– A Copa São Paulo é para revelar ou não?

Começará a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018 na semana que vem. A competição é apaixonante para quem gosta de esportes, e abre o calendário futebolístico do Brasil.

Porém, a “Copinha”, como é conhecida carinhosamente a competição, há tempos deixou de ter o propósito inicial: apresentar os craques do futuro e revelar atletas.

No começo, craques surgiam em grandes jogos de equipes de ponta. Clubes de expressão conseguiam mostrar o trabalho realizado nas categorias de base, enfrentando co-irmãos da mesma grandeza.

Hoje, equipes de todo o país, até mesmo as que não se sustentam durante o ano, disputam a Copa SP. Esquadrões formados às pressas, seleções regionais e combinados de atletas de empresários influentes acabam se envolvendo com clubes grandes. E como no futebol nem sempre o melhor vence, pode ocorrer de um grupo qualquer, por ser jogo único, eliminar um time sério que trabalha o ano inteiro. E isso não é bom para o futebol… Já tivemos o Roma de Barueri (de onde veio e para onde foi?) vencendo o torneio em cima do São Paulo FC.

Quem continua fazendo trabalho sério no esporte: o Roma ou o SPFC? O primeiro vende (ou vendia) atletas como mercadoria bruta, o outro forma jogadores (incluindo trabalho escolar e social). E, com frequência, esses mesmos combinados que por acaso vencem a competição, passam vexame: ou alguém não se lembra de times do Tocantins e Roraima levando goleadas com placares de mais de 10 X 0?

Em suma: perdeu-se o espírito esportivo e privilegiou-se o mérito financeiro. A Copinha deveria ser um torneio com os 12 grandes do Brasil (os 4 paulistas, os 4 cariocas, os 2 gaúchos e os 2 mineiros), somando os convites a um ou outro do Centro-Oeste e Nordeste (simplesmente privilegiando o mérito técnico), além dos tradicionais times paulistas que são reconhecidamente fortes nas categorias de base (incluo aqui os campineiros Guarani e Ponte Preta, a Lusa do Canindé, o Nacional da Capital, e, claro, o sempre forte Paulista de Jundiaí, de ótimas campanhas no Sub 19/Sub20). 

Além disso, não poderia deixar de tocar no assunto: e para a arbitragem, a Copinha vale o quê?

Vale muito! Para o árbitro iniciante, é a oportunidade de grandes jogos (para a sua carreira até aquele momento) e com casa cheia. É um debute em competição de importância. Serve para ele aspirar às séries mais altas no Estadual, como A3 e A2, além de ganhar ritmo de jogo para a temporada.

Há um problema nesse ponto: antes, a Copa SP era arbitrada por jovens árbitros durante todo o torneio, e quem se destacasse mais, chegaria à final. Hoje mudou: árbitros conhecidos nacionalmente apitam alguns jogos a fim de se prepararem ao Paulistão, tirando a oportunidade de revelar jovens talentos do apito. Na década de 90, quem apitava a final da Copinha conseguia chegar a série A1! Nos últimos anos, até FIFA atuou na Copa SP.

Fica a preocupação: qual o mote principal da Copinha aos árbitros, pela visão da Comissão de Árbitros da FPF: revelar gente nova ou treinar juiz da primeira divisão?

Quanto ao mote dos clubes, aqui a Federação Paulista não deixa dúvidas: é o de fazer negócios! Claro, quais talentos das últimas edições da Copa SP disputaram o Campeonato Brasileiro?

O craque, hoje, não precisa de Copinha para se revelar. Lembre que Neymar era reserva na edição em que disputou…

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– O Lance polêmico de Real Madrid 0x3 Barcelona: Messi sem a chuteira pode?

Por absoluta falta de conhecimento do ocorrido (estava em “mini-férias” e só vi hoje), soube que no clássico espanhol de sábado Lionel Messi perdeu a chuteira e continuou uma jogada, resultando em gol.

Talvez esse tenha sido o último lance polêmico de arbitragem desse ano. E a pergunta curiosa e inevitável é: sem chuteira, vale?

Bem atualizado (pois revi as regras alertado por um árbitro que me avisou de uma alteração do texto, veja aqui: https://wp.me/p55Mu0-1R2) não tenho dúvida em dizer: DEPENDE!

E por quê não fui categórico em afirmar SIM ou NÃO?

Porque antes a regra dizia que se um jogador perder o calçado (nem precisa ser chuteira, pode ser um tênis qualquer), e quiser continuar a jogada, pode. Mas a partir do momento que se desfazer da bola (chutar ao gol, tocar a um companheiro, coloca-la para fora ou outra situação que não esteja mais na sua posse), não poderá mais participar do jogo se receber de volta a bola. Ou seja: a partir do momento em que ela sair dos seus pés, não pode mais jogar sem chuteira.

