– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santo André x Paulista

Não gostei do sorteio de árbitros da FPF que definiu a arbitragem para o jogo tão importante entre Ramalhão x Galo. Em outros jogos da A2, árbitros de melhor condição técnica irão trabalhar. E para o Estádio Bruno José Daniel, Salim Fende Chavez, o chileno com nome de turco que não deu um pênalti claríssimo em Eric Mamadeira no último minuto de jogo na partida entre Paulista x Mirassol.

Relembre a péssima arbitragem desse jogo e saiba mais em: http://wp.me/p55Mu0-Px

Mauro André de Freitas e Rafael Tadeu de Souza serão os bandeiras. Samuel de Lima será o 4o árbitro.

Tomara que o juizão não comprometa!

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– Corinthians 2×1 Ponte Preta e a Sina do Prejuízo aos Pequenos

Não assisti a partida por estar trabalhando nos comentários de Paulista 5×0 Independente pela Rádio Difusora. Mas pelos melhores momentos, fiquei decepcionado com a arbitragem de Alessandro Darcie na vitória do Timão sobre a Macaca.

Bola que bate na mão não é pênalti; e mesmo com a orientação de avaliar o movimento antinatural do braço na bola (que por inúmeras oportunidades já explicamos – não mudou a Regra, não existe mão na bola por imprudência e a INTENÇÃO continua sendo o principal fator), não foi nada e o tiro penal a favor do Corinthians (e poderia ser qualquer outro grande), equivocadamente assinalado.

Em lance similar, a favor da Ponte Preta (e poderia ser a qualquer outro pequeno), não foi (acertadamente) marcado.

A sina é: há alguns árbitros que sentem a pressão e na hora da dúvida a camisa pesa. Não há como explicar a falta de critério em lances idênticos, lamentavelmente. Mesmo assim, Darcie estará escalado para o importante jogo entre São Caetano x Taubaté na A2 no próximo domingo.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 5 X 0 Independente. Um Galo caiu, outro Galo vai ficando…

Ah… se o Paulista de Jundiaí pudesse pegar alguns dos gols da noite dessa 4a feira e repartí-los nas partidas que faltaram… A situação seria mais tranquila, não?

Nesta rodada em que o Galo de Jundiaí ganhou fôlego e moral para permanecer na A2 (e rebaixou o Galo de Limeira para a A3), uma arbitragem que ficou a desejar.

Apesar do placar elástico, o jogo não foi tão tranquilo para se apitar como um todo. Com um início muito rápido e pegado (sem ser faltoso), a disputa entre os atletas não estava na mesma velocidade que o árbitro Demétrius Pinto Candançan. Houve uma dificuldade muito grande nos tiros curtos, sendo que estava apitando de longe. E se o novo uniforme da arbitragem cria uma certa “barriga” aos juízes os engordando, para quem já está um pouco acima do peso…

Henrique Pangella e André Pastor (IND) bateram pra valer! E reclamavam de tudo, sem serem advertidos. Em determinado momento do jogo, Pastor ficou à beira do gramado num verdadeiro discurso com o bandeira Vicente Romano Neto. Faltou pulso ao árbitro e ao bandeira para que não se tivesse a sensação de que os dois atletas “apitavam” o jogo.

Foram 14 faltas do Paulista e 18 do Independente, sendo 2 cartões amarelos para cada equipe (em especial, um muito bem aplicado a Felipe Santos/ PFC por simulação). A maioria das infrações no 2o tempo, quando o jogo se tornou mais nervoso e os erros de não marcação de faltas leves e/ou marcação de faltas não existentes aconteceram (a maioria pela distância do árbitro do lance ocorrido). Em destaque, um pontapé de Jordy Guerreiro (IND) em Ramalho (PFC) não observado e que seria passível de Cartão Amarelo.

Existiram 3 lances de bola ao chão, todos de faltas não marcadas e motivadas pelos atletas permaneceram lesionados necessitando paralisar as jogadas. No último, a equipe do Independente não praticou o famoso Fair Play na devolução de posse de bola e o clima esquentou.

Não existiram lances polêmicos, felizmente. O bandeira 2 e o quarto árbitro foram discretos e não pareceram na partida.

