– #RacismNO! Força, PC.

O amigo Paulo César de Oliveira foi vítima de racismo, só porquê um indivíduo discordou da sua opinião sobre um lance de pênalti no Fluminense x Corinthians.

O mundo está intolerante desse jeito? Por causa de uma avaliação de futebol, o sujeito acha que pode inferiorizar o seu semelhante chamando-o de macaco?

Força, Paulo César de Oliveira – você é maior do que isso. Xô, racismo.

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Paulista x Olímpia (Rodada 12 da A3)

Na volta da Terceirona, no confronto do Galo da Japi contra o Galo Azul, teremos a arbitragem de Alysson Fernandes Matias.

Alysson é professor de Educação Física, tem 44 anos de idade e está há 19 temporadas no quadro da FPF. Tem se notabilizado em jogos da A3 como árbitro central e na A2 como 4o árbitro. É alto, tem “presença” em campo, tecnicamente razoável, possui boa experiência mas disciplinarmente, nas partidas em que atuou do Paulista, não foi bem. Não dá “química” em Jundiaí.

Relembre, por exemplo, a última atuação em Jayme Cintra (2009) no Paulista 1×0 Rio Branco pela Copa Paulista, em: https://wp.me/p55Mu0-ha. De lá para cá, não consigo me recordar de nenhuma arbitragem excepcional nas divisões que trabalhou.

Curiosidade: Alysson foi árbitro da polêmica final do Campeonato Amador de Jundiaí em 2009, numa confusa decisão. Aqui: https://www.esportejundiai.com/2011/11/arbitro-da-final-confusa-do-amador-de.html.

Estranho a FPF não se atentar a esse detalhe. Normalmente, existem praças esportivas que alguns árbitros são evitados para trabalhar, justamente por algum entrevero. Mas torço para que ele tenha uma grande atuação, afinal, não estaria há tanto tempo no quadro se não tivesse qualidades. É honesto e boa gente. Quem sabem, sem torcida, possa trabalhar sem nervosismo.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Olímpia pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Edson Roberto (Didi); comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Alexandre Bardi. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Concordo e Assino Embaixo. Parabéns, Rodrigo!

A imagem da semana passada no Estádio Urbano Caldeira foi emblemática (em Santos x Atlético Mineiro). O sistema de árbitro de vídeo tem sido cruel e confuso, especialmente com os árbitros assistentes na marcação dos impedimentos. E ao perceber que sua marcação humana foi precisa, o bandeirinha Rodrigo Correia literalmente “comemorou seu acerto”.

Concordo com o texto escrito, abaixo, pelo jornalista Wanderley Nogueira. E parabenizo Rodrigo “por tabela”.

ALEGRIA SILENCIOSA. JUSTA.

O assistente Rodrigo Correia, foi assunto quando comemorou o acerto de uma marcação de impedimento.

Aconteceu na vitória do Santos contra o Atlético Mineiro, na Belmiro.

Os fiscais dos gestos humanos entraram em cena para discutir o assunto.

Normal, afinal, estamos todos sob observação constante.

“Sorria, você está sendo filmado” está cada vez mais em moda.

A conversa aqui é sobre a reação do bandeirinha.

Justa, justíssima.

A disputa dele é com o olhar eletrônico.

Não é fácil.

O VAR chegou – é o discurso atual – para corrigir as lambanças dos humanos.

Quando ele confirma a decisão do árbitro ou do assistente , é motivo de alegria, comemoração.

A dele, foi discreta. Elegante.

Acertando, nada de elogios.

Basta um erro para ser esculhambado.

Sua celebração foi solitária.

Olhando para o gramado .

Fechando a mão com força e no mínimo pensando: “acertei , cacete! “.

Erro, todos cometem.

Acerto, é tentativa constante.

Erro, tem avaliação pública.

Acerto, teve comemoração silenciosa…dele.