– O Novo Formato para a FIFA escolher o melhor jogador do Mundo

A FIFA se separou meses atrás da France Football Magazine da organização do “Bola de Ouro” e cada entidade realizará sua própria premiação. A Revista continuará com seu “Ballon d’Or”, e a FIFA anunciou a criação do “The Best Football Awards.

E aqui uma grande novidade: Gianni Infantino, o atual presidente, determinou que os torcedores participem da escolha de melhor treinador e melhor jogador. Assim, existirão “votos com peso”:

– 25% de uma Comissão de 200 jornalistas,

– 50% dos Capitães e Treinadores das Seleções Mundiais e

– 25% restantes do voto popular feito pela Internet.

Claro que o limite mostra uma salvaguarda para que não se tenha uma campanha direcionada para alguém, como no caso do Prêmio Puskas de 2015, onde os brasileiros turbinaram através de correntes nas redes sociais o voto ao jovem Wendell Lira (que já abandonou a carreira de jogador de futebol).

Gostou do novo modelo de escolha?

Ainda insisto: nunca a FIFA colocará em votação a escolha de “melhor árbitro” da temporada?

bomba.jpg

– Sobre Dewson Freitas estar escalado para o clássico Santos x Palmeiras. Haja coração!

Para Santos x Palmeiras, apitará o árbitro paranese Dewson Freitas, de irregulares arbitragens e que precocemente foi indicado ao quadro da FIFA. Será auxiliado pelos menos experientes conterrâneos Márcio Gleidson Dias e Hélcio Neves (em tempos nos quais os bandeiras têm sido protagonistas…).

Nesse ano, não deu um claríssimo pênalti do goleiro Cássio em Ábila em Corinthians x Cruzeiro no Itaquerão (vide em: http://wp.me/p55Mu0-12M), não deu um pênalti por mão na bola tão claro quanto o lance anterior citado a favor do Verdão em Flamengo x Palmeiras no Mané Garrincha (vide em: http://wp.me/p55Mu0-Xv). No final do ano passado, deu um ridículo pênalti de bola que não bateu na mão a favor do Mengo em Flamengo x Ponte Preta (vide em: http://wp.me/p55Mu0-E3), um inexistente pênalti onde a bola bate no cotovelo de Matheus Reis em São Paulo x Vasco (vide em: http://wp.me/p55Mu0-Bt) e uma horrorosa atuação na Arena da Baixada em Atlético Paranaense 3×3 Palmeiras (vide em: http://wp.me/p55Mu0-Dl).

A normalidade é que sua arbitragem, pela competência técnica, seja polêmica (e torcemos para que seja o contrário: que ele tenha uma boa atuação).

E você, o que espera do clássico?

bomba.jpg

– 153 anos de Futebol e 11 curiosidades

Nesta quarta-feira, se festeja 153 anos do futebol!

Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.

Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.

Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.

Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.

1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;

2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: ‘são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão’; simples assim!

3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.

4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola esteja no ataque ou não.

5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.

6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).

7) O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.

8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.

9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.

10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.

11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).

É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, acréscimos na partida, área técnica, entre outras.

E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário de 153 anos?

Deixe seu comentário:

url.jpg

– O Estádio do Corinthians foi ou não um presente? Lembrando do pagamento via naming rights…

Como o assunto extrapola o noticiário, embora não seja especificamente do tema “arbitragem”, publico tal matéria:

O que penso particularmente sobre a declaração de Emílio Odebrecht, que disse ter “dado a Arena de Itaquera como presente ao Lula”, conforme divulgado no último domingo? Precisamos fazer algumas considerações… (continua no link abaixo):

Fonte: – O Estádio do Corinthians foi ou não um presente? Lembrando do pagamento via naming rights…

– Nova Comissão de Árbitros e Velhas Lambanças no Domingo

Já era previsto: Marco Polo Del Nero faz o que melhor sabe fazer com a arbitragem nacional reconstruí-la com pilares frágeis.