A questão fica: para a “decisão” em Santo André no próximo domingo (Santo André x Paulista, de grande rivalidade e de ambições de classificação/ fuga do rebaixamento), se faz necessário que a FPF escale o que tiver de melhor, pois os jogos derradeiros da A2 serão empolgantes, tanto para o acesso da A1 quanto para a fuga da A3.

Uma observação: Mamadeira, ao Marcelo Tadeu na Rádio Difusora, disse que os jogadores do Galo fizeram um pacto e se mantiveram em concentração desde a 2a feira. Que para o último jogo ela comece já!

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Paulista X Independente 

Demétrius Pinto Candançan, 43 anos, professor de Educação Física, 15 anos de arbitragem, apitará o confronto entre o Galo da Terra da Uva x Galo de Limeira.

Natural de Osasco, Demétrius é árbitro frequente nas escalas da série A2 e A3. Já esteve na A1, mas uma séria contusão o atrapalhou nesse período. Quando voltou, se firmou na divisão de acesso. O árbitro tem bastante experiência, não solta o jogo demasiadamente (apita muitas faltas), mas não aplica muitos cartões em condições normais. Uma curiosidade: Demétrius é bom jogador de futebol e seu irmão, André Pinto, foi centroavante na Portuguesa e em diversas equipes brasileiras e no exterior.
Outra curiosidade: será seu 8o jogo na A2-2016, sendo 1 empate e 7 vitórias para o mandante (ele apitou União Barbarense 2×0 Paulista na Rodada 08).

Enfim: bom árbitro e boa pessoa.

Os bandeiras serão Vicente Romano Neto (ex-aspirante à FIFA, que depois daquele fatídico erro num Corinthians x Ponte Preta numa eliminatória do Paulistão viveu um inferno na carreira) e Leandro Alves de Souza. O quarto árbitro será Lucas Martins Mola e Dias.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e um grande jogo aos atletas.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Independente pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quarta-feira, às 20h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 18h00 dentro do Show de Bola, para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Breve Análise da Arbitragem de Água Santa 4×1 Palmeiras e outras considerações

Jogo fácil para Leandro Bizzio Marinho apitar. Entretanto, alguns erros como o impedimento não marcado pelo seu assistente no 3o gol do Água Santa ou pelo cartão amarelo equivocado aplicado para Russo no pênalti a favor do Palmeiras atrapalharam sua atuação, além de outros pequenos erros. Mas seu defeito principal foi: posicionou-se mal em campo atrapalhando algumas jogadas; e se a partida fosse difícil, poderia ter se complicado.

Algo mais importante do que a arbitragem aos leitores palmeirenses é a busca da resposta para a seguinte pergunta: o que está acontecendo ao Verdão?

No começo da gestão Alexandre Mattos, um jogador por dia era contratado. Euforia na torcida…

Demitiu-se Oswaldo de Oliveira e contratou-se o treinador bicampeão brasileiro Marcelo Oliveira. Mas não deu liga…

Salários em dia, estádio novo, CT de 1o mundo, e…

Vou ficar no “e”!

Cuca, o novo treinador, amargou a 4a derrota consecutiva. Agora, vexatória de 4×1 para o modesto Água Santa de Diadema, treinado por Márcio Bittencourt (o mesmo que afundou o Paulista por 5 jogos quando esteve em Jundiaí e que recentemente ajudou a rebaixar o Atlético Sorocaba para a A3).

Não dá para explicar. O pior é que a realidade do inacreditável rebaixamento no Paulistinha, torneio feito para que os 4 grandes avancem de fase, é real. E no finzinho do campeonato, tem Palmeiras x Corinthians.

O Cuca era querido por muitos. Hoje, está sendo repudiado como a Cuca do Monteiro Lobato…

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– O Malandro e Maluco Goleiro

Maritzburg United x Arrows jogaram na África do Sul. Mais uma peleja de futebol que passaria despercebida se não fosse um “xarope”: o goleiro belga Glenn Verbauwhede, que provocou adversário, simulou ser agredido e teve a cara de pau de mergulhar em várias bolas que estavam à sua mão.

Engraçado, assista em: https://youtu.be/MtzS0MagrFM .

E se você fosse o juizão?

