– Análise da Arbitragem para Paulista 1×2 Assisense

Pelas características da partida, da classificação das equipes na tabela e dos jogadores, a arbitragem poderia ter sido melhor do que foi nessa manhã em Jayme Cintra.

No 1º tempo, o árbitro Leandro Bizzio Marinho começou muito bem, mas soltou o jogo ao não marcar uma falta mais forte de Hurick (PFC) que deixou o braço no rosto de Xandão (ASS) aos 12m. Na sequência, Varão (ASS) “desforrou” em Hurick (PFC) com uma entrada mais forte, onde a falta também não foi marcada mas virou vantagem ao time da casa. Em ambas, pela animosidade do momento, as infrações deveriam ser marcadas e o Cartão Amarelo aplicado. Acertou em não aplicar o cartão amarelo para Kaká, (ASS) no pênalti cometido por falta comum dentro da área.

Aos 40m, um lance polêmico: o zagueiro do Paulista João Paulo toca o atacante do Assisense dentro da área, mas com a bola já tendo passado a linha de fundo. O massagista da equipe visitante dispara do banco reclamando pênalti (corretamente não marcado) e corre ao 4º árbitro, sendo expulso na sequência. Ao sair, insiste em colocar o dedo no rosto do mesmo.

Fora esses detalhes na etapa inicial, manteve a autoridade em campo, embora tenha exagerado nas “resenhas” com os atletas. Em alguns momentos, as conversas são desnecessárias e quebram a dinâmica da partida.

No segundo tempo, errou ao aplicar cartão amarelo a Igor Mendes (PFC) logo aos 40 segundos, após entender que houve um carrinho no adversário Rafinha (Ass), em lance entendido como vantagem. Nada foi, atingiu apenas a bola. Acertou ao aplicar o cartão amarelo a Leo (ASS) por tirar a camisa na comemoração de gol e a um atleta substituto que invadiu o campo no mesmo momento para abraça-lo. No restante, foi bem, já que não tivemos nenhum lance ou situação mais complicada, apesar do jogo ser extremamente faltoso.

O bandeira 1 Fausto Viana foi exigido e participou muito bem da partida. O bandeira 2 Osvaldo Apipe também foi exigido, mas teve duas marcações não atendidas pelo árbitro, que avaliou estar melhor colocado e não as confirmou. O 4º árbitro Jeferson Girotto, sempre atento, idem.

PAULISTA x ASSISENSE

Gols: 1×2

Faltas: 18×25

Cartões Amarelos: 2×5.

Cartão Vermelho (uma única expulsão de membro da Comissão Técnica do Assisense).

Público 1.369 pagantes.

Renda: R$ 17.610,00.

– “Compensando” mesmo com VAR? Sobre Corinthians 2×1 Bahia.

Sejamos justos: o VAR veio para melhorar o futebol mundial, mas no Brasil é mal usado demais.

Na Arena Itaquera, em Corinthians 2×1 Bahia, tivemos péssima utilização do árbitro de vídeo Wagner Reway, corroborado pelo FIFA Dewson Freitas. O pênalti ao Bahia cometido por Ralf não foi marcado; logo após, em lance de Claysson que nada fez, veio a “marcação por compensação”. Em linguagem popular, significa quando se dá um pênalti que não foi para compensar o que não deu e foi.

Não creio que foi isso que aconteceu, acredito na incompetênciaComo errar em lances claros mesmo com a revisão no vídeo? E reforce-se: não é culpa do equipamento eletrônico, é de quem opera!

Uma pena, estão lutando pela desmoralização da tecnologia no futebol.

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