– A Permissão EM OFF para testes de vídeo e o árbitro emudecido.

A CBF prometeu que usaria o árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro. Não poderia fazer de maneira oficial, já que o tempo era curto, o torneio não poderia começar sem o recurso eletrônico e tê-lo no meio da competição, e as imagens teriam que ser feitas por geradora independente.

O discurso, evidentemente, era demagogo. E eis que a FIFA não liberou o uso do recurso de árbitro de vídeo para utilização oficial para ajudar os árbitros, nem liberou o Brasileirão para que tivesse tal benefício em formato de teste prático. Ela permitiu somente testes em OFF: ou seja, se acontecer um lance polêmico, o árbitro não poderá tomar a sua decisão com base no uso do vídeo. O novo árbitro (AV, o árbitro de vídeo) estará vendo as imagens, agindo como se fosse corrigir o árbitro, mas não o fazendo de fato.

Na prática, é um simulado que não poderá ter interferência em campo. Um teste sem uso verdadeiro do recurso, e que poderá trazer um grande problema: e se o árbitro tomar uma decisão polêmica e voltar atrás? Dirão que ele recebeu informação do árbitro de vídeo que em tese não poderia informá-lo?

Aqui fica a confirmação: a CBF disse iria usar o árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro, mesmo sabendo que seria uma mentira. Terá que se contentar com um teste oficial, “quase nulo” na prática, pois o ideal era testar com as informações valendo, não com um AV mudo.

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