– Novas orientações das Regras do Futebol 2017/ 2018

Antigamente, as mudanças na Regra do Futebol aconteciam com muita demora, e quando impactantes (mesma linha no impedimento, surgimento dos cartões amarelo e vermelho, permissão para substituição de atletas, entre tantas), apesar da não-amplitude das comunicações como temos hoje, todos sabiam.

Curiosamente, em pleno século XXI, com tanta tecnologia, as mudanças que estão ocorrendo anualmente não têm o mesmo alcance. Digo isso pois as últimas orientações e mudanças das Regras pouco foram divulgadas, sendo que a maior parte (não é exagero escrever isso: a maior parte sim!) desconhece o que mudou. Provavelmente, por falta da promoção de quem deveria esclarecer.

Para a temporada 2017 / 2018 (que começará no segundo semestre de 2017, mas que para o Brasil começou antes devido ao calendário diferente do europeu – as mudanças já estão valendo desde a Rodada 01 do Brasileirão e da 6a fase da Copa do Brasil), teremos as seguintes novidades (separei as que sugerem uma observação mais atenta, e convido: destaque os itens 6, 7, 9 e 10 dessa postagem):

1) Antes, uma substituição de jogador que ocorresse no intervalo e que passasse despercebida pelo árbitro, renderia o cartão amarelo para quem entrou em campo (afinal, o árbitro não estava ciente). Agora, não se deve mais aplicar cartão amarelo.

2) As entidades nacionais podem dar a permissão (caso desejem) de até 5 substituições nos campeonatos não-profissionais. Para os profissionais, se mantém o máximo de 3.

3) Caso um médico seja expulso por mau comportamento, e se não existir outro profissional para atendimento aos atletas, esse médico poderá permanecer no jogo.

4) Antes, quando ocorria a prorrogação para se decidir o resultado de uma partida, não existia intervalo do 1o para o 2o tempo. Agora, se permitirá um tempo curto (não determinado) para hidratação (não é intervalo para orientação ou tempo técnico, é apenas um espaço de tempo para tomar água).

5) Melhorou-se o texto do início e reinício de jogo, desde a mudança da permissão de que a bola pudesse ser tocada para trás. Agora, a Regra diz que “o jogador que dará o chute inicial pode estar na metade do campo adversário” (aqui, é só a melhora redacional).

6) Goleiro que cometer infração na hora de defender um pênalti (se adiantar, por exemplo), deverá obrigatoriamente receber o cartão amarelo (tanto faz se é no tempo normal de jogo ou durante a cobrança de tiros penais para se determinar o resultado de uma partida).

7) Se Goleiro e Batedor cometerem alguma infração na cobrança de um pênalti, ambos receberão o Cartão Amarelo e o tiro penal deverá ser repetido caso não seja gol. Mas se for gol e ambos cometerem uma irregularidade, somente o Batedor recebe o cartão amarelo e o gol é invalidado (reinicia-se com tiro livre indireto para a equipe do goleiro), justificando que o goleiro tentou evitar ilegalmente o gol e não obteve êxito – daí o motivo de não ser advertido.

8) Melhora no texto redacional onde se recorda que a bola que bater no árbitro não tira o impedimento.

9) Faltas que ocorram em jogadores na posição de impedimento antes que toquem a bola devem ser consideradas infrações (antes, se a infração ocorria em alguém impedido, desconsiderava a falta tecnicamente pois “o jogo já estava parado” devido ao impedimento). Vide o lance do pênalti de David Braz em Alecsandro no Santos x Coritiba desse ano, onde houve a correta aplicação dessa nova orientação da Regra – e já abordamos, em: http://wp.me/p55Mu0-1tg.

10) Há dois anos, quando um jogador impedia uma jogada clara de gol e fazia pênalti disputando a bola, se aplicava cartão vermelho e marcava o pênalti. No ano passado, esse lance passou a ser cartão amarelo (no caso de agressão continua sendo vermelho). Neste ano, outra novidade: se um jogador evita um ataque promissor dentro da área, ao invés de receber o cartão amarelo, não se deve mostrar a advertência. Ou seja: se eu for zagueiro e atingir o adversário com uma falta temerária dentro da área, EM DISPUTA DE BOLA (não sendo clara oportunidade de gol), se marca o pênalti e não aplica o cartão. Se essa mesma falta acontecer fora da área, aplica-se o cartão amarelo (a mesma polêmica do ano passado: se eu evitar uma clara e manifesta oportunidade de gol dentro da área, é amarelo e pênalti; se eu evitar fora, é vermelho e falta).