Em São Paulo, quando presidente da FPF, “inventou” o Cel Marinho, que cuidava das brigas de torcidas organizadas, como chefe dos árbitros (para dizer que não existia desonestidade dos juízes de futebol). Sem conhecer as 17 regras do jogo, Marcos Marinho se apoiou em algumas pessoas, como o seu braço direito Arthur Alves Jr (o “Arthurzinho”, presidente do Sindicato dos Árbitros e ex-tesoureiro da Cooperativa), nomeando-o membro da CEAF. Marinho ganhou força dentro da FPF e outros cargos de confiança de Del Nero. Claro, ter militares ao seu lado quando lhe é imputada culpa é um bom respaldo.

Na CBF, após anos no poder, Sérgio Correa da Silva, outro cartola do apito amado por Marco Polo, foi remanejado para mais uma diretoria: a da “Criação do Árbitro de Vídeo”. Cel Marinho assumiu, dessa forma, a chefia dos árbitros brasileiros (mesmo sem ter tido mérito em SP).

Um adentro: o Árbitro de Vídeo foi prometido para Maio de 2016 e cobrado aqui nesse espaço. Adiado para Agosto, passou para “em OFF” em Setembro, virou projeto para a série B em 2017 e agora previsto para Outubro do Ano que Vem! Você acredita na promessa desses dirigentes?

No domingo, vimos o que fez Francisco Carlos do Nascimento (o Chicão de Alagoas), que foi “ressuscitado” para o Brasileirão pelo Cel Marinho justo num GreNal! “Cantamos a bola que “ía dar circo”, e deu… Rodrigo Dourado apanhou, levou soco e… Cartão Vermelho! Pode?

No Allianz Arena, o Palmeiras venceu o Sport mas o time pernambucano não se conforma com o pênalti cometido por Mina, onde há a clara intenção de bloquear a bola erguendo o braço em direção a ela (isso sim é movimento antinatural). Com tantos pênaltis de queimada sendo marcados, Ricardo Marques Ribeiro não deu justo esse que foi, errando novamente a favor de um time grande frente a um time pequeno. Despreparo técnico e pressão aceita, não dolo proposital, entendo eu (ruindade, se preferir).

No Maracanã, o bandeira Aspirante à FIFA Rafael da Silva Alves deu uma incrível bobeada e não marcou o claríssimo impedimento do ataque do Flamengo validando o gol irregular contra o Corinthians. O juiz Anderson Daronco poderia chamar a responsabilidade para sim? Talvez, mas eu penso que não, pois o lance é prioritário ao bandeira.

No Couto Pereira, o Coritiba reclama da expulsão de Kleber Gladiador contra o Fluminense e da atuação de Raphael Claus. Como não assisti, não posso comentar.

OUTRAS OBSERVAÇÕES:

  • Disse em minha participação no Futebol Esporte Show do SBT (VTV e TV Sorocaba) que a torcida do Guarani deveria ir ao Brinco de Ouro aplaudir o time pelo acesso à série B, mas que depois da derrota por 4×0 contra o ABC de Natal, não se entristecesse por não fazer a final da Terceirona. ERREI redondamente. Pouco mais de 3000 pessoas viram a mais incrível virada dos últimos tempos num jogo de volta: Guarani do surpreendente técinco Marcelo Chamusca (não é o Péricles) e do interminável Fumagalli fez 6×0 no ABC de Geninho e do “não tão menos” interminável Lúcio Flávio.
  • Perguntar não ofende: a crise é tão grande assim que a edição do Lance que circula aqui em Jundiaí não traz mais os jogos iniciados depois das 18H?
  • E o Mourinho, hein? Quatro gols e justificou que a equipe teve erros individuais? Ô professor...

bomba.jpg

– O pênalti polêmico marcado em São Paulo 2×0 Ponte Preta

Via de Regra, sempre que você ver um carrinho de zagueiro e a bola bater em sua mão despretensiosamente, é “bola na mão” e não “mão na bola”. Entretanto, com a orientação de movimento antinatural publicada há 3 anos, alguns árbitros confundem a intenção disfarçada com casualidade e erroneamente marcam a infração. Isso tudo foi fomentado por um equivocado vídeo da CBF TV onde a Diretora da Escola de Árbitros Nacional, Ana Paula Oliveira, relata em um carrinho numa partida Fluminense x Palmeiras uma mão na bola involuntária num carrinho como lance faltoso. Isso desandou uma demanda incrível de pênaltis errados, criando uma regra brasileira: a 12B.

