– Análise da Arbitragem de Paulista 2×0 Primavera. Como foi o juizão?

Não gostei da atuação do árbitro Allan da Silva Bonardi. Em jogo de baixa dificuldade, o árbitro deve passar despercebido totalmente, e isso não aconteceu. Claro que ele não teve influência no resultado final e a vitória do Galo sobre o Fantasma foi justa, mas façamos a nossa tradicional análise:

FISICAMENTE, a desejar. No 1o tempo o árbitro correu pouco, se mantendo em algumas oportunidades longe das jogadas. No 2o tempo, talvez por mais lances de ataque, melhorou na corrida.

DISCIPLINARMENTE, foi bem. Os 4 cartões amarelos foram bem aplicados, em um jogo extremamente limpo: apenas 13 faltas na partida, sendo 8 do Paulista e 5 do Primavera.

TECNICAMENTE, razoável. Nos lances de saída de bola e linha de fundo, “namorou” demais os bandeiras, demorando a definir as jogadas (no linguajar da arbitragem, “namorar” é ficar encarando um ao outro esperando que alguém defina se é escanteio ou tiro de meta). Com isso, logo no início da partida, inverteu um escanteio para o Paulista transformando-o em tiro de meta ao Primavera. No final da partida, após a marcação de impedimento a favor do Fantasma, Cajano (PAU) parou e Cortês (PRI), em velocidade, o atingiu com um chute. Se é com bola rolando, é cartão amarelo por infração temerária. Com a bola parada, não existe a punição por falta mas somente a aplicação da advertência. O árbitro relevou e nada fez. Cajano teve que sair de campo para atendimento médico, não conseguiu retornar e o Paulista terminou com 10 jogadores.

O bandeira número 1 Edson Rodrigues dos Santos teve muito trabalho com os impedimentos – e em um “suposto” saiu o gol anulado do Primavera. Para mim, lance muito duvidoso, o atacante do Primavera parecia estar em mesma linha. Pelas imagens, também tive a mesma impressão. Porém, creditar erro crucificando-o não se pode, já que realmente é algo difícil e o bandeira parecia estar crente no impedimento. Também foi do lado dele a jogada do segundo gol do Paulista: Quando a bola sobra para Cajano, igualmente me pareceu duvidosa a sua posição no momento em que ela é resvalada pelo seu companheiro; na sequência a bola é cruzada para Jader (que não tinha nada a ver com isso), que vem de trás e finaliza.

Enfim, algo a criticar: não faz sentido parada para hidratação aos 39m do 1o tempo, como houve no Jayme Cintra. Ela tem que ocorrer na metade da etapa, não próximo ao término. E se desconsiderar essa paralização, o 1o tempo acabou aos 44’14”.

Repito: a arbitragem não teve influência no resultado, mas poderia ter atuado bem melhor.

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