– A tola ideia em diferenciar mão na bola de quem defende e de quem ataca (e outras mudanças na Regra do Futebol)

No próximo sábado, a International Football Association Board (IFAB), que é a verdadeira “guardiã / dona” das regras do jogo de futebol, se reunirá pela 133a vez em sua história e colocará em discussão várias alterações para a mudança ou não do esporte mais popular do planeta.

Vamos a algumas delas?

  • Ajustes no protocolo do VAR: além de se atentar às situações de gol/não gol, cartões corretos a serem aplicados ou não, inequívoca identificação de jogadores para punição e lances de pênaltis não-interpretativos, o IFAB quer verificar novas possibilidades para usar o árbitro de vídeo. Talvez agressões fora do lance de jogo, algum tipo de infração específica ou situação de jogo em que a tecnologia possa ajudar devem entrar em discussão.
  • Obrigatoriedade do jogador que será substituído sair pela linha mais próxima do campo de jogo, com a possibilidade de punição com cartão amarelo (e se já tiver, o segundo amarelo e vermelho consequentemente) por retardar a partida. Aqui, o exemplo claro é de um jogador que está na área penal, e ao invés de sair pela linha de fundo, sai pela linha lateral até o banco de reservas
  • A permissão de que a bola entre em jogo logo que se cobre o tiro e meta, sem precisar que saia da grande área (hoje, só se pode tocar a bola – sendo atacante ou defensor – depois que ela sai da grande área; se não sair e ser tocada, a bola não estará em jogo e o tiro de meta cobrado novamente). A ideia é que a partir do instante em que a bola for tocada pelo cobrador do tiro de meta, os jogadores já possam disputá-la.
  • O adiamento da ideia em se discutir a sequência de cobranças de tiro penal em decisões de pênaltis: ao invés das equipes se revezarem uma vez cada (A-B, A-B, A-B, A-B, A-B), ou seja, 5 tiros alternados pelas equipes A e B, se cobraria 1 por 2: (A-B, B-A, A-B, B-A, A-B). Dessa foram, uma equipe cobra primeiro, e depois o adversário cobra 2 vezes, e assim revezando até 5 tiros cada (provavelmente, se discutirá isso para o encontro de 2020).
  • A permissão oficial de que o goleiro possa estar somente com 1 pé sobre a linha do gol na cobrança de pênalti (acabando com a história de olhar se ele está atrás, para frente, se está mal posicionado, etc). Na hora do chute do cobrador, o goleiro teria que estar APENAS com um dos pés sobre a linha, e não mais dois.
  • A mais polêmica: bolas que batem acidentalmente na mão passariam a ser diferenciadas entre as que espirram no defensor e no atacante. Entenda como funciona hoje: se um chute de um atacante bater sem intenção no braço do zagueiro que está tentando evitar o gol (bateu sem querer), você não pode marcar o pênalti, pois não foi intencional o uso da mão nem movimento antinatural. E se uma bola for chutada e o atacante que tenta fazer o gol tocar sem querer com a mão na bola, o lance tem que ser validado. Se entrar no gol, é gol legal de mão (não teve intenção de colocar a mão na bola e nem fez um movimento antinatural, mas ela bateu sem querer e entrou). A proposta em debate é: para o zagueiro, continua valendo que não se pode sancionar o lance, pois  foi um acidente no qual ele não tem culpa. Entretanto, nas mesmas condições só que em ataque, DEVERÁ INVALIDAR O LANCE, independente de intenção ou não do atacante, movimento antinatural dos braços ou não. Bateu, pare o jogo – é o que se deseja (quando em ataque).

Eu não gosto dessa diferenciação, mas somente depois dessa reunião que acontecerá em Glascow, na Escócia, é que saberemos o que foi decidido. Aliás, não sou contra mudanças no futebol, mas me preocupo com a quantidade e a qualidade delas.

E você, gostou das ideias? O que sugeriria, caso estivesse nesse encontro?

