– A nova realidade da Seleção, dos Árbitros e dos Clubes Brasileiros

A minha geração se encantou com Telê-82 e se assustou com Lazzaroni-90. Se irritou com o apito amigo hermano em 78 (mas finge que nunca ouviu falar do apito amigo brazuca de 62). Suportou o título pragmático de Parreira-94 e festejou nas clínicas cardíacas Felipão-02. E que esperava mudanças após o #GER7x1BRA-14, mas ficou só na vontade…

Na verdade, criou-se uma falsa sensação de superioridade absoluta ao longo dos anos que contrastou com o inicial Complexo de Vira-Latas. O Brasil nunca foi uma Seleção de “NBA do futebol”, nem quando tínhamos as encantadoras Seleções de 70 e 58 (por vídeos, as melhores que vi jogar).

Contra o Equador, o 0x0 foi bom, e escrevo isso com dor no coração. Afinal, eles são líderes das Eliminatórias Sulamericanas para a Copa de 2018 e nós estamos distantes na pontuação.

Somos um time muito bom, uma equipe comum turbinada por Neymar (que está assistindo nas arquibancadas), mas não nos classifiquemos como excepcionais. Já fomos, não somos mais.. Deixemos o ufanismo de lado e rendamo-nos à realidade. Entre os grandes, somos apenas um deles.

Não podemos deixar de citar o futebol dos clubes brasileiros, que deixou de ser diferenciado e se apequenou. Vide a diferença entre América do Sul e Europa. Some-se, ainda, a baixa qualificação dos árbitros internacionais brasileiros de hoje. Antes, tínhamos 10 FIFAs com condições de apitar uma Copa do Mundo. Hoje, se muito, 3 ou 4.

Infelizmente, não vejo mudanças positivas à vista… E você?

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