– A Regra nova em Botafogo x São Paulo

Estou escrevendo aos 10 minutos do primeiro tempo sobre o lance de gol do Diego Souza (o de empate contra o Botafogo). Válido ou não?

Quando Nenê chuta, Diego Souza está bem impedido e não pode dominar a bola. Entretanto, a bola bate em dois atletas do Botafogo e sobra para ele. E aí?

Se você me perguntasse sobre isso há dois anos, eu diria que o gol foi ILEGAL, pois desvio não tira impedimento. Mas isso mudou em algumas situações, e isso faz com que o gol seja legal em 2018.

Entenda: se um jogador adversário tocar na bola por tentar disputá-la, a FIFA orienta que esse toque habilitou o atacante. Mas importante: isso vale quando se quer disputar a bola, pois se ela bate despretensiosamente, o impedimento continua valendo. No Engenhão, entendo, os dois jogadores da defesa foram interceptar o lance. Assim, gol LEGAL.

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– A meia lua virou grande área?

O pênalti grotesco marcado no Pacaembu na partida entre Palmeiras 3×1 Cruzeiro, após a mão do palmeirense na meia-lua, não merece comentários.

De novo um erro grave do conterrâneo do Cel Nunes, o paraense Dewson, que é da FIFA?

Ou será que a meia-lua foi incorporada à área penal e eu não estou sabendo?

Aliás: cadê o bandeira para ajudar?

Que falta faz o VAR…

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– Os 3 lances de pênaltis reclamados em América-MG 0x0 Corinthians. Certos ou errados?

Em um jogo extremamente limpo, pouco faltoso e com muito tempo de bola rolando (fato raro no Campeonato Brasileiro), leio / escuto / vejo 3 reclamações de pênaltis supostamente não marcados (2 a favor do Corinthians e 1 para o América-MG). Vamos a eles?

1- Aos 65 minutos, uma bola é chutada para o gol do Timão por Matheusinho (AMG), que bate em Henrique (SCCP) e rebate no braço de Ralf (SCCP), que se assusta! Não é pênalti nem ação anti-natural. Totalmente sem intenção. Acertou o árbitro Marcelo de Lima Henrique em nada marcar.

2- Aos 88 minutos, Roger (SCCP) toca a bola para seu companheiro Gabriel que está entrando na área. Gerson Magrão (AMG) interrompe a projeção com sua perna, travando-o, e comete pênalti. Encoberto, Marcelo de Lima Henrique não viu e foi traído pela omissão do bandeira 1 Michael Correia e do AAA 1 Daniel Victor Costa e Silva, que nada fizeram.

3- Não me recordo dele durante a partida (pode ter passado batido por mim), mas o lance a seguir eu recebi sem áudio, nomes dos atletas ou tempo de jogo. Dando uma fuçada vi que foi real, embora pouco reclamado: o Corinthians está no ataque, a bola é cruzada e um jogador do Coelho se joga de carrinho para cortá-la, sendo que a bola bate em seu braço de apoio. Por mais que alguém possa dizer que houve intenção, não houve. Imprudência? Esqueça, não se avalia isso em lances de mão e braço. Movimento anti-natural ou intenção disfarçada? Também não, já que é impossível você dar um carrinho com os braços grudados no corpo. Acertou o árbitro nessa ótima e importante leitura da jogada.

Enfim: apenas um erro (relevante, lógico) na partida, sendo que o árbitro carioca não pode ser culpado por ele mas sim o bandeira e adicional, repito, pela omissão.

Roger viu pênalti a favor do Corinthians no segundo tempo do jogo diante do América-MG

– O “pau comeu” entre Cruzeiro 1×1 Palmeiras. Sobre os procedimentos da Arbitragem

Após o apito final, muita confusão entre atletas de Cruzeiro e de Palmeiras no jogo de volta da Copa do Brasil.

E o que o árbitro deve fazer em situações como essa?

