– Escala da Arbitragem para Paulista X Joseense, Rodada 09 do Paulistão Sub 23 da Segunda Divisão

Para o confronto do Galo (no próximo domingo às 10h no Jayme Cintra) contra o seu adversário de São José dos Campos, apitará o quarteto de arbitragem formado por:

Árbitro: Paulo Sérgio dos Santos

Árbitro Assistente 1: Risser Jarussi Corrêa

Árbitro Assistente 2: Fernando Afonso Gonçalves de Melo

Quarto Árbitro: César Rodrigo Deolindo

Paulo é agente de segurança, tem 39 anos e reside em Andradina. Ele apitou Grêmio Osasco 2×1 Paulista pela série A3 e Independente 2×1 Paulista pela A2 (este jogo foi a estreia de Roberval Davino e a partida realizada na Rua Javari).

Calmo (às vezes até demais), marca muitas faltas e costuma não vibrar em campo. Aplica poucas vantagens e seu estilo favorece a bola parada. Mas tem bastante experiência como árbitro!

Para quem tem um bom batedor de faltas, é uma boa indicação (pois paralisa bastante o jogo com lances de contato físico um pouco mais forte).

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe a transmissão de Paulista FC x Joseense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– A Regra que Proibia Mulheres de Jogarem Futebol!

Calma, não é nenhuma lei atual tampouco uma regra idealizada pela FIFA outrora em seus primórdios. Nem a International Board pensou em tal preconceito no esporte.

Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”.

Sim, amigos, nosso país já passou por tal barbaridade em desrespeito às mulheres.

Abaixo, material da Folha de São Paulo, arquivo de 25/05/2003 – 12h06

FUTEBOL FEMININO FOI PROIBIDO NO BRASIL NA DITADURA VARGAS

por João Carlos Assumpção

Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.

No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.

Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.

“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]”, disse Moura à Folha, por telefone.

Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.

No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.

Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”

Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”

O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.

Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.

Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.

De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.

Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.

Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.

Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.

Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.

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– Real Madrid 3×1 Liverpool: a UCL com provável campeão confirmado e roteiro inesperado!

A graça do futebol é justamente o fator surpresa. Não que seria surpreendente a vitória merengue, mas sim os protagonistas e antagonistas da UCL.

O goleiro costarriquenho Navas é criticadíssimo pelos madrileños, mas quem falhou foi seu colega de posição e adversário, o alemão Karius. Isso, ninguém esperava.

Para mim, o inesperado mesmo foi a decisiva participação de Gareth Bale, que não vai ao Mundial da Rússia mas foi o melhor do jogo final da Liga dos Campeões da Europa. Sempre questionado no elenco dos galáticos, fez um golaço de bicicleta.

Fale sério: você esperava isso?

Ops: ouço algumas queixas contra a arbitragem. Mas pelo pouco que vi, não ouve interferência alguma no resultado.

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– Você adotaria novos valores à vitória? Por quê não mudar a pontuação?

A Tahiti League Mana é desconhecida para nós. Totalmente. Mas é a 1a divisão de futebol do Taiti (país que se fez mais divulgado no esporte bretão em 2013, na Copa das Confederações do Brasil).

E por quê falamos desse torneio?

Porque lá, uma vitória vale 4 pontos, o empate vale 2 e a derrota vale 1. Nenhum resultado vale 0. E tudo aprovado pela FIFA.

Me recordei do falecido ex-presidente da FPF, Eduardo José Farah, que certa vez modificou a pontuação do Campeonato Paulista. Todo empate deveria ser decidido em cobranças de pênaltis. Se o empate fosse 0x0, o vencedor da disputa nos tiros penais levaria 1 ponto e o perdedor 0. Se fosse empate em gols, 2 pontos para o vencedor das cobranças e 1 ponto para o perdedor.

