– O Pênalti não marcado em Mirassol 0x1 Santo André: entendo o movimento antinatural dos braços!

Quem quer entender o que é “a nova orientação da interpretação do uso indevido das mãos na bola“, vale assistir o lance reclamado (e não marcado pelo árbitro) pelo time do interior paulista contra o do ABC, na decisão de sábado da Série A2.

Lembrando: não existe imprudência para avaliar se uma bola bate na mão ou se a mão é colocada propositalmente. Existe apenas uma condição: MÃO INTENCIONAL, que pode ser explícita ou disfarçada.

O atacante do Mirassol avança, cruza a bola para a área e o defensor andreense pula com os dois braços levantados, nitidamente desejando ampliar o seu espaço, visivelmente de maneira antinatural, sem querer evitar um futuro toque da bola em seus braços.

Esse tipo de ação é o clássico exemplo de INTENÇÃO DISFARÇADA, ou seja, quando o atleta usa de um movimento antinatural dos braços. Ele pulou de uma forma que poderia ser evitada.

Para mão na bola, reforço que tem que existir intenção: explícita, quando o movimento é claro, ou disfarçada, quando o movimento é antinatural como o desse lance.

Vale ressaltar: lamentável a entrada de sinalizadores no estádio. A torcida de Santo André viaja mais de 500 km para assistir o jogo e usar esses artefatos sabidamente proibidos! Tenha paciência…

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(imagem: Agência Futebol Interior)

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