1. Deve expulsar os atletas infratores que estiverem em campo (mesmo após encerrada a partida), aplicando presencialmente o Cartão Vermelho.

2. Sendo um tumulto generalizado e impossibilitado de mostrar os cartões, deve relatar que iria expulsar os atletas X, Y e Z em campo, não sendo possível apresentar presencialmente o Vermelho (isso vale como expulsão, tem o mesmo peso, diferenciando apenas da questão de não ter conseguido deixar à vista do público o cartão por questões de força maior). Os jogadores automaticamente estarão expulsos.

3. Se tudo ocorrer de maneira rápida e violenta, sem conseguir identificar os atletas, o árbitro PODERÁ escrever em súmula que posteriormente viu as imagens pela TV e que está registrando em anexo os causadores da confusão (uma espécie de “queria expulsar mas não descobri quem foi naquele momento”). Aí quem tomará a decisão de suspender ou não os envolvidos será o Tribunal. Inclui também a questão de confusões em túnel e vestiário.

Lembrando que, hoje, com o advento do árbitro de vídeo, só não se registra todos os fatos e tomam-se as devidas providências se as autoridades não quiserem.

Foto: Léo Fontes / O Tempo

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Primavera x Paulista

Opa! Árbitro de jogo grande para Primavera x Paulista na Rodada 26 (a última antes da semifinal). Vamos à escala completa:

Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araujo
Árbitro Assist 1: Marco Antonio de Andrade Motta Junior
Árbitro Assist 2: Eduardo Vequi Marciano
Quarto Árbitro: Danilo da Silva

“Tito Dias” apitou no último domingo Vitória 3×4 Botafogo pelo Brasileirão da Série A. Na rodada anterior apitou Sport 0x0 Cruzeiro, e na outra Vasco 1×1 Ceará. Aliás, é dele a arbitragem do 0x0 no clássico paranaense entre Paraná Clube e Atlético Paranaense. Já trabalhou em clássicos paulistas também e, reforço como principal qualidade, o equilíbrio emocional dentro de campo. Tranquilo, não costuma ser caseiro (aliás, vide os placares dos jogos apitados por ele). Sempre é discreto e atento à periferia do gramado. Gostei!

Dos 4 jogos da 2a divisão Sub 23, é o único que já apitou clássico e atua regulamente no Brasileirão da Série A. Assim, tranquilidade no apito para o jogo!

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– Como se menospreza a figura humana na Arbitragem: o caso Dilbert!

Todos nós sabemos que as Federações Estaduais e a CBF transformam a figura do árbitro de futebol (inclua-se aqui os termos populares “juiz, bandeira, AAA” e tudo mais) como PRESTADORES AUTÔNOMOS DE SERVIÇOS AOS CLUBES. Isso ocorre para fugir da caracterização do vínculo empregatício, e as riquíssimas entidades não pagarem 13º salário, FGTS, férias, etc..

Em tese, o árbitro é contratado pelos clubes e de maneira autônoma recebe deles (como se nem existisse cobrança dos testes físicos, escritos e capacitações por CBF e outros).

O problema é que não existe REAL planejamento de carreira. As Comissões de Arbitragem usam o cidadão como objeto, extraindo tudo o que podem e jogando-o no lixo quando não interessa mais.

Já se questionou por quê tanto “nome ruim” surge, não mostra qualidade e perdura (insiste-se em suas escalas) e outros bons somem do nada, dando espaço a esses citados?

Pior: o que fazem os Sindicatos Estaduais e a ANAF, que recebem percentual das escalas e que, confesso, NUNCA VI BATEREM DE FRENTE com os patrões?

Aliás, dirigente sindical que trabalha para aquele que deveria ser o outro lado da relação, é surreal. Será que isso acontece no futebol também?

Digo isso após ler o absurdo caso do experiente e competente Dilbert Pedrosa, jogado as traças sem explicação.

