– Saiu a Escala da final entre Paulista x Marília: boa ou não?

Douglas Marques das Flores apitará a final do Campeonato Paulista Sub23 da 2a divisão. Boa ou má escala?

Para esse jogo, boa indicação. Se fosse para Corinthians x Palmeiras na série A do Brasileirão, não! E explico: o Douglas já atuou em Jayme Cintra nos jogos do Paulista FC, sempre tendo alguma dificuldade. Mas a culpa não era dele, mas de quem o escalava! Nas gestões anteriores, se forçou o lançamento desse árbitro de maneira precoce, queimando etapas e fazendo ele apitar até mesmo a série A1. Aos poucos, foi ganhando confiança em jogos de divisões menores, mas aí veio o Campeonato Brasileiro… e a mesma coisa ocorreu: Leonardo Gaciba, chefe dos arbitros da CBF, quis testá-lo em jogos mais cascudos e não deu certo. Teve problemas em Fluminense x Ceará e CSA x Flamengo (partida em que o time alagoano tentou anular na Justiça Desportiva). Mas se precisa ganhar mais experiência para a 1a divisão nacional, para a 4a divisão regional tem condição suficiente para atuar bem – já que consegue ter maior segurança após rodar o país e apitar “em casa”, ou seja, no estado de São Paulo.

Não esperemos a melhor arbitragem do ano, mas não acontecerá nenhum desastre. Torço para o árbitro ir bem e desejo uma grande partida para as equipes.

Sobre os erros nos jogos citados, o link em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/07/16/o-gol-anulado-do-vozao-em-fluminense-1×1-ceara/

Acompanhe a transmissão de Paulista vs Marília pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Repórter da Galera: Guilherme Barros e Editoria do Jornal de Jundiaí com Thiago Batista de Olim. Sábado, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Viva as mulheres iranianas no futebol!

Não é o ideal, mas saber que ao menos existe um começo de boa vontade, já anima: mulheres foram, enfim, permitidas para assistirem futebol no Irã (eram extrema minoria, mas tomara que aumente o número de torcedoras).

Espero que também as árbitras e jogadoras de lá sejam respeitadas e tenham maiores oportunidades!

Extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2019-10/apos-40-anos-mulheres-retornam-estadio-de-futebol-no-ira

APÓS 40 ANOS, MULHERES RETORNAM A ESTÁDIO DE FUTEBOL NO IRÃ

O Irã goleou o Camboja por 14 a 0 nesta quinta (10) em jogo válido pelas eliminatórias asiáticas para a Copa do Mundo de 2022. Mas, apesar do placar elástico, as atenções se concentravam nas arquibancadas no estádio Azadi, onde cerca de 4 mil mulheres acompanharam a partida.

Estas foram as primeiras mulheres em mais de 40 anos que viram um evento esportivo protagonizado por homens. Isto acontece porque desde a Revolução Iraniana, que aconteceu em 1979, as autoridades locais passaram a reprimir este tipo de iniciativa. O movimento tinha como uma de suas principais bandeiras afastar, e suprimir, as influências ocidentais na cultura local.

Segundo a agência oficial de notícias do Irã (Irna), a partida de hoje contou com um público de 6 mil pessoas, sendo 4 mil delas mulheres.

Posição da Fifa

Após a partida, o presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), o italiano Gianni Infantino, divulgou uma mensagem na qual afirmou que a entidade “continuará trabalhando (…) para ajudar a garantir que a coisa certa seja feita, que é permitir que todos os torcedores, independentemente do sexo, tenham a chance de ir aos estádios e desfrutar de uma partida de futebol”.

Essa mudança do governo do Irã em relação à presença feminina em eventos esportivos masculinos ocorre após pressão da Fifa, que enviou uma delegação a Teerã no mês de setembro para buscar formas de viabilizar o acesso de mulheres ao jogo contra o Camboja.

Críticas

Em setembro, o Irã se tornou alvo de críticas internacionais após uma mulher termorrido ao colocar fogo em si mesma depois de ser condenada à prisão pela tentativa de assistir a um jogo de futebol.

A mulher teria tentado entrar no estádio vestida como homem.

jogo no irã com a presença de mulheres no estádio

– O gol de ilusão de ótica que virou gol legal (mas para o outro time…).

Um lance incrível no Campeonato Croata: uma bola foi chutada de longe, tentando enganar o goleiro que estava adiantado; ele corre para defender a meta, se joga contra as redes e salva o gol. A bola não entrou, mas as redes foram balançadas pelo corpo do próprio defensor e a 1a impressão foi de gol. O time que defendia estava mais atento, recuperou a bola e, no contra-ataque, marcou o seu gol!

