– São Paulo 0x0 Palmeiras: o gol contra foi irregular ou não por conta de Miranda?

Até que apareça uma imagem diferente da TV, por enquanto, entendo ter sido gol legal do São Paulo contra o Palmeiras (pelo que se pode ver até agora) no final da partida desse sábado.

Entenda a Regra: estar em impedimento não é uma infração, pois você pode estar ativo ou passivo. Miranda está em impedimento passivo, e aqui vale alguns questionamentos para entender se ele ficou ativo ou não:

  • Ele disputa a bola (se sim, jogando-se contra ela ou a tocando, passou para ativo)?
  • Ele interfere na jogada contra um adversário (por exemplo: sua ação provocou uma reação determinante de Patrick de Paula, seu marcador mais próximo)?
  • Ele tira proveito de uma situação (um rebote que sobra para ele, por exemplo)?

Repito: pelas imagens que vi até agora, nenhuma dessas situações se concretizou. Não consigo enxergar Patrick de Paula sendo prejudicado na sua decisão de jogo por conta da ação do Miranda ter tentado disputar a bola – e isso independe do palmeirense tocar ou não na bola (até porque o gol-contra foi de outro atleta). Mas atenção: isso é interpretação (o interferir ou não contra um adversário)!

Péricles Bassols, o ex-árbitro da FIFA que se desaposentou e saiu do RJ para vir trabalhar em SP, chamou Luiz Flávio de Oliveira por conta do protocolo (todo gol deve ser revisado, segundo a Regra). Portanto, a responsabilidade é dupla nesse caso (de acerto ou de erro).

Seria indiscutível o lance caso Miranda tivesse feito Patrick de Paula ter claramente mudado seu posicionamento disputando a bola – e por conta disso não ter ocorrido, surge o benefício da dúvida (e respeito todas as opiniões em contrário). E aqui, pela 3a vez, repito (pelas imagens que rodaram pela Web até agora), eu validaria o gol.

IMPORTANTE –

1- Como a CBF está “sem comando” neste momento por decisão judicial, quem poderia mudar Leonardo Gaciba do comando da arbitragem nacional?

2- Que venham os estrangeiros para os dois tensos Choque-Reis da Libertadores.

São Paulo x Palmeiras: saiba onde assistir à partida do Brasileirão Série A - Gazeta Esportiva

Esse mesmo post, com vídeo explicativo, em: https://professorrafaelporcari.com/2021/07/31/124968/

– E se tivesse torcida em Corinthians x Flamengo, como seria a recepção a Renato Gaúcho?

Semanas atrás, quando Vagner Mancini foi demitido do Corinthians, Renato Gaúcho foi procurado pelo Timão e preferiu não aceitar o cargo de treinador, alegando que precisava de férias. Sylvinho assumiu após outro não-aceite, o de Diego Aguirre.

Mas quando sobrou a vaga para o Flamengo… término das férias de Renato.

Pelo histórico de causos e casos do futebol, imagino que se tivéssemos a presença de público neste jogo, provavelmente algo folclórico aconteceria.

Sobre a arbitragem: Vuaden, o melhor e mais experiente árbitro brasileiro atuando no momento, é quem apita. Jogo grande não se brinca com as escalas… com um detalhe: “Milésimo jogo do VAR”, sendo a inauguração da Central do Árbitro de Vídeo na sede da CBF.

Aliás, sem comando como a CBF está, Leonardo Gaciba está mais do que seguro no cargo neste momento, não?

Corinthians x Flamengo: veja onde assistir à partida do Brasileirão Série A  - Gazeta Esportiva

– Medina, Portela, Arbitragem e Espírito Olímpico.

Eu não entendo nada de Regras de outros esportes que não seja Futebol (e olhe lá), como Skate, Judô ou Surf (onde estão comentando as medalhas, vitórias e derrotas nos últimos dias). É normal que surjam “especialistas dessas modalidades na Internet” em meio ao torneio olímpico; afinal, isso é fruto de euforia ou frustração do torcedor.

Porém, vejo a questão dos comportamentos:

1. Gabriel Medina, surfista, foi eliminado por um japonês e reclamou bastante. Nas Redes Sociais, “árbitros informais” detonavam os juízes do surf (e comentaristas de TV, mais racionais, mostraram detalhes do erro cometido pelo brasileiro).