RECENTEMENTE, o texto da regra mudou e diz que o jogador pode continuar a jogada ATÉ O MOMENTO que puder repor o calçado (já que ele não perdeu a chuteira propositalmente). Ou seja: se perder a chuteira, tocar a bola e receber de volta rapidamente, não há mais problema. O problema seria se existisse uma pausa na partida / tivesse tempo hábil e não repusesse o calçado.

Especificamente, para o lance de Messi, não houve nenhuma irregularidade quanto a chuteira. Parece-me (e quero rever a jogada) que existiu uma irregularidade na qual a bola teria saído pela linha lateral e o bandeira não estava atento. Mas aí já é outra discussão!

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– E o juiz Margarida? Na verdade, não confunda o carioca com o catarinense!

Nessa época de jogos festivos de futebol, muita gente vê o árbitro Margarida apitando as peladas de final de ano e me perguntam: mas essa cara não tinha morrido?

Calma, esse é o “Margarida 2”, um catarinense chamado Clésio Moreira dos Santos (eu me lembro dele quando apitava a série C pela CBF, em Araras), e que faz jogos de maneira artística se passando por gay (ele é heterossexual, casado e com filhos; mas se fosse homossexual, o problema seria só dele).

O Margarida Original era o folclórico Jorge José Emiliano dos Santos, um ícone da arbitragem carioca nos anos 80 e gay assumido. Me recordo que após se aposentar, a Globo fez uma matéria com ele e o Renato Gaúcho (que era jovem, estava no auge e era paparicado pelas mulheres). Na oportunidade, Renato quis polemizar deixando no ar que “pegou” até o Margarida. Mas quando ele morreu de AIDS nos anos 90, a brincadeira foi desfeita…

Relembre essa matéria HIPER BACANA de um jogo do Jorge Emiliano na Gávea, Flamengo x Volta Redonda – com Zico, Nunes e o próprio Renato, onde Margarida foi entrevistado pelo jovem Marcos Uchôa. Narração de Januário de Oliveira (apenas 3 minutos, vale a pena)! Assista em: https://globoplay.globo.com/v/4027003/

Que o carioca descanse em paz. E que o catarinense continue seu trabalho, que é honesto e só diverte.

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– Solidariedade: Arbitragem, Jogadores, Artistas, Celebridades, Clube e… Cambistas?

Todos estão sendo solidários para o “JOGO CONTRA A FOME; fome, somente de bola”, a ser realizado neste sábado à tarde em Jundiaí. (16h). A arbitragem ficará por conta de Regildênia de Holanda Moura (FIFA-SP, que apesar de superar os tempos físicos nos testes internacionais da categoria Masculino, não tem sido aproveitada a contento nos jogos da CBF e FPF).  Se não for um cachê aceitável ou a troco das despesas, certamente uma “taxa cheia” não há de ser; tudo para contribuir com o amistoso beneficente.

O jogador Nenê e seus amigos atletas, juntamente com o ator global Caio Castro (que são os organizadores / promotores do evento solidário), contam ainda com a cessão do estádio Jayme Cintra por parte do Paulista de Jundiaí (que mesmo na pindaíba, generosamente o emprestou – estando ainda poupando o gramado para a Copa São Paulo) e a presença da maior celebridade do esporte nacional (e uma das maiores do internacional): Neymar Jr, que já confirmou o ar da sua graça. A imprensa está divulgando bastante e os torcedores esgotaram os 14.000 ingressos há 10 dias, trocando-os por 18 toneladas de alimentos!

Tudo seria perfeito se não existisse a nefasta presença de CAMBISTAS! Pois é, pelo Facebook há pessoas aproveitadoras oferencendo o ingresso por R$ 100,00! E como é fácil para a polícia descobri-los pelas redes sociais, logicamente estarão na porta do estádio vendendo.

E aqui vai um conselho para alguém que encontre tais picaretas que se aproveitam da solidariedade do próximo para faturar na moleza: se você ver um cambista nas imediações, cerque-o e chame a PM. Cambismo é crime! Jogo solidário, para ajudar os necessitados, trazendo personalidades do esporte e da TV, movimentando a todos os setores da sociedade jundiaiense, e aí o sujeito vai na bilheteria e troca um saco de arroz para faturar R$ 100,00 por ingresso? É muita cara-de-pau. Não digo que o pilantra deva apanhar e ter seus ingressos arrancados à marra, pois sou contra qualquer tipo de violência, mas que eles devem ser confiscados e o cambista levado a ter uma canseira na delegacia, aí sim!

Mas… e quem COMPRA esses ingressos? Dar R$ 100,00 (ou mais) para um cambista só a fim de ver da arquibancada jogadores que se vê pela TV (sendo que haverá transmissão da Sportv), não me parece ser inteligente, tampouco solidário.