Sensacional a ilusão de ótica!

Veja em: https://globoesporte.globo.com/blogs/brasil-mundial-fc/noticia/ilusao-de-otica-na-croacia-jogadores-comemoram-sem-a-bola-entrar-e-sofrem-gol-em-seguida.ghtml

Um lance muito curioso marcou o encontro do líder com o lanterna do Campeonato Croata na tarde deste sábado. Perdendo por 1 a 0, o Slaven Belupo, último colocado da competição, teve boa oportunidade para empatar aos 27 minutos do segundo tempo, quando o goleiro do Hajduk Split saiu jogando mal.

No limite da grande área, o arqueiro Posavec acabou mandando nos pés de um adversário, que bateu de primeira tentando encobri-lo. A bola parecia tomar o caminho do gol, mas bateu na trave e não entrou. Traídos por uma ilusão de ótica, talvez pelo fato de Posavec ter balançado a rede, jogadores do Belupo, incluindo o goleiro, saíram para comemorar.

Até mesmo quem comandava o placar da partida acabou enganado, mas o jogo seguiu. Com vários adversários fora de suas posições, o Hadjuk Split teve toda a facilidade do mundo para ampliar o marcador e fazer o segundo com Juranovic. Liderança da competição mantida com um daqueles lances que a gente não vê todo dia…

Assista abaixo:

Prof. Bananas@gandama2uco

Hajduk Split vs. NK Slaven Belupo (2019)
– Josip Juranovic

Vários jogadores do NKS Belupo celebraram um golo que não ocorreu (a bola bate no poste). Os adversários não perdoaram e fizeram o 2-0.
Até o marcador electrónico se enganou.
⚽️ 🤦‍♂️

Embedded video

 

– Holstein Kiel 1×2 Bochum, na 2a divisão, com o VAR sendo o protagonista!

Quando o árbitro de vídeo é bom, tudo se torna elogios! Vide o VAR da Segunda Divisão Alemã, onde o conhecimento profundo da Regra de Jogo permitiu que se marcasse uma infração incomum: hoje, quando um atleta substituto toca a bola que está dentro de campo (ou seja: uma invasão de reserva que chuta a bola), não se marca tiro livre indireto, mas tiro livre direto. E se isso acontecer dentro da área, é pênalti (e aconteceu)!

Olhe só que situação bizarra e corretamente observada pela equipe de árbitros,

Extraído de: https://www.esporteinterativo.com.br/melhorfuteboldomundo/Pnalti-inacreditavel-e-marcado-apos-reserva-tocar-bola-que-ainda-estava-em-jogo-20191026-0003.html

PÊNALTI INACREDITÁVEL É MARCADO APÓS RESERVA TOCAR BOLA QUE AINDA ESTAVA EM JOGO

Lance bizarro aconteceu em jogo da segunda divisão alemã

Provavelmente o pênalti mais bizarro dos últimos tempos. Em Kiel, na Alemanha, pela segunda divisão do país, o VfL Bochum teve uma penalidade marcada a seu favor por conta de um toque na bola de um jogador que estava fora do campo.

O mandante do jogo, Holstein Kiel, vencia por 1 a 0 quando tudo aconteceu. Ganvoula, atacante do Bochum, recebeu passe em profundidade e chutou cruzado. Sem direção, a bola ia em direção à linha de fundo, quando Eberwein, reserva do Kiel colocou o pé na bola.

Sem que ninguém percebesse, o lance seguiu, mas o VAR revisou e percebeu que a bola não havia saído quando o suplente tocou nela.

De acordo com a regra, se algum membro da comissão técnica relacionado na súmula, jogador substituído ou expulso tocar a bola, um tiro livre deve ser marcado contra a equipe de quem cometeu o ato. Em lances dentro da área, pênalti.

Para piorar, Ganvoula marcou o gol de pênalti empatando a partida. O jogo terminou 2 a 1 para o Kiel.

