– Quando se pode apitar o final de uma partida de futebol? Sobre Daronco no Flamengo 1×0 Corinthians

Muita gente está me questionando se Anderson Daronco poderia apitar o final de jogo na partida que envolveu o Mengão x Timão no Maracanã, neste domingo. Para quem não viu: a bola estava dentro da área, no ataque a favor do Corinthians, após cobrança de escanteio.

Poder, pode. Se deveria, é outra história.

Nada existe na Regra do Jogo que a partida deva ser encerrada com a bola no meio do campo, ou fora de jogo, ou no canto, na lateral, no meio, com bola rolando ou bola parada, estando com o time na defesa ou no ataque. A única coisa que existe é que NÃO SE PODE ENCERRAR O JOGO QUANDO FOR MARCADO UM PÊNALTI. Trocando em miúdos: só não se pode encerrar a disputa antes da cobrança de um tiro penal. Fora isso, tudo é  mito.

Quanto ao lance reclamado pelo Corinthians, não há irregularidade. Alguns dizem que deveria ter esperado a bola ter saído da área, a fim de não prejudicar o ataque. Não, o que deve, sempre, é aguardar o tempo regulamentar.

O que não se deve – e aí é lógico – é quando uma bola for chutada para o gol, e próxima de ultrapassar a meta, encerrar a partida. Claro, cheiraria muito mal e faltaria bom senso.

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– Cadê o cartão, juizão?

Uma irresponsabilidade, que poderia ter custado a presença de um importante jogador na Copa do Mundo da Rússia!

No amistoso entre Brasil x Croácia realizado em Liverpool-ING, o croata Andrej Kramaric foi com a sola do pé esquerdo no joelho direito de Thiago Silva, em uma disputa de bola com força excessiva.

A pergunta é: em um jogo deste tipo, pra quê dar tal entrada no adversário? A perna levantada e suas travas da chuteira poderiam lesionar gravemente o brasileiro.

É claro que o jogador deveria ser expulso, e o árbitro Michael Oliver “fez média” e só deu Cartão Amarelo. Lamentável…

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– Análise da Arbitragem de Paulista 3×1 Joseense

A arbitragem de Paulo Sérgio dos Santos teria sido muito boa se não tivesse ocorrido uma falha importante aos 16 minutos do primeiro tempoum pênalti mal marcado a favor do Paulista, na jogada em que Gabriel (JOS) tenta disputar a bola com Carlinhos (PFC), que freiou, dobrou as pernas e se jogou. O juizão entrou na simulação do atleta do time jundiaiense e deu tiro penal.

Fora isso, nada a relatar de ruim do árbitro. Correu bem, se posicionou corretamente e todos os cartões amarelos foram muito bem aplicados. Tecnicamente não foi exigido, mas no pouco que foi, acertou tudo, exceto o infeliz lance citado.

Destaque positivo para o bandeira 2 Fernando Afonso. Foram duas situações que o árbitro assistente acertou com extrema precisão:

A primeira, aos 32 m – Após o chute de Rafael Sena (PFC), o goleiro Rafael (JOS) deu rebote. Carlinhos (PFC) estava impedido e ficou parado. Ian estava em posição de impedido e vai disputa-lá. Porém, o bandeira esperou a conclusão da jogada e Ian abandona o lance sem tocar na bola. Na continuação da, Jonathan Brito (em posição legal) a domina e faz o gol.

A segunda, aos 40 m – Em um contra ataque, Jonathan Brito (PFC) está impedido, o zagueiro Lucas (JOS) pede impedimento mas a bola sobra para Quadrado, que estava em posição legal. Acertou novamente do bandeira 2.

Sobre o Árbitro Assistente 1 Risser Jarussi Corrêa e o Quarto Árbitro César Rodrigo Deolindo, nada de erros. Tudo em conformidade.

Obs: Lembrando que o público foi de 550 pagantes para uma Renda Líquida de R$ 6.610,00.