– Análise da Arbitragem de Paulista 5×1 Batatais

Boa arbitragem no Jayme Cintra. O jovem árbitro Lucas Canetto Bellote começou ligado, atento, correndo bastante, entrando na grande área e se posicionando bem. Chamando a atenção dos jogadores à toda hora, e em especial, logo a 1m, uma bronca válida para evitar discussão de atletas.

Tecnicamente, marcou as faltas existentes e deixou de marcas as faltas forçadas/ reclamadas de maneira forçosa. Acertou na marcação do pênalti cometido por Enzo (PAU) e que resultou no gol do Batatais. Um único erro técnico relevante ocorreu aos 2m, quando houve uma falta a favor do time de Jundiaí e o árbitro não observou a clara vantagem e matou o contra-ataque. Um acerto técnico importante foi a correta não marcação do pênalti simulado por Criciúma (PAU).

Disciplinarmente, acertou todos os cartões amarelos, exceto ao não aplicar a Wislen (BAT), que havia cometido um carrinho temerário em Vitor Hugo (PAU) aos 3m (recebeu amarelo nesta ocasião) e aos 40 minutos repetiu uma falta para amarelo no mesmo Vitor Hugo. Deveria receber o 2o amarelo e o Vermelho (em faltas: PAU 15×12 BAT; em cartões amarelos: PAU 3×4 BAT).

A corrigir – o mau posicionamento em cobrança de faltas, como, por exemplo, estar de costas ao batedor e sem ver a barreira (vide aos 7minutos no replay). Repetiu isso aos 12m, em falta a favor do Batatais. Sempre vidrado na área, mas esquecendo da periferia (em locais que não se deve confiar nos bandeiras pela distância do campo de visão). E aos 42m cometeu o mesmo erro pela 3a vez.

No geral, não teve influência no resultado e tem um enorme potencial, mas precisa ser corrigido de erros e vícios. Aqui a missão é do orientador.

Ótimo trabalho e colaboração dos bandeiras para com o árbitro, acertando nos impedimentos e saída de bola praticamente na totalidade da partida.

DETALHE 1 – Um lance para chamar a atenção: Yuri (BAT), camisa 25, ao ver seu adversário 19 Carlinhos (PAU), caído e ofegante, arrancou a sua camisa e o abanou. O árbitro foi muito feliz ao não dar cartão amarelo a ele. Fair Play de todos.

DETALHE 2 – Para a final (contra o Corinthians ou Juventus), o Paulista terá o desfalque do goleiro Enzo (grande revelação do time) e do titularíssimo zagueiro Brendon Matheus Lima (um dos pilares da zaga, ao lado de Maurílio).

DETALHE 3 – Umberto Louzer, treinador do Paulista, era zagueiro do time campeão de 1997, quando a Copa São Paulo foi decidida em 26 de janeiro contra o Corinthians no Canindé (não no dia 25) e o técnico era o já saudoso Giba. Vinte anos depois, com 8 jogos e 8 vitórias, o Galo (que sofreu apenas 2 gols) volta à final.

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