Em: https://youtu.be/EYw4rn_6Rzs

25 October 2019, Schleswig-Holstein, Kiel: Soccer: 2nd Bundesliga, Holstein Kiel - VfL Bochum, 11th matchday in Holstein Stadium. Bochums Silv?re Ganvoula scores 1:1 for VfL by penalty kick. Photo: Frank Molter/dpa - IMPORTANT NOTE: In accordance with the requirements of the DFL Deutsche Fu?ball Liga or the DFB Deutscher Fu?ball-Bund, it is prohibited to use or have used photographs taken in the stadium and/or the match in the form of sequence images and/or video-like photo sequences. (Photo by Frank Molter/picture alliance via Getty Images)

25 October 2019, Schleswig-Holstein, Kiel: Soccer: 2nd Bundesliga, Holstein Kiel – VfL Bochum, 11th matchday in Holstein Stadium. Bochums Silvre Ganvoula scores 1:1 for VfL by penalty kick. (Photo by Frank Molter/picture alliance via Getty Images)

– Por quê ninguém aplica a Regra? Sobre Avaí x Palmeiras

Na partida entre Avaí 1×2 Palmeiras, independente de boa ou má arbitragem, vimos uma situação omissa de preservação dos atletas.

Em caso de qualquer contratempo que possa levar à alguma contusão dos jogadores (como falta de condições de jogo), a partida deverá ser paralisada ou até mesmo remarcada. E o que se viu na Ressacada, em Florianópolis, não seria admitido num campeonato sério: uma piscina ao invés do campo de jogo.

Além de atrapalhar o andamento normal da partida, imagine alguém se contundindo gravemente por conta de um carrinho no gramado mais liso e escorregadio, ou qualquer outra eventualidade?

Eu sei que o calendário é apertado, mas… dava para evitar essa situação.

Resultado de imagem para Avaí x Palmeiras

– Quem disse que para ser comentarista precisa ter sido excelente jogador ou árbitro?

Grandes craques ou insossos perebas determinam o sucesso ou fracasso no pós-carreira em decorrência do que já fizeram?

Digo isso pois vejo haters dizendo aos comentaristas:

  • “Jogou onde” para criticar esse atleta?
  • O cara nunca chutou uma bola, é jornalista, e quer criticar treinador? 
  • Apitava mal pra caramba e agora se mete a falar dos outros?

Fácil responder isso, é só perceber quem é melhor comentarista na TV: Caio Ribeiro ou Pelé? E quem foi melhor jogador?

Ou, se preferir, questione-se: Luxemburgo, Felipão, Telê Santana, Oswaldo Brandão… quais seus títulos como atletas e depois que encerraram a carreira quais são as conquistas como treinadores?

Sobre isso, acho interessante compartilhar esse texto, de 28/03/2014, publicado nesse mesmo blog, mas que permanece atual:

DE JOGADORES / ÁRBITROS A TREINADORES / INSTRUTORES

Mudar o ciclo de uma atividade é difícil. Nem todos conseguem se desapegar da rotina passada e tentam se adaptar às novas realidades da melhor maneira possível.

No futebol, essas mudanças de funções são, em alguns casos, traumáticas e frustrantes. Em outros, de maior glória do que na vida profissional inteira até então!

Veja o caso de ex-jogadores e ex-árbitros. Onde se inserirão no pós-carreira?

Seedorf anunciou há dias a aposentadoria como jogador e virou treinador no Milan. Ótima chance para um iniciante, que, sejamos justos, já esperava a oportunidade e se capacitava paralelamente a isso. Porém, dificilmente vemos ex-atletas começando por cima, e ele é mais uma das exceções, como Falcão e Dunga, que sem nunca terem trabalhado em clubes menores, foram para a Seleção Brasileira.

Grande é o número de atletas que não conseguem nem chegar às categorias de base como treinadores, tendo dificuldade de vingar no profissional. E isso independe da sua categoria como jogador. Será que Muller, Bebeto, Romário, Raí e até mesmo Pelé seriam grandes “professores” na área técnica a beira do gramado? Qualquer resposta seria mero “chute”. Beckenbauer e Cruyff foram magníficos dentro e fora de campo. Mas outros do mesmo nível não. Luxemburgo era reserva de Júnior, mas o primeiro foi muito mais vitorioso como treinador.

Portanto, ter sido craque ou cabeça de bagre com a bola no pé parece não ser tão decisivo para ser “o homem da prancheta”. Muitos conseguirão ensinar apenas os conceitos, outros farão o time jogar de fato. É por isso que existem os comentaristas esportivos, que podem ver o futebol à sua forma, conseguem passar tudo claramente aos torcedores mas que necessariamente não seriam grandes treinadores. E grandes treinadores que teriam uma dificuldade enorme em se fazer entender ao ouvinte.

