– A falta de sensibilidade da Associação dos Árbitros ocorre por qual motivo?

Li a declaração abaixo no site especializado em arbitragem “Voz do Apito”, do jornalista Pedro Paulo de Jesus, e procurei ir à fonte comprovar se não era um equívoco. E não era…

Sentem-se em suas cadeiras: o diretor e tesoureiro da ANAF (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol), Salmo Valentim, após ouvir o depoimento do presidente da CBF Marco Polo Del Nero aos deputados nessa 3a feira, disse que:

“ – O que vimos hoje em Brasília foi a mais fiel tradução de um dirigente contemporâneo que investe na arbitragem por ser opcionalmente um árbitro de coração. Marco Polo Del Nero ensinou gratuitamente como se deve administrar as leis esportivas com transparência, ética e lealdade. É a primeira vez que vejo um Presidente da CBF falar abertamente sobre a formação de uma criança desde a base, indagando aos parlamentares que o Brasil é o único país do mundo que não autoriza que menores de 14 anos possam praticar esportes (…) O depoimento do Presidente nada mais é do que a mudança do esporte nacional através de um homem que merece o nosso respeito. O seu depoimento foi histórico!”

Respeito Salmo Valentim, sua pessoa e integridade, assim como aqueles que comungam de tal opinião. Mas discordo completamente de tudo o que foi dito!

Marco Polo FUGIU da Suíça na iminência de ser preso. No relatório do FBI ele é classificado como um “numeral” do esquema. Os contratos secretos da CBF, divulgados com exclusividade por Jamil Chade no Estadão, mostram a anuência de Marco Polo, José Maria Marin e Ricardo Teixeira. Sem contar o fato de ter acabado com a força da arbitragem paulista, matado os times do interior que estão com o pires na mão e tornado-se um ditador, que não largará o osso até ser (se for) preso.

Para a arbitragem, em específico, lamento em não tratar a sério o mais importante tema: a Verdadeira Profissionalização, onde a riquíssima CBF deveria ter um grupo de elite assalariado, com FGTS, INSS, 13o e demais direitos registrados na CTPS. Infelizmente, os próprios sindicatos e associações de árbitros DEFENDEM a pseudo-profissionalização, com árbitros formando cooperativas de trabalho – as quais, curiosamente, os mesmos dirigentes de sindicatos e associações comandam!

Lamentavelmente, só no Brasil os dirigentes de sindicatos desta categoria defendem o patrão ao invés do próprio sindicalizado. Por quê será?

Em tempo: vejo patrocínios diversos nas camisas dos árbitros. Quanto eles recebem em dinheiro e por direito de arena por tal exposição HOJE?

Hum… Que relação pacífica entre os cartolas do apito e da CBF, não?

#GER7x1BRA.
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