Em tempos em que se discute novidades no futebol, que tal se discutir a pontuação por vitória, também? A propósito, por que quem vence de 1×0 ganha 3 pontos igualmente como quem vence de 7×0? Lembro-me que a resistência foi grande quando se passou dar 3, e não 2 pontos para a vitória. 

Você mudaria alguma coisa?

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– Escala da Arbitragem para Amparo x Paulista

João Vitor Gobi apitará Amparo x Paulista pela rodada 8 do Paulistão Sub 23 da 2a divisão, auxiliado por Vladimir Nunes da Silva e Ademilson Lopes da Silva Filho. Saulo Samuel Muniz Felix seria o quarto-árbitro.

A curiosidade é: o árbitro estreará em jogos profissionais nesse jogo. Com 22 anos (ele também é Sub 23, fará aniversário em Novembro), Gobi irá ter na sua história no mundo de futebol que estreou em uma partida de futebol apitando o líder da divisão.

Calma, serenidade, competência e boa sorte: é o que desejo ao juizão nesse momento importante a ele.

OPS: CORREÇÃO – ALERTADO PELO AMIGO IVAN GOTTARDO, INFORMO QUE A ESTREIA DO ÁRBITRO EM JOGOS PROFISSIONAIS FOI NA RODADA 6: INDEPENDENTE 4X1 BARUERI

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– Escala da Arbitragem para Atlético Mogi x Paulista

Ricardo Bittencourt da Silva é o árbitro sorteado para o confronto do Galo nesta rodada 7. Com 27 anos, professor de Educação Física e bom porte físico, apitou em todas as rodadas da Segunda Divisão Sub23. Está em ascensão, após uma boa temporada na Série A3. Sua escala é da típica situação para manter o ritmo de jogo e dar experiência (quando um grandão – no caso o Paulista, que é líder – enfrenta um pequeno – no caso o Atlético, que é lanterna).

Os bandeiras serão Eduardo Vequi Marciano e Rafael Tadeu Alves de Souza (ambos experientes, provavelmente escalados para dar suporte ao juizão). O quarto-
árbitro será Márcio Mattos dos Santos.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e grande jogo para as equipes.

Rumo à A3 em 2019? Parece que sim.

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– A Manipulação e Corrupção dos Árbitros na Copa do Mundo e na Máfia da Paraíba!

Antes mesmo do Mundial de Seleções começar, já se vê uma polêmica envolvendo a arbitragem: a SAFF (Federação de Futebol da Arábia Saudita) baniu perpetuamente das atividades esportivas o árbitro Fahad Al-Mirdasi, que está na lista dos árbitros da Copa do Mundo da Rússia 2018.

Segundo a Reuters, em reprodução no GloboEsporte.com:

O juiz admitiu ter feito uma oferta para interferir no resultado da final da Copa do Rei da Arábia no último sábado e está detido pela polícia local. Na noite de 11 de maio de 2018, Al-Mirdasi procurou por mensagem de texto um funcionário ligado a um dos finalistas e solicitou dinheiro corrupto em troca de ajuda na decisão. Al-Mirdasi está atualmente sob custódia da polícia, tendo confessado a solicitação pelo pagamento corrupto. A polícia apreendeu seu celular quando ele foi preso – disse a SAFF em um comunicado emitido nesta segunda-feira. Sob suspeita, ele já tinha sido afastado da decisão entre Al-Ittihad e Al-Faisaly“.

A questão é: a FIFA ainda não se pronunciou sobre a retirada do nome de Al-Mirdasi da lista de árbitros, tampouco se substituirá seu nome por outro.

Enquanto isso, no Brasil, impressiona-se pelo caso envolvendo a Máfia do Apito na Paraíba. Muitas pessoas ligadas a clubes, federação e comissão de arbitragem citados, aparecendo, de acordo com a reportagem do programa Fantástico, o nome do ex-árbitro FIFA Francisco Carlos do Nascimento, o “Chicão de Alagoas”. em suspeita gravação com dirigente do Campinense-PB, antes da partida contra o Botafogo-PB.

