de campo já sabem que os outros vão errar.
  9. O que é velocidade? A mídia esportiva sempre confunde velocidade com visão. Veja, se eu começar a correr antes que os outros vou sempre parecer mais rápido.
  10. Tem apenas um momento em que você pode chegar na hora. Se você não estiver lá. Você estará sempre adiantado ou atrasado.
  11. Antes de cometer um erro, eu não cometo esse erro.
  12. Em uma partida de futebol, é estatisticamente provado que os jogadores tem a posse de bola por 3 minutos, em média. Então, o mais importante é: o que fazer nos 87 minutos em que você não tem a bola. Isso é o que determina se você é um bom jogador ou não.
  13. Depois de ganhar alguma coisa, você não estará mais 100%, mas 90%. É como uma garrafa de água com gás quando fica sem tampa. Pouco tempo depois fica com menos gás dentro.
  14. Tem apenas uma bola, então você precisa tê-la.
  15. Não sou religioso. Na Espanha todos os 22 jogadores faziam o sinal da cruz antes de entrar em campo. Se isso funcionasse, todas as partidas terminariam empatadas.
  16. Precisamos fazer com que o pior jogador deles tenha a posse da bola. Teremos ela de volta em pouco tempo.
  17. Se você tem a posse da bola, precisa fazer com que o campo seja o maior possível, mas se você não tem, precisa fazer com que fiquei o menor possível.
  18. Todo jogador profissional de golfe tem um treinador para suas tacadas, outro para suas colocadas, para seus tiros. No futebol temos um treinador para 15 jogadores. Isso é absurdo.
  19. Sobreviver à primeira fase nunca é o meu objetivo. O ideal seria estar com Brasil, Argentina e Alemanha no mesmo grupo. Assim eu teria eliminado dois rivais na primeira fase. É como eu penso. Idealista.
  20. Os jogadores hoje só sabem chutar com o peito do pé. Eu podia chutar com o peito, de chapa e a parte de fora de ambos os pés. Em outras palavras, eu era seis vezes melhor que os jogadores de hoje.
  21. Qualidade sem resultado é inútil. Resultado sem qualidade é entediante.
  22. Existem poucos jogadores que sabem o que fazer quando não estão marcados. Então as vezes você fala para o seu jogador: aquele atacante é muito bom, mas não marque ele.
  23. Acho ridículo quando um talento é rejeitando baseado em estatísticas de computador. Baseado nos critérios do Ajax de hoje eu teria sido rejeitado. Quando tinha 15 anos não conseguia chutar uma bola mais de 15 metros com minha perna esquerda e talvez 20 com a direita. Minhas qualidades, técnicas e visões não podem ser detectadas por um computador.
  24. Jogar futebol é muito simples, mas jogar um futebol simples é a parte mais difícil do jogo.
  25. Se eu quisesse que você entendesse isso, eu teria explicado melhor.

Que descanse em paz!

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– Tentar por as mãos na bola é falta?

Essa dúvida eu recebi pela Internet e acho pertinente para discussão. Abaixo:

Boa tarde Rafael. Gostaria primeiramente de parabenizá-lo por seu trabalho. Poderia me tirar uma pequena dúvida?

Ontem fui juiz numa pelada de amigos e aconteceu um lance inusitado, a bola veio alta e antes dela chegar nas duas pessoas que a disputariam um dos jogadores levantou as mãos como se fosse pegá-la (o que seria falta) mas no último momento tirou as mãos sem tocar com elas na bola, com isso esse levou vantagem, enganando o adversário.

Eu marquei falta, porém o “infrator” alegou que isso não era falta pois já viu Robinho fazer isso em jogo do Santos e Romero fazer no jogo do Corinthians.

Isso realmente é um lance válido? Caso seja correto marcar a falta em qual artigo esse lance estaria inserido?

Grande abraço e desde já agradeço!

Att, Renato Coelho

Olá amigo, por incrível que pareça, realmente não é falta. A única infração em que não vale usar do entendimento de “praticar ou tentar praticar” é o uso das mãos na bola. Tem que ser PRATICAR, consumir a infração, tocar de fato a bola.

O problema é que esse expediente, embora pudesse ser classificado como atitude antidesportiva (mas não é pela Regra), tem a justificativa de que “um drible, também é uma forma de enganar o adversário”. Além disso, o jogador só poderia parar de tentar a disputa de bola quando ouvisse o apito do árbitro.