Gostou das novidades? Espero que os departamentos profissionais das equipes de futebol tenham profissionais especializados nas Regras do Jogo orientando seus jogadores (o que acho, infelizmente, improvável – mas que seria um ótimo diferencial). Mas dizer o quê? Como se cobrar conhecimento de Regra, se há pouco tempo descobriu-se que os jogadores da Seleção Sub 17 desconheciam quem era Mário Jorge Lobo Zagalo, talvez o maior participante de títulos mundiais do Brasil (sendo jogador, treinador e coordenador técnico)? Em qualquer lugar do mundo, Zagalo teria uma estátua e seria lembrado com carinho por gerações. Aqui, neca de pitibira.

A propósito, está fácil dominar o conhecimento das Regras do Futebol? Logo, árbitro terá que ter torcida nos estádios para ter sorte e acertar tudo…

IMPORTANTE – Sidão (São Paulo), Hudson (Cruzeiro) e Thallyson (Sport), mesmo no banco de reservas, foram punidos pela recomendação para que se evite comemoração excessiva de gol. Isso foi orientado pela CBF. Confesso que não encontro nas Regras do Jogo da Internacional Board a infração claramente definida do que é “excessivo” cometido por esses atletas. Aqui no Brasil, se “entrou no campo de jogo para comemorar”, levará cartão.

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– O equivocado cartão amarelo para Copete em Santos 0x1 Cruzeiro

Eduardo Tomaz de Aquino Valadão vacilou na Vila Belmiro nesse domingo. O árbitro goiano, quando eram jogados 22m do 2o tempo, viu Copete dar uma tesoura em Arrascaeta e deu cartão amarelo. Errou!

O carrinho por trás com ambas as pernas abertas tentando pegar a bola é um ato violento. Atingir o adversário é quase que certo, e quando o toca, não existe a avaliação se foi uma “tesoura leve” ou “tesoura dura”. Tesoura é sempre cartão vermelho, independente da intensidade.

Assista o lance em: http://globoesporte.globo.com/sp/santos-e-regiao/futebol/brasileirao-serie-a/jogo/28-05-2017/santos-cruzeiro/#video-id=5900695

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Daronco no clássico entre São Paulo x Palmeiras.

Para o Choque-Rei do próximo sábado às 19h no Morumbi, apitará Anderson Daronco, o gaúcho que está indo para o seu 3o ano no quadro da FIFA.

Nesta temporada, Daronco apitou somente uma partida em competições nacionais: a derrota do São Paulo no Morumbi para o Cruzeiro pela Copa do Brasil (0x2). Em 2016, apitou 26 jogos nacionais, sendo 3 jogos da SEP (que venceu 2 e empatou 1) e 4 jogos do SPFC (que venceu 1 e perdeu 3).

Com 36 anos e 1,88m, o bom (mas não excepcional) árbitro, Professor de Educação Física e ex-jogador de handebol, nascido em Santa Maria, tem se destacado pelo porte físico avantajado. Isso ajuda a impor respeito. Tecnicamente: apita bem, com alguns repentes de excelência e outros de deficiência. Disciplinarmente, é comedido nos cartões e procura usar do seu porte físico para ajudar nas advertências verbais. Me lembra muito (falando do seu estilo de arbitrar) o Pierluigi Colina, que era um árbitro dentro da média dos demais, mas se tornou uma personagem carismática, caricata e simpática no mundo do futebol).

Como curiosidade, à Revista Veja, deu uma entrevista na qual disse não ter medo de nada, exceto de… aranhas!

Desejo boa sorte ao Anderson Daronco no difícil clássico que apitará, pois, afinal, Dudu (SEP) está visado no Morumbi pelos outros jogos em que se criou um clima ruim entre torcedores nas redes sociais (como Dudu versus Tolói, por exemplo, que muitos são-paulinos não esqueceram).

Aproveitando a citação de que o árbitro é “fortão”, remeto à uma prática ruim das Comissões de Arbitragem: Armando Marques, por exemplo, gostava de árbitros grandes (quanto maior, para ele, melhor). Sérgio Correa da Silva tinha o hábito de buscar árbitros fora dos centros principais para “integrar o Brasil pelas escalas de arbitragem”. Coronel Marinho já declarou que escalará os melhores de cada estado (mesmo que sejam de longe), e continua com a política dos “árbitros bombadões”.

Seguindo tal lógica, seria impossível termos na 1a divisão árbitros da estatura de Paulo César Oliveira, por exemplo. Afinal, a “qualidade do árbitro” é só um pequeno detalhe…

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– A grana é desviada da CBF, mas não tem dinheiro para Profissionalização da Arbitragem?

Uma das justificativas para não se profissionalizar a arbitragem no Brasil é que isso “custaria caro”. Os “homens que dirigem o apito” sempre justificam com números dos mais diversos, e os sindicatos corroboram com os patrões, nunca com os árbitros.