Me recordo de 4 bons nomes que sugiram graças a uma filosofia (arriscada, mas que foi correta) de lançar treinadores por um clube: o Paulista de Jundiaí, que deu grande oportunidade ao Giba (que nasceu como treinador no Lousano Valinhos, parceiro do Galo Tricolor na época); depois vimos Zetti se sagrando vice-campeão estadual (perdendo do São Caetano de Muricy Ramalho); aí veio Vagner Mancini (que já dirigiu grandes equipes) e Wagner Lopes (sempre na ativa na série A1, atualmente no Botafogo-SP).

Por assumirem a responsabilidade em um clube que não era um dos grandes (de massa, como Corinthians e Flamengo), conseguiram trabalhar com pressão menor. Mas já imaginaram Marcos como treinador do Palmeiras ou Rogério Ceni do São Paulo? Aceitariam o risco de arranhar a imagem construída até hoje? Seriam treinadores de um clube só, como foram enquanto jogadores? E as vaias, para onde iriam? E, claro: a competência estará no mesmo nível?

Para mim, Seedorf é uma grande incógnita como treinador. Mas desejo sucesso, pois com o carisma e competência que tem, pode triunfar.

Entretanto, “ser sem carisma” é a rotina dos árbitros de futebol. No pós-carreira, farão o quê? Serão observadores de jogos das suas federações recebendo ajuda de custo a R$ 50,00, só pelo prazer de lá estarem? Ou conseguirão entrar no seleto clube de membros de comissões de arbitragem e instrutores? Poucas são as vagas como comentarista de arbitragem na mídia, e praticamente nulas as pretensões como “professores de regras” aos jogadores, contratados pelos clubes para melhor capacitar seus atletas.

Aqui, a comparação com os jogadores é idêntica: Dulcídio Wanderley Boschilla e Oscar Roberto Godoi foram excepcionais árbitros, mas seriam bons instrutores, com boa didática e jogo de cintura no trabalho junto aos cartolas das federações? Creio que não. Godói, entretanto, é ótimo no jornalismo esportivo, sendo claro, incisivo e objetivo. Encontrou-se! Enquanto isso, ex-árbitros como Roberto Perassi e Sílvia Regina (o primeiro comum em campo e a segunda competentíssima na categoria “feminino” – talvez a melhor árbitra da história do Brasil, mas razoável tecnicamente em jogos masculinos) são excelentes como instrutores. Sérgio Correa da Silva e Arthur Alves Júnior, também não-excepcionais como árbitros, enveredaram um caminho de sucesso como dirigentes sindicais (ao menos, figuram em vários cargos). Gaciba, Simon e Arnaldo são irrepreensíveis na TV, conseguindo essa transferência de competência agregando a didática.

Portanto, a relação de competência em uma função não necessariamente significa sucesso em outra. Um jogador mediano / árbitro comum pode ou não ser grande treinador / instrutor. E um jogador craque / árbitro excepcional pode ou não ter sucesso, mas com uma diferença: o comparativo com o que fazia antes de mudar a carreira será algo cruel. Será cobrado por tal! Sem contar com aqueles que não vieram necessariamente de dentro das 4 linhas: Carlos Alberto Parreira jogou onde? E é um dos treinadores mais respeitados do mundo. Mais: o Professor Gustavo Caetano Rogério, diretor da Escola de Árbitros da FPF por muitos anos, apitou onde? E foi talvez o maior nome da entidade.

Há os esforçados, como o Cel Marcos Marinho, atual presidente da CEAF-FPF, que assumiu o cargo sendo Major encarregado da luta contra as torcidas organizadas, e que apesar de muito estudar as regras, ainda leva a desconfiança do domínio das mesmas. Teria ele experiência para ensinar posicionamento ou dinâmica de arbitragem aos árbitros?

E pensar que, Armando Marques, velho de guerra, que um dia errou a contagem de pênaltis na decisão entre Santos x Portuguesa numa decisão de título paulista, por anos a fio presidiu a Comissão de Árbitros da CBF e conduziu a arbitragem brasileira ao desrespeito de muitos…

Por fim: o treinador de futebol ou o instrutor de arbitragem deve, independente do seu histórico como ex-jogador ou ex-árbitro, ter uma tríade de virtudes:

  1. – o conhecimento técnico (ter estudado),
  2. – a prática (ter vivenciado as dificuldades) e
  3. – a vocação (o dom entusiasta para exercer a atividade).

Claro, com uma boa oportunidade de sorte para mostrar o seu talento.