Aliás, o que teria justificado o Cel Marinho para deixá-lo de lado? O que o sindicato da categoria de Dilbert fez pelo mesmo?

Extraído do UOL, em: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/09/25/bandeirinha-ex-fifa-vende-colecao-camisas-e-desabafa-a-porta-fechou.htm

EX-FIFA, BANDEIRINHA VENDE COLEÇÃO DE CAMISAS E DESABAFA: “A PORTA FECHOU”

Dibert Pedrosa Moisés trabalha há quase 30 anos com arbitragem. Filiado à Federação Carioca de Futebol, está no quadro de árbitros assistentes da CBF desde 1997 e, por quatro temporadas, entre 2008 e 2012, foi dono de um escudo da Fifa. Ele foi bandeirinha em partidas importantes nos últimos anos, como a semifinal da Libertadores de 2012, entre Santos e Corinthians, e a final da Copa do Brasil de 2008, além de Eliminatórias da Copa do Mundo, Sul-Americana, Brasileirão e Estadual. Uma carreira recheada por grandes momentos que já não acontecem mais.

Em 2018, ele participou de um jogo da Série B do Campeonato Brasileiro e cinco da Série C. Também tem atuado na Liga Municipal de Magé, em partidas de futebol amador. Aos 47 anos de idade, amarga ausências nas escalas da CBF e já não atua há três meses. “Não posso ficar aguardando segunda-feira, terça, quarta, e nunca ser escolhido para trabalhar. Semana passada eu solicitei dispensa até 31 de dezembro, tenho que dar sentido à minha vida”, desabafa, ao UOL Esporte.

Uma das formas de “dar sentido à vida” é equilibrar as contas em seu primeiro ano de pouco destaque na arbitragem. Ele conseguiu com a venda de sua coleção de camisas de futebol. Os itens foram presenteados por clubes ao longo dos últimos anos e vendidos em um grupo de amantes de futebol no Facebook. Dibert se desfez de camisas de times como Vitória, Chapecoense, Sport e Coritiba, além de camisas e agasalhos de arbitragem, com logotipos da CBF e até da Fifa. Os valores variaram entre R$ 70 e R$ 400, e vão ajudar o bandeirinha a ter um fim de ano de menos aperto financeiro.

“Uma das camisas que mais doeu vender foi da seleção da Itália, quando trabalhei em um amistoso Fluminense x Itália pré-Copa do Mundo. Mas não tive o que fazer. Sem solução, sem alternativa, eu tinha que suprir as necessidades da minha família. Vivemos um período de crise financeira e política no país. Eu me encaixo entre as pessoas que precisam de uma fonte de renda dentro de casa. Minha fonte secou”, desabafa o profissional, ainda credenciado pela CBF.

Além do futebol amador, Dibert Pedrosa Moisés espera voltar a trabalhar com futebol no Campeonato Carioca de 2019. Até lá, a renda das camisas e um trabalho freelancer em uma empresa de seguros ajudarão nas despesas.

Árbitros sem segurança financeira

A arbitragem é reconhecida como profissão desde 2013 no Brasil, mas seu regime de atuação não é profissional. Não há um salário fixo, pois federações e CBF não estabelecem vínculos empregatícios. O pagamento é conforme o número de jogos em que se trabalha. Em períodos como a pausa da Copa do Mundo, sem jogos, não há trabalho. Ainda há o problema das escalas, definidas por sorteio. Se você não é sorteado, não trabalha. Em caso de punição por erros, também não há trabalho. Ao UOL, em entrevista recente, o comentarista de arbitragem Sálvio Spinola falou sobre o assunto: “Ter remuneração mensal é ter estrutura.”

Jacqueline Resch, consultora de RH e carreiras, faz ressalvas: “O primeiro ponto é que trata-se de uma carreira em que a pessoa não depende só de talento e investimento para ter retorno. Depende do fator sorte. Mas pensar ‘ó vida, ó azar’ não é uma postura construtiva. É preciso pensar que essa condição caracteriza a profissão. Então, uma atuação alternativa, construir outras possibilidades, é importante. Hoje, as pessoas não têm uma única atuação. A outra alternativa é o grupo (arbitragem) se fortalecer para reivindicar outros critérios que não só o sorteio. Mas é um caminho coletivo. No individual, é preciso o pé na realidade.”