Não compactue com cambistas, denuncie!

Ops: uma última observação – e os flanelinhas de sempre que lá estarão? Se em jogos da série A3 os “guardadores de carro” pediam até R$ 10,00 (com o estádio vazio), imagine amanhã!

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Foto: Esporte Jundiaí, referente ao evento passado (www.esportejundiai.com.br)

– De novo a ladainha do VAR?

O Coronel Marcos Marinho declarou em entrevista à ESPN que deseja implantar o vídeo-árbitro desde a 1a rodada do Campeonato Brasileiro de 2018.

Eu, particularmente, não levo a sério. Aliás, acho que muitos de nós cansamos desde blablablá.

Razões para duvidar estão todas aqui, neste link: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/09/18/de-novo-a-cbf-promete-usar-o-arbitro-de-video-em-breve-eu-duvido/

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– A Punição aos Simuladores de Pênaltis continua na Inglaterra!

Lembram-se que dias atrás falamos do rigor na Inglaterra contra as atitudes un-fair play dos jogadores, especialmente na simulação de pênaltis onde uma comissão com 3 pessoas avalia se o árbitro foi ludibriado ou não? Caso se comprove que sim, a punição é dura (vide os dois primeiros casos estudados por lá aqui nesse link: https://wp.me/p55Mu0-1K8)

Pois é: agora foi a vez do argentino Lanzini (ex-Fluminense) ser punido por dois jogos após ter cavado um pênalti que resultou em gol para a sua equipe.

Ah se a moda pega aqui no Brasil…

Abaixo, extraído do Uol.com (https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/12/19/ex-fluminense-e-suspenso-na-inglaterra-por-simular-penalti.htm)

EX-FLUMINENSE É SUSPENSO NA INGLATERRA POR SIMULAR PÊNALTI

A simulação de faltas na Inglaterra é imperdoável. Quem comprovou a intolerância inglesa desta vez foi o meia argentino Manuel Lanzini. A FA (Football Association) puniu o ex-jogador do Fluminense com dois jogos de suspensão por simular um pênalti na partida do último fim de semana contra o Stoke, pelo Campeonato Inglês. Lanzini caiu na área e a arbitragem assinalou a penalidade máxima. Noble converteu e abriu o placar para o West Ham, que venceu por 3 a 0. O clube londrino ainda apresentou argumentos e imagens para absolver o meia argentino, mas a federação inglesa rejeitou a defesa. O argentino, que passou pelo Fluminense entre 2011 e 2012, desfalca o West Ham na partida desta terça contra o Arsenal, pela Copa da Liga Inglesa, e no jogo de sábado contra o Newcastle, pelo Campeonato Inglês. O meia é um dos principais destaques do clube da capital na temporada inglesa. Lanzini participou de 13 partidas, sendo titular em 11. O West Ham ocupa a 15ª colocação na tabela, com 17 pontos em 18 rodadas.

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– Sem Chuteira Vale?

Vale gol com o jogador descalço, estando sem as chuteiras?

Depende. Thierry Fiedju, atacante da equipe do Horn, fez um gol ilegal na 2a divisão austríaca, mas validado pelo árbitro.

Se um jogador está com a posse de bola e perde a chuteira, pode continuar a jogada (desde que a bola não saia do seu domínio). Mas se ele tocar a bola para um companheiro e recebê-la novamente, não vale. É tiro livre indireto para o adversário.

OPS: Atualizando – agora pode sim!

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Veja o curioso lance, em http://mais.uol.com.br/view/14739503

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– Você marcaria o pênalti de Cuellar? Expulso no pódio…

Eu não gosto das atuações de Wilmar Roldán, o árbitro que apitou na noite de ontem a final da Copa Sulamericana entre Flamengo 1×1 Independiente. Na maior parte dos jogos que o vi trabalhar, sempre acontece alguma polêmica.

O juizão que é assumidamente fã de Javier Castrilli, buscando seu histórico em jogos envolvendo brasileiros, deparei-me com uma lista de erros que eu mesmo publiquei em partidas envolvendo brasileiros. Aliás, um histórico bem curioso. Reveja os equívocos em: https://wp.me/p55Mu0-V7.

O certo é que o árbitro colombiano tão badalado da Conmebol se destacou por dois lances: o pênalti contra o Flamengo em lance de Cuellar e a inédita “expulsão no pódio”, após queixas do próprio atleta logo após receber a medalhar de vice-campeão. Nunca vi (embora seja possível) um jogador ser premiado com a medalha e com o cartão vermelho.

