– O Melhor, o Pior e os Outros do ano futebolístico em 2016

O calendário do futebol mundial “termina”, em tese, com a Copa do Mundo de Clubes da FIFA. Não há futebol profissional aqui no Brasil (exceto as peladas solidárias). Claro, na Europa é um pouco diferente e os campeonatos continuam (especialmente na Inglaterra).

No balanço final, alguns apontamentos sobre “melhores e piores” neste ano que está se encerrando:

A decepção: Internacional, rebaixado e mal administrado.

A surpresa: Kashima, o vice-campeão mundial de futebol da FIFA.

A regularidade: Atlético Nacional, que há tempos vem mostrando a evolução tática do futebol colombiano.

A afirmação: Palmeiras, que com investimentos financeiros, estruturais e científicos ganhou o Brasileirão.

O melhor: Zinedine Zidani, que brilha no Real Madrid como técnico da mesma forma como brilhou como jogador.

O pior: Cartolas da CBF, em todas as áreas.

A tristeza: Chapecoense e o acidente.

O “finalmente”: Portugal e seu título na Eurocopa.

O “espetaculoso”: Tite e a guinada da Seleção Brasileira.

O “brochante”: o futebol apresentado por Corinthians e São Paulo.

O “motivante”: ver Messi, Cristiano Ronaldo, Suárez e Neymar em campo.

E o que esperar para 2017?

Difícil afirmar, mas se fosse um desejo, parafrasearia Juca Kfouri: “Viaja, Marco Polo”

Em tempo: melhores árbitros do ano (é importante ressaltar): Daronco e Claus. Que surjam outros no ano que vem.

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