É o que Dibert está fazendo. “Estou tentando me recolocar porque arbitragem toma muito tempo. Qual dono de empresa aceita que seu funcionário saia para ficar dois ou três dias fora do emprego para ter um ganho extra? Quem é esse patrão? Se não tem como ter rotina, o cara fica estagnado”, diz o árbitro. Ele cita uma viagem de 30 dias ao Chile, a trabalho pelo futebol, como razão para poucas oportunidades fora do esporte.

Boa parte dos árbitros trabalha paralelamente. São autônomos, funcionários públicos, donos dos próprios negócios. Jacqueline Resch, coach de carreiras, dá até dicas: “Hoje, há empresas um pouco mais flexíveis. Pode ser que o árbitro encontre uma empresa apaixonada por futebol ou que tenha essa cultura. As pessoas podem achar sua história extremamente curiosa ou podem achá-lo criativo, porque a profissão exige uma série de atributos. Conciliar hoje é possível.”

Dibert começou em outro esporte

O bandeirinha considera ter quase 30 anos de carreira como árbitro porque coloca na soma um período ainda na adolescência. Ele era jogador de vôlei na época de escola, fã da geração de Montanaro, Renan e Bernard. Criou amizade com os responsáveis pela arbitragem de competições esportivas em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Ainda jovem, passou a trabalhar como mesário, cronometrista e anotador em esporte amador – inclusive no futebol. Entrou para os quadros da Federação Carioca em 1993. A estreia na elite estadual foi em 1996, com jogo entre Fluminense e Barreira.

Após mais de 200 partidas na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro e quatro temporadas na elite do futebol sul-americano, como árbitro Fifa, hoje ele se considera “rebaixado”. Deixou o quadro internacional por razões físicas e acha que o esquecimento em grandes torneios nacionais se deve a um erro na partida entre Vitória e Chapecoense, pela 16ª rodada do Brasileirão do ano passado. Ao todo, foram quatro erros considerados pela CBF em 2017. O preço: não trabalhou na Série A no ano seguinte. “Eles me pararam”, critica.

Desempregado na área de vendas, que era sua principal fonte de renda, ele sente pelo momento: “O que me restava era a arbitragem, mas a porta se fechou e não posso ficar criando ilusão de que ainda vou trabalhar.” Segundo Dibert, a remuneração da CBF aos árbitros hoje em dia é boa e está melhorando, com cada vez mais conquistas do setor. “Mas e quando você perde tudo, como faz? E aí?” “Isso é viciante, vira uma cachaça. A arbitragem acaba se tornando uma paixão, e o árbitro, por muitas vezes, também se ilude com o meio, que é fantástico, mas ilusório. Você vai para essa ilusão. Quando você entra em um estádio, uma arena de Copa do Mundo, se não tiver um alicerce você se encanta com tudo, fantasia, vive um sonho. Tem que viver esse sonho, sim, respirar esse sonho. Mas botar o pé no chão e voltar à realidade.”


Agasalho de arbitragem da Fifa foi um dos itens comercializados na Internet

– A Simulação de Deyverson

Uma das coisas mais ridículas do futebol profissional nos últimos tempos aconteceu nesse Brasileirão 2018: a simulação “em prestações” do palmeirense Deyverson!

Até a mãe do atleta deve ter se envergonhado: o jogador súmula ter sido atingido; cai aos berros e pula, sai do campo; grita mais um pouco e volta andando ao gramado; aí retoma os gestos de dores. 

Que feio! No índice “canastrão da bola”, alcançou a marca de Leandro Damião pelo Santos, quando fez um “auto-pênalti” puxando a própria camisa e se jogando. 

