– Surpresa? Quem pediu Amarilla no São Paulo x Cruzeiro?

Falamos dias atrás sobre o fato de ser muito difícil escalar dois árbitros brasileiros para os confrontos de ida e volta entre o Tricolor e a Raposa pela Libertadores da América. Habilitados, teríamos apenas Héber, Péricles e Wilton Sampaio (vide tal assunto em: http://wp.me/p4RTuC-ctg).

Porém, surpreendentemente, a Conmebol escalou o paraguaio Carlos Amarilla para o confronto no Morumbi. Ele é o mesmo árbitro que apitou Corinthians x Boca Jrs, no momento em que as relações políticas entre Andrés Sanches & CBF eram péssimas, além do imbróglio que envolveu o próprio Timão e a Confederação Sulamericana em decorrência da morte do garoto Kevin Spada em Oruro e a perda de mandos de jogo. Na oportunidade, Amarilla era constantemente escalado nos amistosos da Seleção Brasileira com trânsito constante no Brasil (ele é casado com uma brasileira). Sua atuação foi absurdamente desastrosa, principalmente em lances capitais que um árbitro do seu gabarito não costuma errar, prejudicando e eliminando a equipe brasileira com dois gols anulados e dois pênaltis não marcados (relembre a análise da arbitragem daquela partida contra o Boca Juniors em: http://wp.me/p4RTuC-b0).

Entretanto, ontem, à Rádio Bandeirantes em seu programa esportivo noturno, o presidente Carlos Miguel Aidar, ao vivo, disse que em conjunto com o Cruzeiro, acordaram em pedir à Conmebol um árbitro estrangeiro, já que:

Um árbitro de fora é melhor pois não sente a pressão de ter apitado jogos aqui. Antes a Conmebol era pobre e precisa colocar árbitros do mesmo país; agora, ela é rica e não tem mais esse problema. Inclusive estará no Regulamento da Libertadores no ano que vem que em confronto de equipes do mesmo país a arbitragem será estrangeira.

Mas por quê justamente o Amarilla, malquisto aos olhos dos torcedores? Será que a Conmebol, pressionada e criticada pelas equipes anteriormente, quis demonstrar força e escalar justo o paraguaio (que nunca mais apitou por aqui desde aquele dia) como provocação?

Fica a dúvida: será que teremos Wilmar Roldán, o chamado “Castrilli da Colômbia” no jogo de volta, de tantas boas arbitragens na América do Sul mas de azares e má atuações em jogos envolvendo brasileiros?

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