– Considerações dos jogos da Libertadores, Sulamericana/Copa do Brasil e Copa Ouro

O Futebol é (e sempre será) algo de inevitáveis discussões. Compartilho 3 temas interessantes para se debater, propiciados na noite desta 4a feira. Vamos a eles?

1- LIBERTADORES DA AMÉRICA 

O Internacional é a grande decepção das semifinais. Não pelo 3×1 que sofreu, mas por ter jogado apenas 15 minutos em 180 de disputa. Jogou até os 2×0 em Porto Alegre e nada fez em Monterrey. Diego Aguirre, treinador uruguaio, que sempre dá boas entrevistas (quando contratado, mostrou que tinha profundo conhecimento do futebol brasileiro e que estudava a fundo, em especial, o Campeonato Gaúcho), nada trouxe de novidade taticamente. E o pior: poupou tanto no Brasileirão, descansou demasiadamente e por fim não jogou nada. Geferson (com G mesmo) foi muito mal, cometendo uma falha grotesca no segundo gol do Tigres. Aliás, ele é o jogador que ninguém conhecia e que Dunga levou para a Copa América.

A grande pergunta é: na final entre Tigres x River Plate, a Conmebol deixará os convidados da Concacaf serem campeões? 

A dúvida é pertinente.

Eu NÃO CONFIO NELA. E os motivos são óbvios, o FBI que o diga. Aliás, o mais importante: quem escalará os árbitros é o paraguaio Alarcon, o mesmo amigo de Abel Gnecco, da Comissão de Árbitros da AFA, que foi flagrado em gravações pedindo Carlos Amarilla para apitar Boca Juniors x Corinthians (e que se vangloriou com o falecido Grondona de garantirem o título do Estudiantes contra o Santos). E a coincidência maior é: quando jogaram os também mexicanos e argentinos Cruz Azul x Boca Juniors, Alarcon escalou o árbitro brasileiro Marcio Rezende de Freitas que teve péssima atuação. Deu o time da Conmebol, naquela ocasião. Abel Gnecco caiu, mas Alarcon se sustentou. Vai dar outra vez um time da AFA/Conmebol contra o time convidado da Concacaf?

2- SULAMERICANA / COPA DO BRASIL

Durante o Campeonato Brasileiro, algumas equipes se contentam com a classificação na zona da Sulamericana. Mas depois a menosprezam. E por não ser simultânea à Libertadores e sim com a Copa do Brasil, fica a dúvida: o que é mais importante: ganhar a competição internacional ou a nacional?

Aqui fica a consideração: ambas classificam para a Libertadores do ano que vem. A Sulamericana possui viagens mais longas em estádios mais acanhados e de times teoricamente mais fracos. A Copa do Brasil (principalmente nessa próxima fase) tem jogos mais difíceis e prováveis clássicos. Qual o melhor caminho?

Em tempo: o Paulista de Jundiaí continua sendo a única equipe a ter vencido a Copa do Brasil tendo enfrentado somente equipes do Brasileirão da Série A, em 2005 – e classificado para a Libertadores 2006, venceu o River Plate no Jayme Cintra (desculpem a brincadeira, não resisto: o Galo Jundiaiense bicou as Galinhas Hermanas).

3- COPA OURO 

A Concacaf, que tem a mesma credibilidade (ou falta de) da co-irmã Conmebol, promove a “Copa Oro”, sua principal competição entre Seleções. No papel, a lógica seria uma final entre EUA X México. Os americanos foram surpreendidos pela Jamaica na semifinal. No outro jogo, o Panamá, por 1’30”, quase foi o outro finalista…

Quase, se não fosse o árbitro americano Mark Geiger!

Aos 88m, estando México 0x1 Panamá (os panamenhos tiveram um jogador expulso aos 25m do 1o tempo – Tejada deixou o braço no rosto do seu adversário quando a bola seria disputada pelo alto), eis que o panamenho Roman Torres escorrega na grande área e cai com o braço batendo totalmente de maneira involuntária sobre ela e o árbitro marca pênalti. Aqui não dá pra alegar intenção subjetiva, movimento antinatural ou qualquer coisa que o valha. Sinceramente, considerando que é árbitro da FIFA e em um jogo de tal importância, pela situação – da forma como aconteceu e com a final se concretizando de EUA x México para Jamaica x Panamá – não tenho dúvida: má fé do juizão! Ou não?

Aos 104 minutos (sim, no último minuto do 1o tempo da prorrogação), outro pênalti para o México: Cumminz (PAN) disputa a bola com um forte tranco em Orozco (MEX) e o árbitro marca outro pênalti. Este, duvidoso, parecendo tranco legal e o juizão interpretando como carga faltosa.

O certo é: “garfaram” o Panamá! Tanto que, após o apito final, as imagens mostravam os jogadores mexicanos sem esboçarem qualquer comemoração por chegarem à finalíssima, visivelmente constrangidos.

É por essas e outras que o futebol deve ser investigado por FBI, CIA, e outras entidades sérias.

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2 comentários sobre “– Considerações dos jogos da Libertadores, Sulamericana/Copa do Brasil e Copa Ouro

  1. ESSA PARTIDA FOI UMA VERGONHA O ARBITRO INVENTOU 2 PENALTIS QUE NÃO EXISTIRAM PARA CLASSIFICAR O MÉXICO EU ESTAVA ASSISTINDO A PARTIDA PELA INTERNET E FIQUEI REVOLTADO ESSE ARBITRO DEVERIA SER BANIDO DO FUTEBOL COM CERTEZA O MÉXICO COMPROU A PARTIDA !!!!

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