– A arbitragem para Al-Ahly x Palmeiras e Bayern x Tigres (e o legado do Mundial de Clubes).

Justíssimas escalas da FIFA para a 5a feira de jogos derradeiros do Mundial de Clubes.

Para a final: Esteban Ostojich (o uruguaio que apitou Palmeiras x River Plate). Aliás, um ótimo nome para a Copa do Mundo de Seleções do Catar 2022.

Para a decisão de 3o e 4o lugar: Maguette N’Diaye (o senegalês que foi 4o árbitro em Palmeiras x Tigres). Um prêmio para um árbitro emergente.

E as brasileiras? Edina Alves e Neuza Back serão respectivamente árbitra e bandeira reservas na finalíssima – algo impensável tempos atrás.

O mais importante de tudo, nesta edição do Mundial, foi ver o intercâmbio de árbitros das diversas regiões do mundo sob a orientação e universalização de critérios: por exemplo, usar moderada e necessariamente o VAR, sem vulgarizá-lo ou fazê-lo um instrumento da fuga da autoridade dos árbitros. E aí vem a grande questão: os demais árbitros mundo afora se espelharão nessas atuações para seus jogos locais?

Tomara que sim!

Abaixo: Maguette N’Dianye