Sabe-se que Sandro Rossel e Ricardo Teixeira desviaram dinheiro da CBF (6 milhões de euros e 8 milhões de euros, respectivamente). E ainda assim a Confederação Brasileira de Futebol é riquíssima!

Algumas perguntas:

1- Quanto devem ter levado Marin e Del Nero, cujo dinheiro não está contabilizado nesse desfalque mas se desconfia que do cofre saiu?

2- Por que os clubes ouvem tudo isso e nada fazem para tirar esses picaretas?

3- Por que Marco Polo Del Nero não viaja?

Nos EUA, a delação premiada não é como aqui (que é colaboração premiada). Lá, só se ganha o benefício depois de PROVADA a delação e que exista algo a mais que as autoridades não saibam.

Parafraseio Juca Kfouri: “Viaja, Marco Polo, viaja”!

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– A Nova Orientação da Regra “estreou” no Brasil sábado, em Santos 1×0 Coritiba

Só nesta segunda-feira à tarde vi o pênalti defendido pelo goleiro Vanderlei. E ao ver a infração que originou o tiro penal, me recordei da nova orientação da Regra válida para a temporada 2017 / 2018 (mas que no Brasil foi antecipada para o Campeonato Brasileiro, por ter começado em 13 de maio), de que se um jogador em posição de impedimento e que não esteja ativo sofrer uma falta, ela deve ser marcada.

Por exemplo: se uma bola é alçada na área e o jogador está em impedimento, e se ao dominar a bola esse mesmo atleta sofre um carrinho, era marcado o impedimento pois a posição fora de jogo automaticamente era antecessora à infração do carrinho. Trocando em miúdos: ao sofrer a falta o jogo já estava parado. AGORA, isso mudou (em decisão de março / 2017 da International Board): até que exista o domínio efetivo do jogador em posição de impedimento (ou seja, até ele realmente passar de passivo para ativo), deve-se  marcar a infração caso ela ocorra.

No lance da Vila Belmiro, David Braz agarra Alecsandro antes dele estar em impedimento ativo. Em 2016, era marcado o impedimento, mas em 2017 deve ser marcado pênalti.

Para que não fosse marcado o tiro penal, David Braz simplesmente deveria deixar o Alecsandro dominar a bola que a jogada seria impugnada. Mais ainda: se o agarrão fosse depois do domínio, também deveria-se marcar somente o impedimento.

Pergunto: os jogadores estão sabendo disso?

Pergunto novamente: será que foi essa a leitura do bandeira durante a partida, ou simplesmente ele achou que Alecsandro estava na mesma linha e do seu erro surgiu um acerto?

Assista o lance em: https://www.youtube.com/watch?v=WNRrDuQPDUk

– Um erro decisivo em Borussia Doutmund 4×3 Werder Bremen: quando a falha do juiz muda um placar.

O futebol é realmente ingrato para a arbitragem: neste final de semana, na Alemanha, estando Dourtmund 3×3 Bremen com vários lances duvidosos e todos marcados corretamente, o árbitro estava tirando “nota 10”. Eis que aos 88m, Pulisic (BOR) avança com a bola para o ataque, a adianta e, quando o defensor adversário vai dividir… se joga descaradamente dentro da área. Equivocadamente o juizão marca pênalti e joga o seu trabalho no lixo.

E por quê deve ter marcado? Por 2 motivos:

1 – A omissão do bandeira que deveria ter ajudado e não o fez;

2 – Por estar longe da jogada, acreditou que não existiria tal unfair-play e se deu mal (são os sulamericanos que costumam simular; europeus, quase nunca).

Assista o lance citado aos 2’16’ em: https://www.youtube.com/watch?v=JNhQcC74uqc. Aproveite também e assista os melhores momentos desse jogaço.

– Árbitros explicando lances em Entrevista Coletiva?

Marcello Nicchi, presidente da Associação Italiana de Árbitros, tem uma ideia interessante para a organização do Campeonato Italiano desde a temporada 2016/2017: ele quer que os árbitros, após as partidas, concedam entrevistas coletivas para a imprensa da mesma forma como os jogadores e treinadores fazem.

A justificativa é de que tendo oportunidade de explicarem o que viram e marcaram, os juízes sejam menos criticados, sendo que a exposição deles os tornariam mais humanos aos olhos dos torcedores.

E aí, o que acham da sugestão? Uma boa para a “transparência” ou a ideia faria apenas com que os árbitros sejam ainda mais criticados, caso alguém não concorde com suas explicações?

Dulcídio, Godói e tantos outros, se adaptariam bem a vários questionamentos pós-jogo? E os árbitros de hoje?

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– Novas Invenções de Jogadas Ensaiadas no Futebol

Cobrar tiro livre com 6 batedores pode?