Um lance parecido com esse aconteceu na tarde de sábado no Morumbi: o zagueiro Fábio Ferreira dá um carrinho e a bola acerta a mão. A primeira pergunta é: houve intenção?

Nesse caso, é lance de interpretação. A mim pareceu que sim. Fábio dá o carrinho, abre os braços e nem esboça evitar o contato. A propósito, reparem que ele dirige o braço para que ele bata na bola. Isso sim é movimento antinatural / intenção disfarçada. O que NÃO É PÊNALTI é o movimento natural ou a imprudência (lembre-se: não se avalia pênalti por correr risco, somente por intenção). Acertou o árbitro Marcelo de Lima Henrique ao marcar o pênalti para o São Paulo.

Aproveito a oportunidade e chamo a atenção para o apito final de Marcelo. Ao encerrar o jogo, ele parecia vibrar! E estava mesmo. Alguns trolls na Internet creditaram que o juizão estava comemorando a vitória do Tricolor Paulista contra a Macaca. Nada disso, quem é árbitro ou amigo dele sabe o quanto lutou desde o último teste físico (no qual teve que ficar parado) para voltar a apitar. Foi seu momento de extravasar, de comemorar, de agradecer a Deus pela volta em bom estilo e com boa atuação. Digo mais: para quem vive a arbitragem, foi de arrepiar esse momento. Aplausos (como eu fiz em frente à TV) para a luta do Marcelo de Lima Henrique.

bomba.jpg

– Se pensar não apita?

Mirandinha, aquele que veio do Payssandu e jogou no Corinthians, um dia disse: “se eu correr não dá para pensar”.

E não é que o Coronel Marcos Marinho repete aos árbitros esse discurso?

Ao GloboEsporte.com, disse o novo chefe dos árbitros da CBF:

Você ensina aos assistentes, aos árbitros, para sempre marcar o que viu primeiro. Se começar a pensar no lance, vai começar a errar. Certo ou errado, é o que viu. O Emerson quis fazer uma justiça, ‘se eu errei tenho de voltar atrás’. Isso bateu na cabeça dele. Mas na sequência ele foi na primeira visão, no impedimento. Ele quis tentar fazer justiça e acabou prejudicando toda uma situação“.

Respeitosamente, mas o Coronel (que nunca apitou e tardiamente virou chefe dos árbitros do Marco Polo Del Nero em São Paulo sem nunca ter lido um livro de regras), começa muito mal no seu discurso.

Aliás, não só no discurso, mas nas escalas: Chicão de Alagoas volta ao cenário nacional justo no… Grenal!

Haja emoção!

bomba.jpg

– STJD anulará Figueirense 1×2 Palmeiras?

Pensei que não era séria a informação, mas ao ver nos principais noticiários, assustei!

Quer dizer que o Figueirense quer imitar o Fluminense e pedir a anulação de seu jogo junto ao Tribunal?

Mas aqui é diferente: o time carioca, mesmo a contragosto de muitos, possui um argumento válido para pedir o cancelamento do jogo contra o Flamengo (já falamos sobre isso, vide em: http://wp.me/p55Mu0-19a). 

Já o Figueirense não tem um argumento coerente, pois quer transformar erro de fato em erro de direito para anular o jogo contra o Palmeiras. Na oportunidade, falamos sobre 3 lances polêmicos daquela partida (vide nossa análise em: http://wp.me/p55Mu0-18M). 

Porém, existe a queixa de que o 2o gol palmeirense surgiu de um arremesso lateral irregular, onde o atleta do Palmeiras cobra o lateral, a bola supostamente não entra em campo num primeiro momento, tocando do lado de fora do gramado, entra em campo e aí na sequência sai o gol.

