– Ponte Preta 0x1 Figueirense e o enésimo pênalti da Regra 12B

O sumido árbitro “Chicão de Alagoas” estava fora de jogos importantes há tempos. Francisco Carlos Nascimento, desde que perdeu o escudo FIFA para o paraense Dewson de Freitas (árbitro do polêmico jogo entre Atlético Paranaense 3×3 Palmeiras na Arena da Baixada) apitou muito pouco.

Na geopolítica esportiva da CBF é assim: para as regiões NO/NE, há a necessidade de dar o escudo internacional a alguém de lá, para fins políticos (nunca meritocráticos). Embora sejamos justos: isso acontece nas outras regiões também.

Sobre o lance: qualquer árbitro que não seja submetido ao rigor da orientação tupiniquim criada com exclusividade pela CBF sobre mão na bola e bola na mão, não marcaria esse “pênalti de queimada”. A FIFA sabiamente não mudou a regra, apenas orientou para que se reforçasse aos árbitros o cuidado com jogadores que disfarçadamente colocassem intencionalmente a mão na bola. Por aqui, virou “bateu-marcou“.

No lance desta 5a feira, o jogador do Figueirense chutou a bola que atingiu Ferron, para mim, no rosto do pontepretano. Mas o árbitro entendeu que foi na mão. Ora, se foi na mão, é a situação de proteção do atleta, nunca de intenção para tirar proveito da jogada (esqueça bobagens como “imprudência por estar com o braço aberto”). No futebol só vale mão por intenção (idem ao movimento antinatural dos braços, pois deve ser deliberado). Portanto, pênalti inexistente aos 13 minutos do 1o tempo, e que gerou o único gol da partida.

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