A questão é: há quem ache bonito essa malandragem nos dias atuais?

Em: https://youtu.be/gR2SFBmiyJI

– O gol impedido de Corinthians 1×1 Internacional

Caramba! Todo jogo entre o Timão e o Colorado, desde o episódio Tinga, vai ter polêmica?

Desta vez, na Arena em Itaquera, Leandro Damião fez o gol impedido com outros companheiros em impedimento passivo. Não há o que justificar! Mas leve em consideração:

  • O lance é rápido, o cobrador está do outro lado do campo em relação ao bandeira, que, por conseguinte, tem que ser VESGO e bom de vista: ou seja – olhar o momento que a bola é tocada no lançamento e a linha do penúltimo homem naquele aglomerado de camisas brancas e vermelhas. É difícil; mas também é a sua obrigação.
  • O erro foi contra o Corinthians; entretanto, assim como os paulistas, se fosse contra o Internacional os gaúchos não teriam o quê reclamar. E saber o por quê? Porquê é o típico lance de árbitro de vídeo, recurso que eles dispensaram para o Campeonato Brasileiro (corroborando com a vontade velada da CBF). Se tivesse o VAR nesse jogo, facilmente poderia ser anulado o gol.

Enfim: os clubes pagam o preço do atraso e da subserviência à CBF, sem fazer nenhuma mudança prática de tal situação.

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– Análise da Arbitragem para Paulista 2×1 Internacional

Um ótimo jogo de futebol com emoção e boa arbitragem. Ninguém viu Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral no gramado, exceto nas corretas aplicações de cartões (PAU 1×2 AAI) e na marcação / não marcação das faltas (20×10). Placar final: 2×1.

Um jogo “jogado” com apenas 2 lances reclamados (uma mão na área a favor do Paulista e um pênalti pedido pela Inter – ambos não foram e acertou o árbitro).

Rodrigo advertiu correta e firmemente (de maneira verbal) Quadrado (PAU) quando começou a destoar a partida, e isso funcionou. Ninguém reclamou e a partida fluiu bem. O “gol do árbitro” foi quando realizou uma excelente leitura de jogo ao ver o centroavante do Paulista impedido e permitindo que a jogada sobrasse para o lateral esquerdo que vinha de trás despretensiosamente. Perfeito.

Acrescentando: bandeiras participativos e quarto árbitro atento. Nenhuma contestação.

É preciso registrar: o Fair Play da boa equipe da Internacional de Bebedouro, que permitiu que a partida fosse disputada de maneira leal.

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PARA QUEM NÃO VIU O GOLAÇO DO QUADRADO, aqui: https://mycujoo.tv/video/futebolpaulista?vid=217147

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Inter de Bebedouro

Nesta Rodada 25, Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral, 41 anos de idade, trabalhando na sua 20a temporada no futebol profissional e natural de José Bonifácio, apitará Paulista de Jundiaí x Internacional de Bebedouro.

Guarizzo é árbitro bem rodado do quadro da FPF e da CBF. Ele está atuando no Brasileirão das séries A e B (revezando no apito e como AAA – apitou pela série B no começo do mês o jogo entre Goiás 3×1 Fortaleza, e na semana seguinte esteve na rodada decisiva da Copa Paulista). Não está entre os árbitros que apitam clássicos da A1, mas isso não tira sua competênciaCondição de uma grande arbitragem ele tem.

Curiosidade: será o 28o jogo que Rodrigo apitará nessa temporada, sendo que dos 27 já trabalhados: 13 vitórias do time mandante, 9 empates e 5 vitórias do visitante.

Para se ter ideia da importância do jogo, os bandeiras serão Leandro Matos Feitosa e Paulo de Souza Amaral (todos da A1). O quarto-árbitro é árbitro que apita série A1: Márcio Roberto Soares.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Internacional pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Vagner Alves; comentários de  Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Sábado às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte