– Ilusão de Ótica ou Erro Grosseiro?

Juro, quero ter boa vontade em elogiar bons árbitros e grandes atuações. Mas desde que a meritocracia se tornou um detalhe, a coisa está feia. Entretanto, devemos tomar cuidado para não sermos traídos por imagens que nos levem a ver o que não foi

Veja esse lance no vídeo abaixo com o áudio ligado: ocorreu no Interior Paulista (Olímpia 1×3 Rio Preto) neste último final de semana. Gol Difícil ou Erro Grosseiro? Bandeira bobeou ou foi preciso na marcação? Ilusão de ótica ou nenhuma das alternativas?

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Escala de Árbitros:

Árbitro: Rodrigo Pires de Oliveira

Bandeira 1: Marlon Spinola

Bandeira 2: Diogo Cruz Freire

Quarto Árbitro: Rogério dos Santos Laranjeira

Analista de Arbitragem: Wilson Cavallari

– O trio de jogadores para se fazer como árbitros!

Muito interessante: em uma das últimas edições da “falecida” Revista Placar (Ed 1410, pg 82-96), há uma matéria bacana sobre 75 curiosidades sobre Pelé. E duas delas me chamaram a atenção:

1) Pelé e o gol que não entrou: Numa partida contra o Guarani na Vila Belmiro, Pelé deu uma sequência de chapéus e chutou para o gol. A bola bateu na trave e supostamente em cima da linha. O árbitro João Etzel deu o gol e o time campineiro o cercava reclamando. A justificativa do árbitro, dita em alto e bom som, segundo o Rei do Futebol, é que Etzel disse: Mesmo se não tiver sido gol, eu vou dar porque a jogada foi muito bonita. E é do Pelé, acabou a reclamação”. E o jogo seguiu.

2) Em 09 de novembro de 1961, houve um jogo inusitado na Vila Belmiro: Árbitros da Liga Santista de Futebol versus Combinado de Árbitros Paulistas. A arbitragem foi de Edson Arantes do Nascimento (isso mesmo!), sendo o bandeira 1 Célio (atacante do Jabaquara) e bandeira 2 Clóvis (zagueiro da Portuguesa Santista).

Se você pudesse escolher um trio de arbitragem formado por jogadores de futebol, como ele seria formado? E por quê?

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