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Barretos X Paulista

Para o importante confronto entre Touro x Galo pela 17a Rodada da Série A2, um árbitro em ascensão estará atuando: Rodrigo Gomes Paes Domingues (que trabalhou sem maiores problemas em União Barbarense x Paulista no ano passado).

Da safra de árbitros que está apitando jogos relevantes na A2 e que aos poucos estão tendo oportunidades na A1, Rodrigo é o que está melhor vingando. Firme nas marcações, tem um estilo rigoroso. Bom para tal jogo.

Wellington Bragantim Caetano, que está fazendo um bom trabalho em 2016, será o bandeira 1. Leandra Cossette, apenas de atuações regulares, será a bandeira 2. Luciano Alves de Lima será o quarto-árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e um grande jogo às equipes.

– Análise da Arbitragem de Paulista 3 X 0 Rio Branco. Como foi o juizão?

Se um time já está praticamente rebaixado às vésperas do fim do torneio…

Se os salários estão atrasados…

Se um atleta tenta agredir seu presidente por falta de comida na concentração…

Se o ônibus da delegação quebra na Anhanguera…

Se não está em campo na hora do Hino Nacional…

Se o próximo jogo é fora de casa, no Domingo de Páscoa à tarde…

… haveria comprometimento dos jogadores na partida antecedente?

Foi o que aconteceu na noite desta quarta-feira no Estádio Jayme Cintra. Visivelmente alguns atletas do Rio Branco de Americana “pediram cartões”, forçaram situações e tornaram a partida, em um determinado momento, um espetáculo varzeano.

O Paulista de Jundiaí, mandante e adversário, que não tem nada a ver com isso, fez sua parte e ganhou fôlego para a permanência da A2, vencendo por 3×0.

Já o árbitro Marcelo Pietro Alfieri teve muito trabalho inicialmente, mas depois poderia apitar a partida na arquibancada. E explico as razões:

O time do Rio Branco chegou aos poucos no estádio, de carona, devido a quebra do ônibus. Deu WO no cerimonial de abertura e subiu depois das 20h para um breve aquecimento. E assim que começou a partida, reclamações infundadas de motivos diversos de vários jogadores. Vide o 1o gol do Paulista, quando havia 11×11: jogada limpa, sem dividida, nenhuma polêmica e com nada a reclamar. Sabe-se-lá Deus o porquê e as reclamações contra o árbitro eram insustentáveis, saindo os primeiros cartões amarelos e consequentemente o Vermelho por aplauso irônico de um jogador do Tigre.

Veja que curioso: aos 35 minutos do 1o tempo, tínhamos somente 3 faltas do Paulista e 12 do Rio Branco, só que nenhum cartão ao Galo e 6 Amarelos + 2 Vermelhos ao Tigre. E dos 8 cartões, apenas 1 por jogada temerária (os outros por indisciplina).

Para quem conhece do riscado, percebeu: após “todos os que desejavam receber cartões e/ou ficarem suspensos do próximo jogo”, o nervosismo, como um passe de mágica… passou!

Faltou aquela pergunta brincalhona: “tá calminho agora?”.

Me impressionou demais a tranquilidade e a passividade do Rio Branco após as punições. Era outro time! E escrevo isso tristemente, pois sou um amante do futebol do interior e o Tigre de Americana é uma equipe tradicional e simpática.

Marcelo Pietro Alfieri deu todos os cartões que precisava dar – e se fosse mais rigoroso (não que necessitasse), outros poderiam sair! Disciplinarmente, fez o que manda a Regra, faltando apenas um cartão amarelo no final do segundo tempo para Jonathan Brito (PAU) após dividir uma bola com o goleiro Neto (RBR), entendendo que foi jogo perigoso (pé alto), mas existindo de fato o toque no peito do arqueiro. Tecnicamente não foi exigido, aplicou bem a lei da vantagem por duas oportunidades e fisicamente esteve bem em campo. Um destaque positivo a Alfieri é que se posicionou espetacularmente correto em campo, seu ótimo senso de colocação no gramado merece a menção. Uma grata surpresa, muito melhor do que em outra feita que aqui esteve, contra o Bragantino no início do campeonato.

