– Lançando novos árbitros no Paulistão: um desafio!

Fabiano Monteiro dos Santos tem apenas 23 anos e somente há 4 temporadas apita pela FPF. Fez sua 1a partida pela série A1 na semana passada, em Ponte Preta 0x1 Santo André.

Eu defendo a renovação da arbitragem e a oportunidade aos mais jovens, DESDE que seja alicerçada, sem “padrinhos interessados”, olhando o potencial e sem queima de etapas. Meritocracia, em outras palavras.

No ano passado, um árbitro que foi muito mal nos jogos que trabalhei observando e comentando, Flávio Mineiro, que teria potencial de ir bem com bastante treino e experiência, saiu da 4a para a 1a divisão e jogou fora sua oportunidade. A CEAF-SP o “queimou” por não saber o momento certo de dar a grande chance. Foi da mesma forma lançado como Fabiano, sem fazê-lo ganhar experiência o suficiente.

Há outros jovens: João Vitor Gobbi e Demétrios Candançan, que elogiei bastante nas categorias menores. O primeiro está tendo mais experiência em outras divisões e solidificando melhor a carreira. O segundo está, igualmente a Fabiano, lançado “na marra”.

Se forem acima da média, aproveitarão a oportunidade. Mas o ideal é: passo-a-passo, paulatinamente, dando experiência para não perder talentos.

Abaixo, o choro de Fabiano na estreia que fez (nas rodadas iniciais é propício, mas num jogo da Ponte no Moisés Lucarelli, talvez nem tanto), e lembro: na arbitragem, não basta conhecimento técnico e bom desempenho físico. Precisa ter equilíbrio emocional, senão não aguenta o “tranco”.

Boa sorte aos novatos.

Um comentário sobre “– Lançando novos árbitros no Paulistão: um desafio!

  1. Super concordo com a renovação da arbitragem mas com a meritocracia estudos e bom preparo físico e mental. Espero que não exista na FPF uma restrição as mulheres. Fico contente que a Daiane Muniz esteja presente nas escalas do Paulistão assim como a Fabrini Bevilacqua. Gostaria de ver a Adeli Monteiro e a Fernanda Ignácio de Souza tendo oportunidades. Existe uma pressão por parte dos times grandes por vetar tal árbitro por achar que exista má fé do profissional. Como seres humanos somos passíveis de erros e cabe a comissão de arbitragem avaliar de forma coerente sem apadrinhamento o desempenho dia profissionais.

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