– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Juventus

Uma figuraça (do bem)! Esse foi o árbitro da partida na qual o Galo venceu o Moleque Travesso no Jayme Cintra.

O juiz Rogério Laranjeiras correu demais (demais mesmo). Não se posicionou tão bem nas diagonais, mas compensou na velocidade.

Tecnicamente, marcou tudo corretamente. Disciplinarmente, idem, aplicando com acerto os cartões amarelos.

Destaque positivo vai para dois lances (um para cada time) onde esperou uma vantagem se concretizar, ela não ocorreu, e ele aplicou a falta vencida. Correto!

O destaque negativo vai para a postura! Rogério tem um ruim vício de excesso de trejeitos. Sinaliza bem as marcações, mas as vezes passa do ponto. Por exemplo: marcou um tiro de meta a favor do Juventus no segundo tempo correndo com o braço indicando a saída de bola e voltando à sua posição devida, o chamado “aviãozinho”. Em outro tiro de meta, agora a favor do Paulista, saiu correndo do meio de campo para a grande área com o braço em riste em um lance claro. Totalmente desnecessário, chamativo demais.

O árbitro foi bem, mas fica a dica: ser muito mais discreto em campo. Mas um ponto para puxar a orelha: prometeu 50 minutos no 2o tempo e acabou com 49’20”, com muita reclamação do pessoal da Moóca pois o Juventus estava no ataque.

O bandeira Maurício Helder Alexandrino foi pouco exigido. A bandeira Márcia Caetano Bezerra marcou 8 impedimentos, sendo a maioria em lances ajustados.

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