Rafael César Fernandes, bandeira 1, foi bastante participativo e ajudou o árbitro em marcações de falta. Luiz Paulo Fonte Domenich, bandeira 2, teve bastante trabalho com a linha de impedimento no começo do jogo, devido a inúmeras jogadas e à linha burra que não funcionava do Rio Branco, acertando tudo. Rosinel Campos, o quarto-árbitro, teve tranquilidade na partida, exceto quando o treinador Bordon ironizou a arbitragem mas soube ter calma suficiente na advertência verbal.

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– Bandeirinha Jundiaiense Lava-Jato, Arena Lava-Jato, Futebol Lava-Jato…

A Polícia Federal agiu no meio do futebol, onde a política resolveu se meter e corromper os negócios do esporte, esquentando dinheiro de corrupção do Governo com as Construtoras.

Logo cedo, pela segunda vez, a PF esteve em Jundiaí levando para depoimento coercitivo Flávio Lúcio Magalhães, importante bandeira do quadro da CBF e que hoje está aposentado (a primeira vez, quando foi preso, está em: http://wp.me/p4RTuC-cBL). Flávio é executivo da Andrade e Gutierrez, mas não o demonizem mais do que se deve: ele é apenas testemunha de fatos, não é um agente ativo, e passou a colaborar com seus depoimentos.

Já em Itaquera…

Era bola cantada! O esquema tão demagogo de construção do Estádio do Corinthians, cantado a verso e prosa pelos ex-presidentes brasileiro e corintiano, Lula e Andrés Sanches, sempre cheirou mal.

Quando foi dito que a Arena Corinthians seria paga apenas com a venda dos direitos do nome, há quem acreditasse. Publicamos os valores dos “naming rights” mundo afora e percebemos que, caso fosse verdade, a praça esportiva seria a mais valorizada do mundo! Vide essa matéria de Agosto de 2010, que é bem esclarecedora: http://wp.me/p4RTuC-7fg.

Ledo engano… a custo bilionário, impossível crer que tudo caminhava tranquila e honestamente. Parecia que, quanto mais caro, melhor!

Ontem, a Polícia Federal confirmou que André Oliveira, o vice-presidente do Corinthians e assessor do Deputado Andrés Sanches (ex-bicheiro, segundo muitos), foi denunciado por ter recebido R$ 500.000,00 de propina da Odebrecht.

Enfim: o que se esperava aconteceu (lavaram dinheiro de corrupção através do estádio) e os naming rights continuam a venda.

Será que alguma estatal (Petrobrás, Caixa Econômica Federal) teria coragem em investir milhões depois desse escândalo? Claro que não.

Será que algum patrocinador estrangeiro terá receio em associar o seu nome com um imóvel provido de um imbróglio que é o maior caso de corrupção da história, de acordo com a Operação Lava Jato? Claro que vai.

Para os torcedores do Timão (que nada têm a ver com isso), para o treinador Tite e os jogadores da equipe (que são meros funcionários profissionais) e para os associados do Sport Clube Corinthians Paulista, a vergonha causada pelos cartolas que se dizem “apaixonados e abnegados dirigentes” será não só grande, mas de constrangimento ímpar. Vide a gozação nas ruas, inevitável, além do mal maior: o roubo dos cofres públicos e símbolo de picaretagem que ficará associada por algum tempo no clube do Parque São Jorge.

Em tempo: O Maracanã também foi construído e administrado pela Odebrecht… e as outras Arenas? E o bilionário Mané Garrincha, em Brasília?

O #7×1 continua…

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– Ao Árbitro Thiago, meus sentimentos!

Com pesar, soube por amigos somente nesta terça-feira que a esposa do árbitro Thiago Duarte Peixoto, grávida de 7 meses, faleceu vítima de gripe suína (Vírus) Influenza tipo A.

Thiago já houvera sofrido com o falecimento da mãe, vítima de câncer (e infelizmente, trolls na Internet exploraram covardemente uma foto desse episódio às vésperas de um Corinthians x Palmeiras, vide em: http://wp.me/p55Mu0-pl ).

A vida nos prega peças. Indicado para o quadro de Aspirantes da FIFA e apitando bons jogos no Paulistão 2016, o que parecia um ano promissor, torna-se triste por tal dissabor.

Que Deus console e sustente o amigo e seus familiares neste triste momento.

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