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– Os dois lances mais reclamados do Clássico da Saudade: Palmeiras 0x0 Santos

Palmeirenses e Santistas reclamaram da arbitragem de Flávio Rodrigues de Souza. E, sendo um lance para cada lado, ambos tem razão, pois o bom árbitro bobeou nas duas situações pontuadas abaixo. Vamos lá:

NO PRIMEIRO TEMPO, ERRO PRÓ-SANTOS

Jean Lucas (SFC) comete uma falta para cartão amarelo. Mas os jogadores de ambas equipes (bem pilhados, diga-se de passagem), começam a bater-boca. No bololô, Gustavo Henrique (SFC) agride Moisés (SEP) e não é expulso. Se o árbitro não conseguiu ver o tapa, há os demais integrantes da equipe de árbitros que estão ali para, em um momento como esse, verificar tudo o que acontece fora do campo visual do juiz. Erro não só do árbitro, mas da equipe de arbitragem.

NO SEGUNDO TEMPO, ERRO PRÓ-PALMEIRAS

Novamente vemos Jean Lucas (SFC) participando do lance, mas agora ele recebe a bola no ataque e chuta para o gol. Durante a trajetória ela desvia no braço/mão de Gustavo Gómez (SEP) e “chega mansa” para a posse de Weverton. Aqui, algumas considerações para dizer se houve pênalti ou não:

  1. Alguém pode dizer que agora a intenção é um detalhe, depois das mudanças das Regras de alguns anos atrás. NADA DISSO, ela continua sendo o principal fator para se decidir se houve mão proposital e, por conseguinte, pênalti. O que aconteceu (E ATENÇÃO PARA QUE NÃO SE CONFUNDA) é que além da intenção acrescentou-se a questão do movimento antinatural, ou seja, de uma “intenção disfarçada”. Isso significa que eu poderia pular diferente, agir com uma conduta menos agressiva da mão na bola / bola na mão. Explico: se um chute vem forte e eu demoro propositalmente para recolher o braço, lá no fundo você desejava que ela batesse e desviasse, ganhando vantagem disso. Ou se você pula com os braços totalmente levantados para o alto para cabecear uma bola, isso é algo antinatural.
  2. Gustavo Gómez, quando a bola é chutada, está/ mantém os braços em movimento natural e ela bate sem querer nele, ou é um movimento antinatural onde poderia evitar o desvio e não o faz?
  3. Claro que isso não veio facilitar a regra não (como alguns dizem), mas aumentar a necessidade da qualidade de uma boa interpretação. Para mim, esse contato de Gustavo era EVITÁVEL, pois não demosntrou nenhum reflexo ou movimento de se evitar o toque. Eu marcaria pênalti para o Santos .

Enfim, em um tipo de lance como esse, o árbitro tem que ser rápido na avaliação e experiente o suficiente para tomar a decisão. Não costuma ser uma jogada tão simples. Para mim, reitero, pênalti.

Importante: não gosto quando alguém diz: um erro para cada lado é “menos ruim”, pois compensou. Isso não deve existir, se não vira desejo de “fazer média”. Não foi o caso de ontem, foram dois erros distintos sem relação, sendo um para cada lado.

– Messi é 99% Pelé! E quem seriam seus equivalentes na arbitragem?

Sem dúvida o argentino Lionel Messi é um jogador de outro planeta. Em minha modesta opinião, só não é melhor (e talvez a história confirme isso) do que Diego Maradona (que foi 99,5% de Pelé) e um sujeito chamado Edson Arantes do Nascimento (o único a atingir 100% da escala Pelé de qualidade futebolística).

Neste sábado, mais uma atuação de gala de Messi frente ao Sevilla. E ao comemorar um dos gols, veja que coincidência de imagem:

Em tempo: sou obrigado a questionar: quem seriam os “3 craques do apito” (os melhores árbitros) de toda história?

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– Deveria dar cartão. Mas não merece…

Já assisti esse vídeo algumas vezes (é de 2014), mas a comemoração de gol do italiano Alessandro Florenzi (reconhecidamente um carismático jogador), que é para cartão amarelo, deveria ter um capítulo especial na Regra do Jogo, a fim de permissão.

Por quê?

Veja esse Roma 2×0 Cagliari, onde subiu à arquibancada para comemorar com a vovó. Demais!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=C-ERsWiD9CQ

– As boas propostas da CBF para o Brasileirão! Mas os clubes bancarão todos os árbitros?

Ufa, é difícil elogiar a CBF, mas uma grande bola dentro da entidade foi a oferta de novidades para o futebol brasileiro. Dentre elas, destaco duas ideias:

1. A permissão de trocar apenas uma vez de treinador ao longo do Brasileirão (os cartolas terão que caprichar na escolha do profissional).

2. O VAR nos jogos do Campeonatos Brasileiros.

Falamos HÁ ANOS (não é força de expressão) de que todas as vezes que a CBF dizia que implantaria o Árbitro de Vídeo, não o fez. Desde que a iniciativa foi autorizada pela FIFA, prometeu-se por diversas vezes (até quando Eurico Miranda pressionou Marco Polo Del Nero, que anunciou a implantação na utópica “rodada seguinte”). A diferença agora é: os custos dos equipamentos serão bancados pela CBF, e as taxas de arbitragens pelos clubes.

Será que as agremiações bancarão, fora o quarteto de arbitragem, o VAR, o AVAR, os assessores do VAR e os VAR e AVAR reservas, quando escalados? Lembrando que na final da Copa do Brasil tivemos 18 pessoas compondo a equipe de arbitragem (mais do que em Copa do Mundo).

Para ser sincero, penso que se a CBF forçar, os clubes aceitarão. Se for apenas uma ação demagógica e no fundo não se desejar o VAR, os dirigentes das equipes “acompanharão o desejo silencioso e íntimo” e refutarão.

Eu torço para que as propostas sejam aprovadas! E você?

– A Conmebol e suas mazelas que nos desanimam trazendo incredulidade.

Como acreditar na Conmebol como gestora do futebol sul-americano, com tantos problemas registrados no passado (como a final “vendida e revelada” publicamente quando o Estudiantes-ARG ganhou na mão grande o título de 1964 da Libertadores, impedindo a sequência de 3 conquistas do Santos-BRA) e também no tempo presente (vide a atuação pavorosa de Carlos Amarilla no Pacaembu, eliminando o Corinthians-BRA – que estava em litígio com a entidade – frente ao Boca Juniors-ARG)? Sem contar os últimos presidentes presos por corrupção no FIFAgate….

Agora, divulgou-se que 21 equipes (sendo 8 brasileiras) fizeram inscrições de atletas para a Copa Sulamericana e Libertadores de maneira irregular / fora do prazo / com pendências e outras coisas. O Tribunal da Conmebol julgará e punirá quem for culpado.

Ué, mas a entidade que ACEITOU a inscrição não deveria ser co-responsável com quem fez? Ou a bagunça do futebol da América do Sul é tão grande que tanta gente despreza a documentação necessária e faz os procedimentos de qualquer jeito?

No ano passado, o Santos foi punido na Libertadores por conta de Carlos Sanches. Nesse ano, o Barcelona de Guayaquil também recebeu a mesma sanção da perda de pontos. Pela lógica, TODOS os outros clubes deverão também ser punidos com o mesmo critério. Ou a Conmebol terá pesos e medidas diferentes, dependendo dos clubes?

Acho que a única coisa que mudou lá no Paraguai, a sede da entidade, foi sua logo... os vícios e maracutaias continuam os mesmos.

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– A Perfeição oferecida pelo VAR!

O VAR veio para consertar muitos erros da arbitragem. Mas aqui o primeiro caso de um “conserto perfeito”: o jogador expulso por segundo amarelo volta a campo para ser expulso por vermelho direto, retirando-se o amarelo equivocado!

Excelente decisão e procedimento correto!

Abaixo, extraído de: GloboEsporte.com

JUIZ CONSULTA O VAR E CHAMA JOGADOR EXPULSO DE VOLTA SÓ PARA EXPULSÁ-LO CORRETAMENTE

Lance curioso aconteceu na Polônia com o zagueiro francês William Rémy, do Legia Varsóvia

O VAR surgiu para ajudar os juízes, evitar erros, corrigir marcações equivocadas. Enfim, para tornar o futebol menos sujeito a equívocos. E às vezes ele serve só para deixar mais claro que o juiz acertou. Veja o que aconteceu no clássico polonês Legia Varsóvia 0 x 2 Cracóvia neste domingo: expulso aos 32 minutos do segundo tempo após receber o segundo cartão amarelo por pisar em um adversário caído, o zagueiro francês William Rémy, do Legia Varsóvia, já se dirigia para o vestiário quando foi chamado de volta ao campo pelo árbitro Piotr Lasyk.