Segundo a reportagem (link com referências em: https://is.gd/dYSDOe), 

O nome do árbitro alagoano Francisco Carlos do Nascimento, o Chicão, apareceu nas investigações da Polícia Civil, que, liberou, inclusive, o áudio de uma conversa do juiz com o presidente do Campinense, William Simões, antes da primeira partida da final do Campeonato Paraibano“.

Diante de fatos tão graves em âmbito mundial e nacional, não desejemos honestidade plena em referência continental. Eis que leio sobre o árbitro venezuelano José Argote, que tem sido escalado com muita constância pela Conmebol em partidas pela Libertadores da América (incluindo jogos de brasileiros), que está sendo detido em seu país por conta da operação “Mãos de Papel”, que se refere a contrabando de moeda (a matéria está aqui: https://is.gd/ivtpyC).

Eu estou muito preocupado com a credibilidade do futebol, seja em referência aos árbitros, aos seus comandantes ou aos dirigentes das entidades. E você?

Nunca me esquecerei do respeitado jornalista italo-brasileiro Claudio Carsughi, que um dia disse:

Se Deus, na sua tão grande bondade, não poupou nem mesmo a Igreja de corrupção, por que o faria no futebol? E por que justamente a uma categoria específica: a dos árbitros?

Vale refletir…

Fahad Al-Mirdasi durante duelo entre  Portugal x México no ano passado (Foto: Getty Images)

Fahad Al-Mirdasi durante duelo entre Portugal x México no ano passado (Foto: Getty Images)

– As Novas Invenções de Jogadas Ensaiadas no Futebol

Cobrar tiro livre com 6 batedores pode?

O Kyoto Sanga (conhecido como “The Purple”), time da 2a divisão japonesa, mostrou que no futebol ainda há espaço para invenções.

Em um jogo da J-League 2 a equipe faz um golaço numa cobrança de falta. O detalhe: havia 6 batedores!

Parece hilário, mas resultou em gol e foi válido.

Importante: ao ver o curioso lance, já saiba de antemão: a artimanha pode ser feita em uma cobrança de falta, mas não pode em um pênalti, já que no tiro penal o jogador deve ser devidamente identificado.

No link: http://is.gd/T3B6H9

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– 5 anos de uma “garfada” na Libertadores da América (Corinthians 1×1 Boca Júniors)

Detesto usar termos que levem à suspeita de má intenção na arbitragem. Vivi no meio e sei como funciona, quando “é” ou “não é” picaretagem.

exatos 5 anos, vi algo que “é”. Em 15 de maio de 2013, depois da confusão na Bolívia (o assassinato de Kelvin Spada e seus desdobramentos em Oruro), o árbitro paraguaio Carlos Amarilla assaltou o Corinthians no Pacaembu contra o Boca Júniors.

Relembre a análise da sua estranha atuação que fizemos no nosso blog na época, pós jogo:

ANÁLISE DA ARBITRAGEM DE CORINTHIANS 1X1 BOCA JÚNIORS

Erros determinantes na decisiva partida da Libertadores da América no Pacaembu. Vamos a eles?

Foram 4 momentos importantes:

LANCE 1– 09’: Emerson Sheik e Marin dentro da área, o corinthiano está prestes a dominar a bola e o zagueiro argentino dá um tapa deliberado nela. Pênalti! E aí não tenho dúvida sobre o motivo do árbitro errar: ele estava mal posicionado, fora da diagonal, num lado cego da jogada. Repare que ele vem da direita para o centro do ataque do Corinthians, enquanto deveria estar mais do lado esquerdo. Neste caso, se tivéssemos o árbitro assistente adicional (AAA) posicionado na linha de meta, poderia-se ajudar o árbitro paraguaio Carlos Amarilla. Não foi equívoco de interpretação, o juizão (creia-se) não deve ter visto a mão. Primeiro erro da arbitragem.

