– Se dá para complicar, por quê simplificar?

Explicando a ironia do título desta postagem: a mudança de mão na bola / bola na mão, de 4 anos pra cá, foi turbinada por diversas novas orientações “em pílulas”. Você se atenta, aprende, muda de novo, e tem que reaprender.

Imagine o jogador e o torcedor comum…

Cá entre nós: o ideal era o que sempre foi por mais de 150 anos (não é força de expressão, é de 26 de outubro de 1863 mesmo) e sempre deu certo, que se resumia em: teve intenção de colocar a mão/ braços na bola e a tocou, é falta.

Simples. Evitaria esse monte de lambança que está se vendo nos jogos de futebol.

Por quê mudar a Regra (em tamanho volume de observações e numa periodicidade tão pequena) se funcionava adequadamente?

Ô dona IAFB, FIFA e demais membros, vamos com calma!

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Foto: trivela.com.br