– O árbitro zambiano na Final foi decisivo ou não? Ou foi a tecnologia?

Muito se tem criticado a não expulsão de Sérgio Ramos no jogo entre Real Madrid 4×2 Kashima (a partida estava 2×2), e foi decidida na prorrogação.

Foi uma “pipocada” do juizão? Provavelmente. Mas e o árbitro de vídeo, acompanhado de outros árbitros que estavam na cabine de imagens? Não poderiam ter “dado um toque” a ele que era necessário punir disciplinarmente com rigor o atleta merengue? Afinal, essa é uma atribuição do VAR.

A tecnologia de nada adiantará se for feito mau uso dela. Ela ajuda, mas o fator humano é ainda mais importante.

A propósito: que frescura essa idéia de continente neutro na decisão. Qual experiência tem o árbitro Janny Sikazwe, de Zâmbia, para apitar tal jogo?

Nessa eu insisto em criticar o chefe dos árbitros, Massimo Bussaca: quer fazer média política com outros países e esquece-se que uma final, seja do que for, tem que escalar os melhores.

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