– O erro de arbitragem consertado em tempo hábil no Palmeiras 4x 0 Atlético Paranaense

Uma tarde, digamos, atrapalhada do árbitro carioca Bruno Arleu de Araújo no Allianz Parque.

Mau posicionado dentro de campo, embora razoável tecnicamente, se destacou por um lance curioso: aos 36 minutos do 1o tempo, estando ele longe da jogada, viu Paulo André (CAP) se enroscar numa disputa de bola com Lucas Barrios (SEP). Foi falta do zagueiro sobre o atacante, mas o árbitro equivocadamente interpretou ao contrário. Errou, e marcou falta de ataque do paraguaio (simulação ou falta de ataque?), aplicando o cartão amarelo a ele (e sendo o segundo, teria que ser expulso).

Após a lambança, o bandeira 1 Luiz Cláudio Regazone provavelmente o informou do erro e o juizão voltou atrás, para a legitimidade do lance. O cartão foi retirado e “re-aplicado” a Paulo André, e a falta remarcada para a equipe paulista.

Em tempos de tantas mudanças de regras, será que o árbitro estudou tanto os detalhes do livrinho que se esqueceu do be-a-bá?

Claro que não. Foi simplesmente um erro ocorrido por estar distante do lance e corrigido pelo assistente. Mas um detalhe: acabar a partida aos 45 minutos do 2o tempo não dá. Não existiram paralisações ou substituições para o acréscimo?

Em tempo: nos acostumemos a ver relógios marcando 50, 51 e 52 minutos no Brasileirão em jogos com parada para hidratação. Não se parará mais o cronômetro em tais situações, e o árbitro deve se comprometer a recuperar essa pausa após os 45 minutos.

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2 comentários sobre “– O erro de arbitragem consertado em tempo hábil no Palmeiras 4x 0 Atlético Paranaense

  1. Olá, boa noite!

    Está acontecendo um campeonato Municipal de Futebol Amador na minha cidade. A dúvida é, aconteceu um problema (na verdade dois) na fase de grupos em que um time estava vencendo pelo placar de 1 a 0, e próximo de acabar o 2º tempo e o árbitro já tinha expulsado um jogador do time que estava vencendo.

    Daí vem a problemática, num determinado lance do jogo, o árbitro marcou pênalti para a equipe que estava perdendo o jogo e expulsou o jogador. Em seguida, o árbitro foi até o banco de reservas da equipe que sofreu o pênalti e expulsou um jogador que já tinha sido substituído na partida, entrando assim os dois em discussão e posteriormente o árbitro agredindo fisicamente o jogador em questão gerando uma briga dos dois e uma confusão generalizada.

    O QUE FAZER???

    Passado a briga, o árbitro segue para dar o pênalti, só que a equipe que está vencendo por 1 a 0, os jogadores começam a reclamar e tirar as camisas dentro de campo, gerando expulsões (sabemos que uma partida só poderá prosseguir com no mínimo 7 jogadores em campo) e a partida é encerrada sem que o time que está atrás do placar bata o pênalti.

    O QUE FAZER???

    O regulamento da competição só previa que um time só poderia concluir uma partida com o número mínimo de atletas em campo. E que todos os casos omissos no regulamento seriam decididos sem apelação pela Comissão Organizadora, que resolverá de acordo com as normas da ética Esportiva e Legislação Vigente específica para o futebol, conforme determina a FIFA.

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  2. Aí não existe resposta pronta. A única coisa: o Tribunal / Comissão julgadora terá que avaliar até onde o árbitro teve legitimidade de arbitrar a partida, já que, segundo você, houve agressão. O bom senso mandaria fazer outro jogo com outro arbitro, punindo o agressor (e, no caso, jogadores agressores também).

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