Um erro sempre traz consequências negativas: o zagueiro 29 Marin já tinha recebido amarelo. Se fosse marcado pênalti, segundo amarelo e expulsão. Mas foi Sheik quem recebeu a Advertência por reclamação…

LANCE 2– 23’: Emerson lança a Romarinho, que está a aproximadamente 1 metro do penúltimo adversário (portanto, posição legal). Ele ganha do argentino e fica de frente para o gol, chutando para as redes. Porém, o assistente no1 Rodinei Aquino marcou impedimento. Romarinho faz o gol com o goleiro já “desistindo” da defesa, devido ao bandeira ter levantado seu instrumento. Ora, isso é irrelevante, pois fatalmente o gol seria marcado, caso o lance não fosse paralisado, pela “situação clara de gol”. Segundo erro da arbitragem, em lance fácil.

LANCE 3 – 60’: Sheik cruza, Paolo Guerreiro tenta o gol de cabeça, o goleiro Orion espalma e no rebote Paulinho consegue fazer o gol. Lance anulado. Houve a dúvida se foi marcado impedimento ou falta. Verifique que o bandeira no2 Carlos Cáceres ergueu seu instrumento quando Paulinho vai disputá-la. Portanto, impedimento. Terceiro erro da arbitragem.

Confesso que não consegui ver se o árbitro reiniciou o lance com tiro livre indireto (assim, teria confirmado o impedimento do bandeira, com gesto de braço erguido) ou com tiro livre direto (alegando alguma falta, gesto do braço abaixado). Em particular, Paulinho e Caruzzo se aguarram diversas vezes. Um árbitro caseiro marcaria pênalti; um árbitro fraco marcaria falta de ataque; e um árbitro bom mandaria seguir o lance.

LANCE 4 – 81’: Sheik está na grande área e o adversário dá um empurrão. Em jogos mais calmos, o erro passaria batido. Mas, novamente faço a observação: se tivéssemos o AAA atrás do gol, novo pênalti seria marcadoQuarto erro do árbitro.

Aliás, que se registre: tanto na 3a feira quanto nesta 4a as arbitragens frustaram a expectativa: Juan Soto era talento em ascensão em Palmeiras x Tijuana, e Carlos Amarilla talento reconhecido em Corinthians x Boca JuniorsAmbos decepcionaram…

Lembrando que no prazo de uma semana, o “trio de ferro paulista” foi eliminado da Libertadores. Má fase dos clubes de São Paulo, somada à má fase da arbitragem.

Uma última observação: para quem gosta de teorias conspiratórias, vale o registro: Amarilla é quase um “brasiguiao”, o árbitro preferido da CBF nos amistosos da Seleção Brasileira na América do Sul. E como há una certa rinha política entre Marco Polo Del Nero e Andrés Sanches… (Ops: eu não creio nisso, prefiro pensar em algo mandado pela Conmebol – vide caso de Oruro…!).

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– Goleiro Santos usando celular no Atlético Paranaense x Atlético Mineiro?

E não é fake, montagem ou outra coisa qualquer deturpada? Seria mesmo real e com a bola rolando?

O goleiro Santos, do Atlético Paranaense em jogo contra o Atlético Mineiro, durante um determinado momento em que seu time estava no ataque, aproveitou e usou o celular. 

Isso não podenem com a bola rolando e nem com ela parada. A partir da Copa do Mundo de 2018, o que “voltará a poder” é a comunicação eletrônica entre treinadores e assistentes técnicos. Isso que o goleiro fez, não!

Claro que as brincadeiras já pipocam. Fernando Diniz, tão inovador que é, não foi o idealizador disso não.

Já pensaram se alguém chuta para o gol e o goleiro está lendo seus WhatsApps? Ai, ai, ai… Aliás, provavelmente será suspenso pelo STJD e punido pelo seu próprio clube por tal irresponsabilidade.

Para quem não viu, abaixo: