– Análise da Arbitragem de Ponte Preta 2×2 Internacional

Nunca vi Leonardo Cavaleiro apitar. Somente o conheço por queixas de clubes contra algumas de suas arbitragens no Campeonato Carioca (mas por aí não vale julgar). Hoje, vendo a lambança no Moisés Lucarelli, assustei! Como foi escalado na série A?

LANCE 1 – No 1o tempo, a Ponte Preta chuta uma bola ao gol e o zagueiro do Internacional se vira de costas para disputar a bola. Mas ele “dá um migué” e ergue os braços para interceptá-la. É a intenção disfarçada, o verdadeiro movimento antinatural dos braços (isso é pênalti, não os de queimada que se vê por aí sendo chamados erroneamente de movimento antinatural). Errou o árbitro. 

LANCE 2 – A bola é chutada de longe e bate dentro do gol colorado – em cima e embaixo. Lance chato, difícil. Vai pra conta da CBF em não querer ficar com os equipamentos de chip na bola deixados pela FIFA depois da Copa do Mundo. Segundo erro grave do árbitro. 

LANCE 3 – Rhaynner entra na área e é interceptado por Paulão. Pênalti para a Ponte Preta, ignorado pelo árbitro que inexplicavelmente não marcou. Pelo seu posicionamento, daria para marcar. Terceiro erro do juizão carioca. 

Três erros dessa magnitude no estádio da Ponte, contra a Macaca, cá entre nós: há de ser corajoso, não?

Enfim: veremos o tal de DVD da Ponte Preta na CBF reclamando da arbitragem (e de maneira justa). mas seria bacana, embora utópico, crer que o Internacional fizesse o mesmo alegando que “reclamamos da arbitragem não só em causa própria, já que fomos beneficiados, mas pelo bem do futebol.

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