– Análise da Arbitragem de Paulista 1 x 3 Oeste

Regular arbitragem de Marcos Silva dos Santos Gonçalves na manhã desse domingo.

A) O árbitro começou com uma falha conjunta de desatenção com o bandeira logo nos minutos iniciais, invertendo um arremesso lateral. Ambos se namoraram, o treinador do Oeste Roberto Cavalo indicou o lateral e a arbitragem foi junto. Errou.

Depois disso o árbitro entrou no jogo e fez uma boa partida no 1o tempo. Todos os cartões aplicados na partida foram corretos (Leandro Vicentim, do Paulista, bem expulso) e não tivemos nenhuma marcação polêmica. A partida ajudou, e não digo que foi uma “boa arbitragem” pois Marcos pecou em cartões NÃO APLICADOS. São eles:

1) aos 26m do 2o tempo, Zeka (OES) fez uma falta dura em Felipe Santos (PAU) e merecia Cartão Amarelo. Ele já tinha recebido minutos anteriores por cera no arremesso lateral e, ao invés do 2o Amarelo e consequentemente o vermelho, o árbitro preferiu apenas a conversa. E aqui fica a crítica construtiva: não relaxar na partida!

2) aos 29m do 2o tempo, Junior Negão (OES) faz uma falta por ação temerária, típica de Amarelo. O árbitro contemporizou.

3) aos 49m do 2o tempo, Roger (OES), que já havia recebido Cartão Amarelo, faz dura falta em Diego Souza (PAU) matando um contra-ataque. Não houve cartão algum.

B) O bandeira Frederico Andrade foi destaque positivo em dois lances:

1) validando corretamente o gol de Foguinho (OES) pois este partiu quase da mesma linha, por trás do zagueiro do time jundiaiense (acertou em não marcar o impedimento), e

2) também foi feliz ao não marcar impedimento de Jailson (PAU), que estava em posição de impedimento passivo mas abdica de jogar se mantendo grudado no pé da trave, na hora do chute de Felipe Santos no gol do Paulista.

C) Luciana Silva Ramos, a bandeira 2, foi bem quando acionada e se mostrou participativa em diálogo com o árbitro – e este foi um ponto positivo do trio.

D) Anderson Paulino Cordeiro, o 4o árbitro, poderia ser mais efetivo no controle dos atletas em pé no banco de reservas, que fizeram uma farra danada durante a partida.

A CURIOSIDADE: Fábio Gomes (PAU) foi substituído por lesão no 1o tempo, e não passou a braçadeira de capitão a ninguém. Por todo o restante da partida o Paulista jogou sem capitão identificado, e em momento algum a arbitragem percebeu. E se não existia um capitão formal, informalmente ele também não apareceu, já que em momento algum o time questionou a arbitragem, reclamou dos cartões não aplicados ou mostrou espírito de liderança.
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