– Grêmio 2 x 1 Corinthians: Lances Polêmicos e Reclamações “com e sem razão”

O futebol está cada vez mais chato de se jogar, de se apitar e de se assistir. São 3 os motivos para afirmar que os brucutus da bola estão vencendo o bom senso dos verdadeiros esportistas.

1) LANCE DA MÃO NA BOLA / BOLA NA MÃO DE WERLEY.

Romarinho chuta à queima roupa e a bola bate no braço/ombro/suvaco de Werley. Como afirmar que tal lance foi intencional do gremista? Ele queria dominar a bola com a axila? Incrível ver a proporção da repercussão desse lance. Não foi nada, não teve movimento antinatural do braço ou coisa que o valha. Se um pênalti é marcado nesse lance, o futebol vira a infantil brincadeira de “queimada”, com jogadores buscando acertar o braço do adversário. Para tirar qualquer dúvida: a tal força e velocidade do chute, daria pra Werley fazer com que parte do corpo desaparecesse/desviasse a tempo da bola não bater nele?

É claro que por ser um fato ocorrido aos 45m do segundo tempo e pelo calor da nervosa partida, teríamos reclamações. Mas aqui elas chegam a ser forçadas demais.

2) EXPULSÃO DE GUERRERO

Um peruano e um argentino se desentendem e o real protagonista é um brasileiro: esse foi o verdadeiro desenrolar da confusão entre Paolo Guerrero e Alan Ruiz.

O corinthiano não pode discutir intimidando o gremista cabeça-a-cabeça, nem no futebol e nem em qualquer outro esporte. E é razoável acreditar que isso não ocorreu gratuitamente. Ali, na encarada dos dois jogadores, o árbitro poderia ter expulsado ambos se quisesse (mas não quis). As justificativas para o duplo Vermelho seriam várias: conduta antidesportista, ameaça de agressão física, agressão verbal, entre outras.

O detalhe principal: Heber expulsou somente Guerrero pois o viu se jogando sobre Alan. E errou! Guerrero foi empurrado por Zé Roberto, e o juizão não viu.

É INEVITÁVEL RECORDAR: há 15 dias Raphael Claus não viu o desvio de rota de Petros e decidiu corrigir sua decisão de mandar seguir o lance sem punição (fazendo um adendo na súmula com base nas imagens de TV). Valeria a atitude similar e corajosa de Heber Roberto Lopes em corrigir sua decisão de expulsar unicamente Guerrero e fazer um adendo explicando que não viu que o jogador foi empurrado pelo adversário.

Claro, utopia… Mas ao rever a imagem, certamente o juizão paranaense repensará sua decisão e não fará adendo algum pela falta de coragem e pelo inusitado do seu colega árbitro na partida anterior citada (Santos x Corinthians).

3) DUELO MANO MENEZES E LUÍS FELIPE SCOLARI

Durante a semana, se questionou o cumprimento ou não dos dois treinadores que não se bicam. Sabidamente reclamam contra tudo e contra todos durante os jogos. O mau humor, a dureza, a brutalidade e a falta de sensibilidade contagiaram seus atletas?

A cada falta de jogo, formavam-se rodas de jogadores querendo tirar satisfação. Um jogo cheio de “justiceiros”, valentões e xerifões. Muitos não jogando nada e ainda assim fazendo suas caras feias e abusando do corpanzil para mostrar a força das suas queixas sem fundamento.

– É esse o futebol que queremos?

Confundem gana e garra com insensatez e pancada. Transformam o futebol num jogo chato de se jogar, de se apitar e de se assistir, como dito no primeiro parágrafo desse texto! Isso é esporte?

Não, é business. Somente isso. E está se tornando um mau negócio (os números da audiência e do público dizem isso).

E você, gostou do jogo?

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