O que pensou o Rémy? O juiz reviu o lance no VAR e vai retirar o cartão amarelo.

Acertou o zagueiro, mas não do jeito que ele imaginava. Realmente, Piotr Lasyk mudou de opinião após consultar o vídeo. Não era lance para amarelo, e sim para vermelho. Para ser completamente justo, o árbitro fez Rémy voltar a campo apenas para trocar a cor do cartão.

O zagueiro pisou no gramado, viu o juiz sinalizar que tinha retirado o amarelo e já se preparava para voltar ao jogo quando o apitador o chamou de volta para expulsá-lo novamente. Desta vez, com um vermelho direto, seguindo estritamente a recomendação do VAR.

Abaixo, a quase volta de Rémy ao jogo, e em seguida o lance que gerou a ‘dupla expulsão’ com a revisão do VAR.

Em: https://globoesporte.globo.com/blogs/brasil-mundial-fc/post/2019/02/18/juiz-consulta-o-var-e-chama-jogador-expulso-de-volta-so-para-expulsa-lo-corretamente.ghtml

O momento da segunda expulsão do francês William Rémy — Foto: Reprodução de TV

– IMPORTANTE: fazemos favor de Graça à rica FPF?

Eu defendo a generosidade, o “fazer favor sem nada esperar”, a solidariedade. É uma conduta de vida, pois àqueles menos favorecidos precisam da ajuda dos que mais têm. Não é discussão ideológica de capitalismo x consumismo, mas simplesmente cidadania (e para quem tem fé cristã: fraternidade).

Digo isso pois NÃO ENTENDO os inúmeros favores que a Prefeitura Municipal de Jundiaí (e respeito demais o prefeito Luiz Fernando Machado, enquanto pessoa e chefe do Executivo da nossa cidade) tem feito à FPF, CBF e SAFESP. A troco de nada?

Muitas vezes eu leio questionamentos de torcedores do Paulista FC pedindo intervenção do Município para ajudar o clube. Esses apelos aconteceram desde a decadência financeira do clube, e foram feitos desde os tempos de Miguel Haddad, passando pelo Pedro Bigardi e continuam sendo feitos à atual gestão. Sempre fui muito claro e insisto: sou totalmente contra a entidade pública ajudar com recursos de impostos (que eu pago tão suado) às entidades privadas, e especificamente ao Galo que tanto amamos. Eu prefiro ver que as verbas sejam ao Hospital São Vicente, às Escolas Municipais e coisas mais necessárias para a população como um todo. Reforço: digo isso apartidariamente (não voto em legendas, mas em pessoas).

Toda essa longa introdução é que me revolto ao ver os árbitros da CBF fazendo por dias os Testes Físicos na Pista de Atletismo do Bolão. Ora, é uma praça municipal onde o complexo esportivo deve ser prioritariamente a nós, jundiaienses. A CBF é rica, endinheirada, privada, manchada por escândalos de corrupção, e nós cedemos o Bolão DE GRAÇA!!!

O mesmo se aplica à milionária FPF, que esfola os clubes com suas taxas, exige “de tudo” para disputar os campeonatos e liberar os estádios, e que usa nossas dependências públicas sem nada pagar. Ao máximo, a troco de bolas de futebol.

Agora, o Sindicato dos Árbitros de Futebol de São Paulo, o SAFESP, na pessoa do Arthur Alves Jr, o presidente polêmico (denunciado por assédio sexual segundo a Folha em São Paulo, em: https://wp.me/p55Mu0-Ig e também por fraude nas Eleições, em: https://wp.me/p55Mu0-M8) anuncia que a 47a reunião da diretoria da entidade ocorrerá no Complexo Esportivo Nicolino de Lucca, o “ginásio do Bolão”. Tudo “na faixa”.