Especificamente sobre o pênalti: vi, revi e não me convenci de ação faltosa de Gustavo Cuellar em seu adversário argentino. Me parece que é o próprio atacante que se atrapalha e causa o “trança-pernas”. Por cima, com as mãos, não há nenhuma falta. Por baixo, não vejo toque suficiente que desequilibraria o jogador ainda mais em lance no qual normalmente, por seu estilo de jogo, Roldán mandaria seguir.

Não sei se, por ambos serem colombianos, existisse um mal-estar antigo entre o flamenguista e o juiz compatriotas. Mas causa estranheza um lance tão duvidoso ser apitado de maneira tão fria (repare como Roldán marca o pênalti, isso me chamou muito a atenção).

Lamento por Reinaldo Rueda, pois o treinador, no ano passado, foi o idealizador da entrega do título de campeão da mesma Copa Sulamericana à Chapecoense, cuja sugestão foi aceita. Merecia melhor sorte. Mas não lamento nenhum pouco pelos baderneiros que provocaram arruaça ontem, pois futebol deve ser entretenimento ao torcedor de bem, não incômodo provocado por vândalos.

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– Os riscos da escolha dos Árbitros para o Mundial de Clubes

Sandro Meira Ricci apitou o jogo entre Al Jazeera 1×2 Real Madrid, pela semifinal do Mundial de Clubes 2017. Mas e se o gol de Casemiro (para mim mal anulado, Benzema não está em impedimento ativo) fizesse falta e os merengues não fossem para a finalíssima?

Evidentemente as teorias conspiratórias surgiriam, e uma delas seria: o árbitro brasileiro “prejudicou propositalmente” o Real Madrid para facilitar a vida do time brasileiro do Grêmio que jogaria a final contra a equipe dos Emirados Árabes Unidos (em tese, um jogo mais fácil).

Quer prova maior para entender que a escala foi imprudente (não estou me referindo à competência deles)?

Imagine se por um motivo qualquer, mesmo o Real Madrid  vencendo o jogo, Ricci tivesse que expulsar o português Cristiano Ronaldo. Estando certo ou não, a ilação pelos espanhóis de que o Cartão Vermelho era em benefício do Grêmio seria imediata.

Agora, pense no jogo da terça-feira: e se um espanhol apitasse o jogo entre Grêmio x Pachuca e tivesse que expulsar um atleta do time porto-alegrense? Já imaginaram as reclamações do presidente Romildo Bolzan (que chiou por Heber apitar Corinthians x Grêmio e imputar uma pressão desnecessária), alegando que tudo estava armado para ajudar os madrilenhos?

O certo é: com tanto árbitro no mundo, por quê escolher um do mesmo país de um time que está em disputa? Nada contra o Ricci nem como meus amigos e competentes Emerson Carvalho e Marcelo Van Gassen. Mas prudência para maquiar a “mulher de César” é bom, não?

Enfim: que não se cometa o mesmo erro do ano passado, que por fazer “média política” a FIFA escalou o árbitro de Zâmbia Janny Sikazwe na final entre Real Madrid x Kashima, deixando de expulsar Sérgio Ramos em momento crucial do jogo.

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– Grêmio finalista da Copa do Mundo de Clubes 2017. E o alemão que apitou? E quem apitará sábado?

Grêmio x (99,999999999999% de chances de ser) Real Madrid farão a final do Mundial Interclubes da FIFA. Só não digo 100% pois o esporte em questão é o Futebol.

Um jogo encardido, contra um Pachuca bem montado que usava muito o artifício das faltas. Aliás, os mexicanos estão cada vez mais ricos e com elencos internacionais.

A decepção foi o árbitro alemão Felix Brynch, que contrariando a Escola Alemã de Arbitragem, parou o jogo ao menor contato físico. Só voltou a apitar “como deveria” no segundo tempo da prorrogação, sendo bem rigoroso nesse instante. Aliás, muita confusão com o nome dele pois o alemão que comandou a equipe do VAR foi seu xará, Felix Zwayer.

E parabéns ao Renato Gaúcho, pois seu time não bate, joga ofensivamente e está recheado de jogadores “excluídos” de outros times: Lucas Barrios, Jael, Fernandinho, Maicon, Cortês, Leo Moura… (e lembremo-nos do Cícero, que não pode ser inscrito).

Espero que a FIFA não invente um nome alternativo para apitar o jogo tão importante para brasileiros (exceto colorados) x espanhóis (exceto catalães). Lembram do ano passado a lambança de Janny Sikazwe, o árbitro de Zâmbia que apitou Real Madrid x Kashima, jogo decidido na prorrogação?

Relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-ho5

Amanhã tem Sandro Meira Ricci apitando Real Madrid x Al Jazira. Ansioso por ver ou ler alguém dizer: “confronto entre Cristiano Ronaldo x Romarinho”.

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FOTO: o árbitro de Zâmbia que pipocou e não expulsou Sérgio Ramos.