– Análise da “Bola na Mão/ Mão na Bola” de Corinthians 4×3 Sport

Em 2014, logo após a 1a pré-temporada dos árbitros da FPF com a nova instrução de interpretação da intenção do uso das mãos na bola, ao menos 3 árbitros me disseram: “está mais fácil marcar pênalti. Segundo eles, o fato de poder utilizar a interpretação de “uso antinatural dos braços” acabaria com muitas discussões, pois, na maior parte das vezes, seria infração.

Foi um verdadeiro desrespeito ao bom senso e ao espírito do jogo. A Regra não mudou, apenas a redação dela reforçou em seu texto que os juízes estejam atentos ao “jogador malandro”, que deixa o braço para que a bola bata nele de propósito, usando de uma intenção disfarçada. É isso, em resumo, o que significa “movimento anti-natural do braço”. Mundo afora, tudo normal. Só no Brasil que parece que inventaram outra coisa…

Em Itaquera, o jogador do Sport dá um carrinho e a bola bate em seu braço, após cruzamento do adversário. Como interpretar: infração ou não?

1- Para quem entende como lance normal: é impossível alguém dar um carrinho legal estando com os braços grudados no corpo; a bola é chutada forte, não tem como o braço desaparecer. Impossível crer que na queda o jogador demonstrou deliberadamente colocar a mão ou o braço na bola. E como no uso indevido das mãos não se deve julgar imprudência, mas sim só intenção, o lance é limpo (atenção: se você disser que “dar um carrinho com as mãos abertas está correndo risco de que ela bata neles”, saiba que isso é imprudência).

2- Para quem entende como infração: o jogador dá o carrinho já desejando usar as mãos, pois com a velocidade do lance e a forma como foi à bola, sabe que ela pode bater em seus braços e ganhar vantagem com isso. Portanto, ele pula com os braços soltos e levantados, aumentando o espaço de contato com a bola deliberadamente. Isso é movimento antinatural, e ele tem a intenção disfarçada de tirar proveito do uso das mãos, como se fosse involuntário (mas não sendo).

E aí, você marcaria pênalti ou não?

Aproveitando: com tantos árbitros disponíveis no quadro (temos 10 da FIFA), por quê escalar um árbitro de mesma federação? A quem não se recorda, lembre-se: no começo do Brasileirão, Sérgio Correa da Silva, chefe da Comissão de Árbitros, declarou que o presidente da CBF Marco Polo Del Nero queria acabar com dúvidas sobre a arbitragem e que tais escalas seriam a “PROVA DE HONESTIDADE” – termo usado para descrever a neutralidade dos juízes.

Só não consigo entender: escala um paulista em jogo de paulista no território paulista contra time pernambucano, mas aceita veto de Vuaden e Daronoco, gaúchos, por parte do Grêmio-RS. Aliás, o mesmo árbitro do Pará, Dewson Freitas, que apitou o GreNal domingo, apita de novo o Grêmio hoje.

Incoerência ou não?

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Um comentário sobre “– Análise da “Bola na Mão/ Mão na Bola” de Corinthians 4×3 Sport

  1. QUE COISA!!!!
    ATE QDO TEREMOS INCOPETENTES BRINCANDO COM A REGRA DE JOGO OU PIOR COM TANTO DINHEIRO QUE GASTAM COM FESTAS, FESTINHAS, ENCONTROS , REUNIOES Q NAO LEVAM LEVAM A NADA E NAO CONTRATAM UM TRADUTOR QUE SABE AO PE DA LETRA PARA TRADUZIR A REGRA!!!!!AS COMISSOES ESTAO SOFRIVEIS, INCAPACITADAS SO TEM INTERESSE PROPRIO E CABIDE DE EMPREGO, FOI BOLA NA MAO SEM DISCUSSAO, OS ARBITROS POR BANANA Q SAO MARCAM SEM SABER O Q ESTAO MARCANDO, PALMAS PARA A COMISSAO, CAMBADA DE BURROS

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