– Análise da Arbitragem de Paulista 2 x1 Comercial. Como foi o juizão?

Ruim arbitragem na noite desta 4a feira no Jayme Cintra. Vamos à análise da atuação de Paulo Estevão Alves da Silva?

FISICAMENTE, péssimo. Tem ótimo porte físico, mas estava com a barriga saliente e claramente sem ritmo de jogo. Praticamente não correu, e seu pecado maior foi estar sempre longe das jogadas. No 1o gol do Paulista, após a falha do goleiro comercialino André Zuba, o árbitro estava ainda no campo defensivo do Paulista.

DISCIPLINARMENTE, razoável. Acertou na maioria dos cartões amarelos por lances técnicos, mas exagerou em advertências por reclamação. Foram 3 Amarelos corretamente aplicados por faltas mais duras, 4 Amarelos por reclamações (o árbitro fazia cara feia e exagerava no rigor), e 1 Vermelho pela agressão claríssima de Eliseu (COM) em Rômulo (PAU). Me chamou a atenção dois detalhes: Rômulo, espertamente, discute com Eliseu, que revida com agressão e fica quieto no chão. Evitou de ser expulso junto com o adversário, caso ficasse de pé ou tentasse ou revide. Já Erick Mamadeira quase leva seu 3o cartão amarelo inocentemente: após sair por contusão, pulou da maca e saiu correndo. Ainda bem, para o Galo, que o juizão estava desatento… Vale a malícia: ficar no chão um pouco, levantar mancando e não deixar mostrar ao árbitro que a entrada da maca era cera.

TECNICAMENTE, ruim. O jogo não exigiu. Surpreendentemente e contrariando nossas expectativas, a partida mesmo em campo molhado foi limpa, sem jogadas mais fortes (foram 17 faltas marcadas apenas, número baixíssimo – contra 8 cartões, número altíssimo proporcionalmente falando). O erro decisivo foi aos 18m, quando Marcinho Beija Flor dribla a zaga, escapa da falta e tromba no jogador do Paulista caído. No 1o lance (o drible), ele perde e recupera a bola na mesma jogada; no 2o, uma simples casualidade. O árbitro marcou a falta inexistente – que se fosse, seria pênalti pois estava em cima da risca. E o erro virou gol do Comercial.

Se o árbitro foi mal (em alguns momentos, dava a impressão que ele mancava em campo), o bandeira no. 1 Vladimir Nunes da Silva esteve muito bem nas suas marcações e atento no jogo. Destaque para a anulação do que seria o 3o gol do Paulista: após o chute cruzado, a bola estava entrando no gol, e em cima da linha Felipe Diadema coloca para dentro. Gol bem anulado por impedimento. Diadema estava em “posição de impedimento passivo” no pé da trave e a bola em cima da linha. Se ele fica parado, é gol legal, pois permaneceu passivo. O toque desnecessário custou o gol, pois o fez tornar ativo.

O bandeira 2 Denis Mistrelo e o 4o árbitro Salim Fende Chavez não foram exigidos e passaram desapercebidos.

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