E você, o que pensa sobre isso? Grandes craques ou insossos perebas determinam o sucesso no pós-carreira (ou não) em decorrência do que já fizeram?

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arbitro gordo

– 156 anos de Futebol e 11 curiosidades

FESTA: 156 anos do futebol, a ser festejado no sábado!

Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.

Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.

Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.

Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.

1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;

2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão; simples assim!

3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.

4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola esteja no ataque ou não.

5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.

6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).

7) O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.

8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.

9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.

10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.

11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).

É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, área técnica, entre outras.

E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário de 156 anos?

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– Que escala ruim para uma final de campeonato!

Leandro Bizzio Marinho, de Santo André, disputou o sorteio de árbitros para a final entre Marília x Paulista com Douglas Marques das Flores, de Rancharia. Ambos tem o mesmo nível técnico, porém Douglas está em evolução e apita com mais vontade. Infelizmente (para ambas equipes, tecnicamente falando), deu Bizzio.

Nada pessoal contra o árbitro, mas a impressão ruim da última partida em que ele apitou do Galo (derrota para o Assisense por 2×1) ficou muito marcada. Um certo menosprezo à disputa, excesso de conversas com atletas e algumas situações em que poderia ter atuado bem melhor.

Como é uma final de campeonato e todos estarão observando, é claro que ele levará o jogo mais a sério e, dessa vez, deverá apitar com mais vontade.

Mas cá entre nós: com tantos nomes mais qualificados no quadro, a FPF poderia ter olhado com mais carinho; afinal, é decosão. Por quê não escalar alguma revelação deste ano, como as que observamos ao longo da temporada e elogiamos?

Não é uma questão de honestidade, caráter ou simpatia (pois creio que ele é um cara correto). Simplesmente uma questão de rendimento dentro de campo e oportunidade a quem apitou a divisão inteira.

Sobre a última escala dele no Jaime Cintra, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/09/22/analise-da-arbitragem-para-paulista-1×2-assisense/

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– Cerveja de Graça enquanto o VAR não se decide?

Vai ter torcedor que se embriagará fácil, fácil… A Ambev vai fazer uma ação promocional com a demora dos juízes quando se utilizam dos equipamentos eletrônicos e do árbitro de vídeo, distribuindo cerveja em bares durante a partida entre Flamengo x Grêmio.

Extraído de: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/tem-var-tem-open-bar-acao-vai-distribuir-cerveja-graca-bares.html

SE TEM VAR, TEM OPEN BAR!

Em caso de VAR, durante o tempo em que a decisão demore para ser tomada, a Brahma vai distribuir latas de cerveja, em dois bares, um no Rio e outro em Porto Alegre

O VAR vem dando o que falar! Tanto que os torcedores de Grêmio e Flamengo podem tirar uma vantagem em cima do assunto que podem tomar o protagonismo em certos momentos da semifinal da Libertadores, disputada pelas equipes brasileiras nesta quarta-feira, no Maracanã.

Em caso de VAR, as torcidas tem motivos para torcer para que a interferência demore a ser resolvida. O motivo é simples: Em caso de VAR, durante o tempo em que a decisão demore para ser tomada, a Cervejaria Brahma vai distribuir, em dois bares, um no Rio e outro em Porto Alegre, latas de cerveja de graça, além de água mineral para ajudar na hidratação.

No Rio, o Open VAR de Brahma será no Bigorrilho, no Leblon. Em Porto Alegre, a ação acontece no Kiosque Bar, na Cidade Baixa.

– É por causa da paixão dos torcedores por seus clubes que o futebol se tornou um patrimônio nacional. E, como cerveja que sempre esteve ao lado do torcedor, queremos fazer desse momento durante um dos jogos mais importantes do ano algo especial e inesquecível – disse Gustavo Tavares, gerente de marketing esportivo da Cervejaria Ambev.

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– Quando um erro decide…

Há certos lances no futebol indiscutíveis. Um erro do árbitro no final da partida, por exemplo, decide um resultado.

Ao assistir esse lance entre Ceará x Bahia, fico pensando: o que acontece? Ninguém ajudou o árbitro? Desatenção total?

É por isso que os torcedores acabam pensando bobagem sobre a índole dos juízes de futebol…

Abaixo, do tuíte do jornalista Anderson Cheni, entenda:

Segundo gol (o da vitória) do @CearaSC por 2 x1 contra o @ECBahia com esse escanteio que não ocorreu comprova a fragilidade ou ruindade mesmo da arbitragem brasileira.

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