Quando o jogador Heltton Matheus, o gato da Copinha, foi descoberto como irregular, o atleta foi suspenso e o Paulista desclassificado da competição (às vésperas de jogar a final contra o Corinthians). O documento do jogador havia sido enviado pela FERJ, APROVADO pela FPF e o nosso “Galo pagou o pato pelo gato”. Essa rica FPF que usa de graça o Bolão levou em conta que o Paulista não era o responsável? NÃO! Sem bom-senso, eliminou o Tricolor!!!

Durante os campeonatos que o Paulista vem disputando, o Estádio Jayme Cintra se torna laboratório de árbitros jovens que fazem o que querem (errando a favor e contra por estarem sendo ainda trabalhados e em formação). Isso é respeito?

Dessa forma, eu (como contribuinte) ou você, leitor, que paga seus impostos, saiba: estamos ajudando a FPF (que não precisa dessa economia) a troco de nada (ou quase nada), como se dá o enunciado desta postagem.

Na pindura que o Paulista está, por quê a Prefeitura não exigir como contrapartida (e isso não é ilegal) que a FPF ajude financeiramente o clube de Jundiaí como sempre fez aos grandes da Capital – e que é algo corriqueiro?

Taí a dica: libere uma verba para pagamento a longo prazo, dona Federação (como faz a muitos clubes) para o Paulista jogar a série B sem tanta dificuldade, em troca do uso das instalações. Estará de acordo com a lei, não é imoral e seria adequado.

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– Meia Dúzia de fatos que mostram a esculhambação do futebol brasileiro!

Perceba:

1- Arbitragens ruins, sem critérios e comandadas por pessoas que orbitam os cargos de confiança há tempos (escolhidas por cartolas suspeitos e condenados pela Justiça) são vistas nos estaduais e nas competições nacionais;

2- Dirigentes de Sindicatos de Árbitros e de Atletas que não conseguem lutar a contento e resolver os anseios da categoria. Em alguns estados, lutando tão equivocadamente que parecem defender os patrões;

3- Clubes brasileiros sendo eliminados de competições internacionais por Mazembes, Rajas, Tolimas e Talleres “da vida”…

4- Seleção Brasileira Sub 20 com jogadores milionários não se classificando em 3 mundiais nas últimas 4 edições de eliminatórias que disputou. 

5- Um verdadeiro circo na decisão da Taça Guanabara no último domingo, dispensando qualquer comentário depois de tanta coisa ridícula. 

6 – E se não bastasse isso, passou despercebido pelo público o fato do Maracanã estar desapercebido dos registros dos pés de famosos, as marcas da “calçada da fama” do icônico estádio (a brincadeira com as palavras é proposital, tamanho o descabido). Mas não é que 73 peças, incluindo as pegadas de Nilton Santos, Romário e Gerson estavam guardadas em diversos “quartinhos”, incluindo um banheiro, no Maracanãzinho? Não foram roubadas, mas foram simplesmente esquecidas! Que desrespeito à memória / cultura do nosso futebol…

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– De 4 lances, 3 erros da arbitragem em Corinthians 2×1 São Paulo

Nas postagens anteriores, fui claro ao dizer que Lucas Canotte Belloti tinha potencial, mas estava “cru” para um jogo desse porte como é o Majestoso.

A análise pré-jogo pode ser encontrada aqui:A escala de um árbitro novato para Corinthians x São Paulo. Boa ou ruim opção?

Em resumo, 3 erros da arbitragem em 4 lances capitais:

1. No 1o gol do Corinthians a bola saiu durante o cruzamento (erro do bandeira).

2. No 1o gol do São Paulo, houve uma falta de Antony em Danilo Avelar. Errou o árbitro.

3. No lance anulado do São Paulo, a bola bateu na mão/braço de Arboleda despretensiosamente. Errou o árbitro.

4. No lance reclamado por Thiago Volpi, falha do goleiro não existindo toque infracional. Acertou o árbitro.

Enfim, continuamos com o futebol brasileiro com más arbitragens, má cartolagem, má organização. Uma pena!