O Kyoto Sanga (conhecido como “The Purple”), time da 2a divisão japonesa, mostrou que no futebol ainda há espaço para invenções.

Em um jogo da J-League 2 a equipe faz um golaço numa cobrança de falta. O detalhe: havia 6 batedores!

Parece hilário, mas resultou em gol e foi válido.

Importante- ao ver o curioso lance, já saiba de antemão: a artimanha pode ser feita em uma cobrança de falta, mas não pode em um pênalti, já que no tiro penal o jogador deve ser devidamente identificado.

No link: http://is.gd/T3B6H9

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– A iniciativa da CBF em relatar erros e acertos de arbitragem em alguns lances e o erro na avaliação de Corinthians 1×1 Chapecoense

A CBF divulgou alguns lances polêmicos do Brasileirão e os avaliou como certos e/ou errados. A iniciativa é louvável, lógico. Mas quem os interpreta pode cometer erros.

Digo isso pois vejo um vídeo do jogo do Corinthians onde a CBF recomenda equivocadamente a marcação do pênalti. Explico: o árbitro Elmo Rezende não dá pênalti no chute de João Pedro (Chapecoense) após a bola bater na mão de Gabriel (Corinthians). E eu também não marcaria! Se deve marcar o tiro penal se a mão foi intencional / deliberada ou se houve intenção disfarçada em um movimento antinatural. E foi isso que aconteceu?

Claro que não! A CBF justifica que o jogador “se lança deliberadamente na bola”. Ótimo, até aí não é irregularidade. Mas o movimento da bola que bate na mão não é antinatural, tampouco deliberado. E não nos esqueçamos: não existe imprudência em mão na bola!

Não adianta falar que houve movimento antinatural, aqui é novamente bola que bate por acaso no braço. O que dói é ler no site da CBF que foi “infração se lançar deliberadamente na bola”. Ora, aí já não é mais teimosia querer mudar por conta própria a Regra, mas sim burrice!

Repito e insisto: movimento antinatural não é imprudência (pois não existe essa avaliação na regra). Movimento antinatural é “disfarçar-se” para tocar deliberadamente a bola, e não foi isso que ocorreu.

Se temos que aplaudir a atitude em busca da transparência, temos também que puxar a orelha de quem fez essa avaliação.

Aliás, se há tantos erros, a culpa é de quem apita ou de quem escala apitadores que erram?

Vale a reflexão.

Aqui o vídeo: https://vimeo.com/217722231

Vou parafrasear o amigo Eduardo Tega, conterrâneo jundiaiense e professor da Universidade do Futebol, que tuitou: até o escudo dos árbitros da CBF é triste…

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– Um Time pode Pedir ou Vetar Árbitros?

Nos últimos dias, alguma polêmica sobre pedidos de árbitros estrangeiros por times brasileiros e/ou “importação” de árbitros de outros estados nos regionais, para os jogos decisivos.

Ao contrário do que muitos pensam, um clube pode (em tese) não aceitar um árbitro em seu jogo. Pode até escolher quem ele quiser para apitar suas partidas.

Isso acontece pelo fato de que os árbitros não são profissionais em quase todo mundo (as exceções notórias são Inglaterra e a semi-profissionalização na Argentina).

Quando você assiste a qualquer jogo do Brasileirão, você vê jogadores, treinadores, médicos e preparadores físicos profissionais. O árbitro não, pois ele é apenas federado e não é empregado de nenhuma entidade formal do universo futebolístico.

Isso ocorre pois as federações e confederações não querem assumi-los como funcionários, fugindo das responsabilidades trabalhistas e financeiras. Dessa forma, para apitar um jogo profissional, o árbitro deve ser federado (isso indica que ele foi capacitado por uma federação) e que está apto a ser contratado por uma equipe.

Você leu corretamente: CONTRATADO. Os juízes de futebol assinam um documento dizendo que são prestadores autônomos de serviço, trabalhando para os clubes filiados à FIFA, em suas competições amadoras ou profissionais”.

Sendo assim, os clubes são os responsáveis por fornecer a arbitragem de um jogo. Para isso, eles pedem às Comissões de Árbitros que indiquem os oficiais.

Teoricamente, numa partida entre Flamengo x Santos, o clube carioca é quem contrata o árbitro, indicado pela CBF, CONMEBOL ou FIFA, com sua aprovação. No jogo de volta, o time santista se encube.

Na prática, sabemos que não é bem assim. Mas é nisso que um clube se apega ao alegar ter direito de escolher um árbitro para a sua partida.

Se o árbitro fosse funcionário das federações, ou se os departamentos de arbitragem fossem independentes, certamente a situação seria outro…

Pena que não seja esse o modelo desejado por sindicatos e cooperativas da categoria.

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