– O Delicado Momento do Futebol e da Arbitragem: O que se deve mudar?

Dias atrás comentamos sobre as exigências realizadas pela Comissão Nacional dos Clubes à CBF (vide em: http://wp.me/p55Mu0-yr). Em resposta, a CBF prometeu ser pioneira no mundo e usar imagens de vídeo em jogos (falamos também: http://wp.me/p55Mu0-yt).

O certo é que o assunto cansou. Seria desejo real de melhora ou apenas demagogia clubística? Como o Corinthians é líder, Grêmio e Atlético sugeriram um favorecimento deliberado (que entendo inexistente, escrevemos isso em: http://wp.me/p55Mu0-xV)

Recentemente, o presidente do time gaúcho Romildo Bolzan ofereceu um dossiê de mudanças! Para o bem dos co-irmãos e do futebol em geral ou em benefício a sua própria agremiação?

Daniel Nepomuceno, presidente do Atlético-MG, está neste mesmo pacote de mudanças do futebol e da arbitragem. Mas por quê quando os erros são a favor da sua equipe o entusiasmo diminui?

A questão é muito mais ampla. Como mudar a arbitragem e os campeonatos? É trabalho para muitíssimas discussões, que não podem ser feitas ao calor da competição. Creio que temos alguns pecados importantes da Comissão de Arbitragem (citamos 7 deles em: http://wp.me/p55Mu0-xp).

Tudo se resume em algo muito simples: a maior parte dos nomes que estão no comando das entidades do futebol (CBF, Federações, Arbitragem, Tribunais) são os mesmos há décadas nessa estrutura que é viciada! Criou-se um monstrengo administrativo cuja caixa preta só poderá ser aberta por gente realmente independente (e que quando abrir, “federá ainda mais”).

Tirar Sérgio Correa da CA-CBF não melhorará a arbitragem a curto prazo, já que Marco Polo só colocará gente da sua confiança e com os mesmos vieses de incompetência e subserviência. A médio prazo, teríamos outros nomes de árbitros. A longo prazo, gente melhor preparada. Mas há que existir um pontapé inicial para mudar!

Já para a presidência da CBF, quem deve entrar no lugar do Marco Polo Del Nero? Quem pede o direito ao posto é Delfim Peixoto, o folclórico e polêmico “dono” da Federação Catarinense que há décadas reina por lá. Mas o deputado capixaba Marcus Vicente, outro vice, tem a confiança de Marco Polo para sua substituição, caso realmente se confirme o que se especula: que ele pedirá licença da presidência para se defender de um possível pedido de extradição do FBI.

Em suma: assim como na política, o esporte brasileiro está carente de nomes que tragam esperança!

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