E por que isso não anularia o jogo? Pois isso é erro de fato!

Erro de direito vale a anulação, pois é quando o árbitro desconhece / descumpre intencionalmente uma regra, despreza a norma ou se omite de atendê-la. 

Erro de fato é quando há equívoco na interpretação de um lance. O árbitro Igor Junio Benevenuto (aspirante à FIFA) e o bandeira FIFA Guilherme Dias Camilo conhecem a Regra 15 (Arremesso Lateral), e entenderam que a bola pingou dentro (lembremo-nos que: se a bola não entrou em campo, o jogador deve COBRAR NOVAMENTE o arremesso. Se ele cobrar errado, como não passar a bola sobre a cabeça, soltar ela só com uma mão ou a mesma entrar em campo incorretamente, é REVERSÃO).

Assim, é claríssimo que o bandeira entendeu que a bola estava em campo. É erro de interpretação (portanto, erro de fato e que não anula o jogo) ao invés de desconhecimento de regra (erro de direito que cancela a partida).

Se o STJD anular o jogo, é pura média!

– Vai anular o FlaFlu? O Tricolor Carioca tem razão?

Gostemos ou não, achemos simpático ou não, moral ou imoral, mas… se o Fluminense PROVAR que o árbitro Sandro Meira Ricci usou de recursos externos para tomar a decisão da anulação do gol de Henrique contra o Flamengo, a partida poderá ser sim anulada.

Entenda:

  1. Quando o árbitro toma uma decisão no jogo por desconhecimento ou de maneira que exista proibição da Regra do Jogo, é erro de direito e isso é motivo para anular um jogo. Exemplo: se ele tomou a decisão de anular o gol do Fluminense após informação externa.
  2. Quando o árbitro toma uma decisão equivocada por interpretação de lance, é erro de fato e nada pode se fazer. Exemplo: o pênalti de Egídio em Rafael Silva, no qual o árbitro não marcou a penalidade por entender erroneamente que o lance foi na bola.
  3. Quando um atleta ou membro de Comissão Técnica usa de um artifício ilegal, a punição é individualizada e não cabe anulação de partida. Exemplo: o Ponto Eletrônico de Cuca.

Dessa forma, se (reforço: SE) o Tricolor Carioca demonstrar que Sandro Meira Ricci tomou sua decisão baseada numa informação externa ou por imagem de TV, mesmo que sua decisão for acertada (ou seja, o gol estava realmente impedido), a forma na qual o fez foi irregular e grave.

Será interessante: em 2005, o STJD remarcou partidas sob suspeitas de manipulação mas que cujos resultados, na prática, não foram mexidos. Os jogos não tiveram ação criminosa, pois não se via lances polêmicos em todas elas. Sob o argumento de legitimidade, jogou-se desnecessariamente de novo. Agora, 11 anos depois, corre-se o risco do STJD mandar disputar um jogo em que, por vias tortas, a decisão estava correta.

Na prática, se jogará uma partida (se for remarcada) onde o placar foi confirmado pelo método irregular mas corretamente legitimado na decisão. Quem estuda regras e regulamentos está exercendo o direito dele, mesmo que achemos isso antidesportivo.

Mas reitero: o Fluminense terá razão SE PROVAR. Caso contrário, nada muda e ficará marcado como chororô.

bomba.jpg

– Previsível situação… O prêmio ao Ricci!

Escrevemos na postagem da semana passada que o árbitro Sandro Meira Ricci poderia ser suspenso (devido a confusão do FlaFlu) coincidentemente em época de algum bom torneio internacional (vide em: http://wp.me/p55Mu0-18G).

E não é que o árbitro foi convidado e topou apitar por 1 mês na Super Liga Indiana, aquele milionário torneio asiático que tem sido realizado na Índia (no período em que ficar de fora do Brasileirão)?

Valeu o gancho!

bomba.jpg

foto: O GLOBO