Pense como um lance de impedimento: o jogador que pegaria a bola estava impedido; o zagueiro crê piamente que o árbitro vai marcar e desiste de disputar; mas aí vem outro de trás e a domina (Há 20 anos isso era impedimento pelo 1o atleta, hoje não é mais). Esse zagueiro que desistiu do lance só poderia fazê-lo após o apito do árbitro (e repare: muitos param quando vêem a bandeira erguida, outro erro, pois só se pode paralisar com o apito).

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– Um final de semana sem futebol.

Fim de semana sem futebol é bem chato, não? Não tem jogo transmitido para assistir e nem para a gente que milita na área trabalhar. Tampouco programas esportivos ou ainda debates / mesas-redondas ou algo novo para se discutir. Afinal, tudo está paralisado, sem notícia alguma.

Porém, vale lembrar que esse sacrifício (o da paralisação do esporte, das receitas e atividades administrativas) é necessário. Todos estamos juntos, lutando contra o coronavírus.

Ops, eu não poderia esquecer: posso estar “remando contra a maré”, mas é bem chatinha essa história dos boleiros “petecando embaixadinhas” com papel higiênico e postando nas Redes Sociais. Será que é porque eu sou ruim com a bola no pé?

– Qual jogo você pediria para reprisar?

Com a decisão da Rede Globo em interromper as gravações de suas novelas em decorrência do Novo Coronavírus, eis que foi anunciado que algumas novelas marcantes serão reprisadas nos horários habituais.

Na área esportiva, não há como tapar o buraco da programação com a mesma facilidade. Mas hipoteticamente: se você pudesse escolher alguns jogos para o domingo às 16h, já que os campeonatos estão paralisados, quais partidas você escolheria para reprisar?

O 1o confronto, eu não tenho dúvida: Brasil x Itália, decisão da Copa do Mundo de 1970. Rever os craques, a arbitragem, o clima entusiasmado dos mexicanos… seria incrível!

E você, qual partida escolheria?

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– Cansou o Grenal, não?

De novo um jogo envolvendo Grêmio x Internacional (Grenal) com muita violência? Que coisa…

Deixou de ser um jogo de futebol, passou a ser um combinado nervoso de pessoa que se odeiam, onde a bola é apenas uma desculpa para brigar.

O árbitro argentino Fernando Rapallini expulsou 8 atletas (todos corretamente). Mas poderia ter mandado muito mais…

Mais um exemplo de fanatismo que maltratada a sociedade…

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– O que a CBF e as Federações estão esperando para parar os campeonatos devido ao Coronavírus?

Para muitos, uma “gripezinha” que não deveria afetar as coisas. Para outros, algo muito sério que merece todas as ações preventivas. Mas vamos ser realistas e trazer à discussão o Novo Coronavírus no “campo esportivo”?

Eu tenho bastante saúde. Se eu contrair a gripe do Covid-19, me recupero bem rápido e sem dificuldades. Mas o problema é que será inevitável não ter contato, no dia-a-dia (em casa, na rua, em estabelecimentos, nos estádios ou nas igrejas), com crianças que tenham imunidade baixa e idosos com problemas respiratórios. A transmissão em massa será algo a se preocupar.

Repare: Mikel Arteta, treinador do Arsenal; diversos jogadores na Itália de todas as divisões; atletas do basquetebol na Espanha; funcionários da McLaren se preparando para a abertura da Fórmula 1… todos eles contraíram o vírus (sem contar artistas e demais personalidades). Só “lá no estrangeiro” que isso ocorre, aqui não ocorrerá?

Um jogador do PSG, da Roma, do Bayern, do Barcelona (Messi, por exemplo) são indiscutivelmente mais talentosos do que um jogador qualquer da 3ª divisão paulista. Ele ganha muito mais dinheiro do que seu colega aqui e traz mais receita ao seu clube. Porém, em dignidade humana são idênticos. Por quê no Exterior existe a preocupação com atletas como os dos clubes citados e no Brasil ninguém fez nada ainda?

Assim, por quê a CBF e a FPF estão demorando tanto para suspender seus torneios? Como eu, esses jogadores têm saúde boa e se relacionarão com outras pessoas (de boa ou má saúde) diariamente. O torcedor na arquibancada, de toda origem e característica diversa, idem. Dessa forma, mudar o cotidiano (em nome de quem pode ser vítima fatal – que são esses grupos de riscos) e estando com o estado de pandemia decretado, se faz necessário paralisar os jogos de futebol.

A Bundesliga estuda não ter campeões nem rebaixados em suas séries. Cancela-se, simples! E em 2021 recomeça sem time que subiu nem time que desceu. A Conmebol  adiou jogos da Libertadores e as Eliminatórias da Copa estão aguardando definições, por ordem da FIFA. No Mundo Desenvolvido afora, resumidamente, os campeonatos pararam. Será que no Brasil somos tão subdesenvolvidos a ponto de não perceber a gravidade, ou a cartolagem só pensa em evitar prejuízo financeiro?

Insisto: não é só com os outros que isso acontece. Convivo com crianças saudáveis e não saudáveis, idosos saudáveis e não saudáveis, e me preocupo com eles. Se eu pegar COVID-19 e me isolar, é uma coisa. Se eu pegar e, até eu saber que peguei, imagine quantas pessoas eu contaminei?

A hora de tomar providências é urgente. Afinal, a OMS não estaria de “cabelos em pé” e o mundo parando à toa. Só o futebol brasileiro é imune ao Novo Coronavírus? E nada de jogar com portões fechados, pois o contato físico existe dentro de campo.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Batatais x Paulista, 11ª Rodada da A3

Em Batatais, para o confronto entre o Galo da Japi contra o Fantasma, apitará Diego Augusto Fagundes, árbitro de 28 anos de idade e com 8 anos de carreira, que trabalhou em Jayme Cintra no Paulista 4×0 Atlético de Mogi (Bzinha) e em Paulista 0x0 Rio Claro (Copa SP 2020). Ele busca se firmar nessa divisão e precisa mostrar serviço.

No jogo contra o time de Mogi das Cruzes, não existiu complicação alguma para ele ser testado. Já neste ano, na Copinha, foi mal disciplinarmente e na postura (a toda hora sinalizando “chega” e conversando demais com os atletas, deixando de punir e perdendo a autoridade).

O jogo citado contra o Rio Claro teve a análise publicada em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/01/03/analise-da-arbitragem-de-paulista-0x0-rio-claro/

Tomara que ele tenha corrigido seus erros cometidos em Janeiro e tenha uma ótima atuação.

A escala completa:

Árbitro: Diego Augusto Fagundes
Árbitro Assistente 1: Denis Antonio Mistrelo
Árbitro Assistente 2: Danilo Nogueira da Silva
Quarto Árbitro: Renan Carvalho de Faria
Avaliador de Campo: Elton de Andrade Santos

Acompanhe sábado, às 10h, com Rafael Mainini pelo Time Forte do Esporte da Difusora, sob o comando de Adilson Freddo.

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– A ética e o policiamento de quem fala sobre determinados assuntos. Em destaque: o futebol!

Nesses tempos em que tudo é motivo para o mundo bipolar (e politizado de maneira extremista) se manifestar radicalmente, o cuidado no uso das palavras e ações para mostrar sua sensatez é importante.

E, nesse momento, gostaria de abordar um tema bem espinhoso e real: esse cuidado pregado contraditoriamente sendo descuidado pelo mundo do futebol.

Alguns mitos (ou verdades escondidas que não queremos acreditar de tão escabrosas que são):

  • Quantas vezes você já ouviu falar que treinador recebe “por fora” para escalar determinado jogador?
  • Jornalista A ou B plantando notícia por falta dela (e que depois acaba se tornando até mesmo real)?
  • Árbitro na gaveta, caseiro, com ordem de evitar cartões a jogadores X e Y por estarem pendurados?
  • Dirigentes de clubes negociando atletas nos quais eles têm participação no “passe” (que foi extinto, mas acabou se tornando algo legalizado de outra forma – como contratos amarrados)?
  • Cartolas torcendo contra o próprio clube para prejudicar a administração do desafeto que o comanda?
  • Comentarista (de futebol, de arbitragem, ou de qualquer outra coisa na área do esporte) falando bem ou mal de determinada pessoa porque recebe presentes / valores / favores de interessados?
  • Boleiro “tirando o pé do jogo” para derrubar o próprio treinador?

Ufa! Achei vários motes a serem debatidos (e existem muitos outros, tente pensar em alguns). Mas trazendo para a nossa realidade, a mesma concordância ou não de “Esquerda ou Direita fanatizados” passa a nortear muitas das discussões do futebol, na mesma briga virtual que sê vê nas Redes Sociais. Quer exemplos?

  • Fernando Diniz é ousado e tenta resgatar o bom futebol brasileiro / Fernando Diniz não sabe nada e é um Professor Pardal;
  • Neymar é um craque que não deve dar satisfação da sua vida pessoal / Neymar é só mais um driblador e não é exemplo para ninguém.
  • Andrés Sanches é o cara que conseguiu o estádio para o Corinthians, trouxe Ronaldo e Roberto Carlos e fez nascer o time que ganhou o Mundial do Japão / Andrés Sanches afundou as contas do Corinthians e é uma péssima pessoa.
  • Jorge Jesus é o treinador que ajudou a rediscutir o futebol brasileiro / Jorge Jesus só conseguiu sucesso no Flamengo pelo time que tem.
  • Árbitro X é muito bom / Árbitro X é muito fraco.

Algumas dessas discussões podem trazer uma resposta bem objetiva aos defensores ou críticas, mas em outras, não necessitaria “meio-termo”?

A FPF tem péssimos atos a serem condenados. Mas a busca da inserção das mulheres no futebol, de maneira mais efetiva, têm sido positiva (embora, ficará a dúvida de outros casos envolvendo sexismo na história da entidade, envolvendo alguns dos seus atores que se promoveram).

Tenho muito medo quando as pessoas que não são do meio do futebol se confundem com a verdade e a pseudo-notícia. Por exemplo, ao acaso: o jornalista A detona a pessoa X pois já trabalhou para B e X é desafeto dela; e vez ou outra dá umas cutucadas no próprio B para parecer isento. Mass que hipocrisia é essa?

Enfim, precisamos (jornalistas, blogueiros, não-jornalistas): ponderação, ética, cuidados para não e engabelar quem lê, deixar claro o que é notícia ou opinião, separar o clubismo, não deixar as emoções contaminarem as palavras, e, principalmente, NÃO MENTIR!

Há muito tempo, conheci um cara que mentia para caramba! E ameaçava quem falava a verdade com processos judiciais (aliás, a frase batida é: Fulano vai tomar um processo… caia fora dele). Na 1a vez que tentou, tomou uma invertida do juiz… e aí teve que pagar as custas de quem ele “reclamava”. Neste exemplo, fica a dica: Mentirinha ou Mentirona, sempre será Mentira!

Outro exemplo nefasto é agente de futebol disfarçado de diretor de clube, dizendo que abriu mão do seu negócio por amor à camisa… E no primeiro pepino que acontece, diz que a culpa é da imprensa (que descobriu a incompatibilidade de funções).

Esses “nunca conte mentira” e “diga sempre a verdade” do tempo do vovô e da vovó ganharam roupagem nova e e se chamam  “fake news” e “incompatibilidade de funções e discurso para proveito próprio”.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Primavera

Uma arbitragem criteriosa nesta tarde no Jayme Cintra. Gostei do que vi!

Rodrigo Gomes Paes Domingues esteve muito bem em campo, apitando com segurança e atenção.

Logo aos 5m, após dar vantagem e não marcar uma falta temerária, aplicou corretamente o Cartão Amarelo na 1ª paralisação. Mas errou aos 10m, quando o jogador Victor (PRI) deu uma solada perigosa e nada marcou. Os outros cartões (que foram muitos), tanto no 1º quanto no 2º tempo (incluindo as expulsões de José Augusto e Johnson), foram todos corretos. Também coibiu a cera e lances de simulação (em especial, as de Robinho no final do jogo). Uma arbitragem correta e que merece elogios.

Bom trabalho também do assistente 1 Wellington Bragantim Caetano; idem ao assistente 2 Ricardo Luis Buzzi, que aos 50 minutos acertou ao não marcar impedimento do ataque do Primavera, num lance muitíssimo ajustado.

Ridícula a postura do 4º árbitro Gustavo Holanda de Souza, que estando perto ou estando longe da bola,  ficava sinalizando com os braços algumas “marcações”. Do outro lado do campo, se acontecia uma falta, ele apontava o chão. Pra quê? Na lateral, como um bandeira sem o instrumento, indicava o lado juntamente com o assistente 1 Wellington Bragantim. Até que, aos 15 minutos, o bandeira marcou um lateral a favor de uma equipe, e ao seu lado, com o braço estendido, o 4º árbitro marcava para outro! Imagine as reclamações dos atletas… foi uma cena “pastelão”, atrapalhando o assistente que houvera marcado corretamente. A impressão que deu é que ele é um árbitro sem apito, com muita vontade de entrar em campo. Essa “vontade de ajudar demais” prejudica os bandeiras e o árbitro, além de irritar os jogadores. Certamente, seus colegas de arbitragem o alertaram disso no intervalo, pois voltou menos atuante nesses erros.

Faltas: 24×20

Cartões Amarelos: 4×2

Cartões Vermelhos: 1×1

Renda: R$ 7.670,00

Público Pagante: 632 pessoas

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