2. Maria Portela, judoca, foi eliminada e chorou copiosamente, comovendo a todos, em decisão polêmica da arbitragem. Entretanto, em nenhum momento questionou os árbitros, falou em “melhorar seu desempenho”!

Me recordo da ex-atleta da Ginástica brasileira Daiane dos Santos. Após perder a medalha da prova que disputava nos Jogos Olímpicos no ano que disputou, a repórter da TV Globo perguntou: “Daiane, você foi prejudicada pelas notas dos árbitros? Você acha que eles te prejudicaram”. E a garota-prodígio respondeu: “Não, eu não consegui um bom salto”. A repórter insistiu: “Mas e o seu joelho? Foi ele que atrapalhou seu desempenho?” Resposta: “Não, meu joelho não afetou em nada”. Por fim, ainda interpelou a jornalista: “Mas você não acha injusto a sua não premiação?”. E, mais uma vez, com um tremendo espírito esportivo, respondeu a atleta: “Não. No esporte se ganha e se perde, e eu não fui bem, além de que elas foram ótimas.”

Taí. Sei falar de “saber perder” e “saber ganhar”, como fez a Daiane. Mas não ouso detonar árbitros de um esporte que desconheço as regras.

Daiane dos Santos - Que fim levou? - Terceiro Tempo

– O futebol feminino olímpico e suas diversas nuances.

Sou torcedor das jogadoras da Seleção Feminina de Futebol! Moças esforçadas, onde algumas venceram as dificuldades da vida (e outras ainda lutam contra os percalços). Inclua-se discriminação pelo sexismo e outros preconceitos.

Porém…

É um outro “tipo” de futebol. Se aceite como ele é. Não pode-se comparar com o masculino em vários aspectos: o condicionamento físico, por exemplo, que é uma situação fisiológica (homens e mulheres são iguais em dignidade, mas diferentes obviamente na fisiologia). A questão das goleiras, outro caso latente (pelos mesmos motivos). E, evidentemente, das condições técnicas (inclua-se a arbitragem, pois existe a necessidade de desenvolvimento).

Aliás, viram (ou tentaram ver) o pênalti contra a Holanda? Difícil dizer que após o salto da atacante brasileira (que tentou cavar uma falta fora da área), o toque da mão da zagueira holandesa sobre ela (dentro da área) foi ou não infracional. Até pela péssima geração de imagens da empresa contratada para a transmissão de TV.

Dito tudo isso, insisto: torçamos para as meninas, mas não a cobremos mais do que se deve.

Em tempo: fui instigado sobre a canadense Quinn, e gostaria de respeitosamente opinar. Houve a polêmica durante a partida da sua equipe pois ela era um homem que fez a transição de gênero, portanto, é uma mulher trans. Porém, ela própria se intitulou uma pessoa não-binária (que não se reconhece nem como homem ou mulher – por isso o uso do discutido pronome neutro). Mas se é não-binária (pela Quinn mesma), como a encaixar no futebol feminino ou masculino?

Não estou preconceituando, apenas levando a discussão sensata, pois outros casos surgirão: de homens e mulheres héteros, homos e trans, além dos “não se encaixam nem em um ou outro” (por iniciativa própria).

Quinn (à esquerda, com a camisa nº 5) se autodeclara transexual “não-binária”, isto é, não se reconhece nem como homem nem como mulher| Foto: Canadian Soccer Association

– Parcial da enquete sobre “Melhor Comentarista de Arbitragem na TV”.

Amigos, nesta semana postamos uma enquete sobre “melhor comentarista de arbitragem na TV”, além de considerações (link em https://professorrafaelporcari.com/2021/07/12/a-des-importancia-de-um-comentarista-de-arbitragem-durante-a-partida/)
A PARCIAL até sábado (145 votos), na imagem abaixo:

– E a polêmica sobre a proibição de uniforme verde no Campeonato Italiano?

Há coisas que nos surpreendem por serem indevidas e inusitadas. Um desses exemplos é a polêmica sobre a interferência nas cores dos uniformes de futebol permitidas / proibidas para o Campeonato Italiano.

Caso você não tenha visto, compartilho aqui neste link: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/8914175/campeonato-italiano-cria-regra-e-proibe-uniformes-verdes-a-partir-de-2022-entenda-o-motivo

Eu entendo e concordo com a necessidade de diferenciação contrastante das cores de camisas, calções e meias. Aliás, a própria regra do jogo pede que exista isso. O detalhe é que há alguns pontos discutíveis, como: a questão das listras! Sem dúvida alguma, dois times listrados trazem “poluição visual e não clareza”, como no caso de Inter de Milão x Milan. Mas nem precisa que ambas tenham essas listras: vide Corinthians x Santos, sendo o Timão como mandante: camisa e meia brancas com calção preto de um lado, calção branco e camisa listrada preta e branca com meias pretas. Tudo alvinegro!

Para se apitar o futebol (especialmente a fim de ajudar os bandeiras em linhas de impedimento), quanto mais diferente, melhor. Até aí, nenhuma novidade. Mas… quer se proibir o VERDE, alegando melhor transmissão para não confundir com o gramado.

Pode?

Aí é exagero… e nos leva a pensar: será que se a Juventus, a Internazionale ou o Milan fossem verdes, a exigência existiria?

Não faz sentido algum isso. Imagine no Brasil? Palmeiras, América-MG, Juventude, Goiás… muda-se a cor da equipe por uma “impressão da TV”? Tenha a santa paciência com esses cartolas italianos…

Em tempo: na 1a divisão, quem se deu mal (por enquanto) foi o Sassuolo apenas..

Novas camisas da US Sassuolo 2020-2021 PUMA » Mantos do Futebol

– Como discernir infração ou não (em referência a bola que bate inesperadamente no corpo e na mão), como o ocorrido em Universidad Católica x Palmeiras.

Ontem, falamos sobre o erro na marcação do pênalti a favor do Palmeiras no Chile contra a Universidad Católica (Raphael Veiga marcou de pênalti, em lance oriundo de polêmica: a bola bateu acidentalmente na mão de Lanaro, desviada na própria perna, após cruzamento de Deyerson).

A explicação da regra com a circular 22/2021 da CBF traduzida, onde se define o que é “movimento antinatural”, em: https://professorrafaelporcari.com/2021/07/14/nao-foi-penalti-para-o-palmeiras-contra-a-catolica/.

Um lance muito parecido (de bola que vem inesperada, toca no corpo do próprio jogador e sem intenção alguma bate na mão) ocorreu em Palmeiras x Internacional. Abordamos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/09/03/o-penalti-de-palmeiras-1×1-internacional/.

Nestes casos, para facilitar a compreensão se é infração ou não, lembre-se:

1- A regra da mão na bola só fala de intenção e movimento antinatural. Lances de imprudência e movimento natural NÃO SÃO INFRAÇÕES nesse caso.

2- Mãos de apoio do corpo, mão de proteção para não atingir rosto / partes íntimas e mão acidental, não são infrações.

3- O braço aberto ou fechado não significa absolutamente nada, caso a bola bata ali acidentalmente por ser um lance desviado e rápido (o atleta chileno tinha como evitar o contato, após a bola bater em sua perna)?

Por fim: André Matonte, árbitro uruguaio, está no quadro da FIFA pela disponibilidade da vaga no país dele, não pelo mérito. Sabidamente, não tem experiência suficiente em jogos internacionais… aliás, como os nomes principais da arbitragem sul-americana estão descansando devido a Copa América, os “2ªs linhas” entraram em campo.

Com as mudanças constantes (e pouco explicadas) nas Regras, precisamos de atualizações constantes…

– Que lambança o VAR fez no Paraguai em Cerro Porteño x Fluminense!

Que loucura! No Paraguai, o VAR traçou as linhas do impedimento e esqueceu do zagueiro do Fluminense, que dava condições ao Cerro Porteño, pela Libertadores da América.

Não teve como a Conmebol não admitir o erro… incrível a lambança. Abaixo:

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/07/14/conmebol-admite-erro-do-var-em-gol-anulado-do-cerro-porteno.htm

CONMEBOL ADMITE ERRO DO VAR EM CERRO X FLUMINENSE

A Conmebol admitiu erro por parte do VAR no gol anulado do Cerro Porteño contra o Fluminense na Libertadores. A entidade divulgou vídeo com o áudio da cabine do VAR no momento da análise e reconheceu o equívoco dos árbitros ao marcarem o impedimento.

“O VAR checou a jogada com um ângulo muito fechado, deixando de levar em conta um defensor que está na parte inferior da tela para a colocação de linhas virtuais. Esse defensor habilitaria todos os atacantes, caracterizando um erro na decisão final”, confirma o vídeo da Conmebol.

Após o jogo, o técnico do Cerro Porteño ainda questionou por que o assistente levantou a bandeira enquanto o lance acontecia e não esperou o fim da jogada, como recomenda o protocolo. Apesar de admitir o erro, a Conmebol garante que a divulgação dos áudios tem objetivo didático e não muda o resultado do jogo.

Fluminense e Cerro Porteño se enfrentaram pelo primeiro jogo das oitavas de final da Libertadores. Os cariocas saíram do Paraguai com a vitória por 2 a 0, com gols de Nenê e Egídio. O time comandado por Roger Machado chega com vantagem no jogo de volta, que acontece na próxima terça-feira (13) no Maracanã.

– Não foi pênalti para o Palmeiras contra a Católica.

Um absurdo pênalti marcado a favor do Palmeiras na Libertadores. A Regra orienta que bolas acidentais que batam na mão em movimento natural não sejam pênaltis. Por exemplo: bater na perna de um jogador e na sequência na mão.

Aliás, a Regra do Jogo, desde 1º de Julho, procurou esclarecer o que é o movimento antinatural. Abaixo: 

“No que tange aos critérios de a mão/braço tornar o corpo de um jogador “ampliado antinaturalmente”, foi confirmado que os árbitros devem continuar a empregar o seu julgamento para decidir sobre a validade da posição da mão/do braço, com relação ao movimento do jogador, em cada situação específica.

Feito esse esclarecimento, será considerada uma infração de toque da bola na mão/braço, se um jogador:

  • Tocar a bola com sua mão/braço deliberadamente. Por exemplo, deslocando a mão/braço em direção à bola;
  • Tocar a bola com sua mão/braço, quando sua mão/braço ampliar seu corpo de forma antinatural. Considera-se que um jogador amplia seu corpo de forma antinatural, quando a posição de sua mão/braço não é consequência do movimento ou quando a posição da mão/braço não pode ser justificada pelo movimento do corpo do jogador para aquela situação específica. Ao colocar a sua mão/braço em tal posição, o jogador assume o risco de sua mão/braço ser tocado pela bola e, portanto, de ser punido; ou
  • Marcar um gol na equipe adversária:
  •     o diretamente do toque da bola em sua mão/braço, mesmo que acidentalmente, inclusive o goleiro; ou
  •     o imediatamente após a bola tocar em sua mão/braço, mesmo que acidentalmente.

Um toque acidental da bola na mão/braço, em que seja marcado um gol por um companheiro de equipe do jogador em quem a bola tocou na mão/braço, assim como a criação de uma oportunidade de gol não constituem mais infração.”

Portanto, errou a arbitragem, já que não teve qualquer intenção em tirar proveito a bola que bateu no braço, nem correu risco algum por ser movimento natural.

Universidad Católica x Palmeiras: assista à transmissão da Jovem Pan ao vivo | Jovem Pan

– E qual árbitro brasileiro irá para a Copa do Catar?

Depois da Copa América e da Eurocopa, tanto Conmebol e UEFA fazem suas avaliações sobre o trabalho dos árbitros.

Na América do Sul, notou-se a dificuldade de coibir a indisciplina dos atletas locais (que é uma questão cultural). Partidas razoavelmente apitadas, com “aceite” de milonga. Destaque positivo para Raphael Claus, que imagino: poderia ter sido escalado à final caso a Seleção Brasileira fosse eliminada em fases anteriores.

Na Europa, jogos com comportamento melhor dos jogadores e árbitros usando muito melhor o ferramental tecnológico à disposição: ou seja, o uso correto do VAR como auxílio – e não substituição de decisor – à arbitragem. Destaque para as ótimas atuações do alemão Félix Brych (do pênalti dificílimo – mas correto – de Inglaterra x Dinamarca) e Björn Kuipers, o holandês da decisão.

Pós competições continentais, o objetivo é único: escolher definitivamente os árbitros para a Copa do Mundo do Catar em 2022.

No Brasil, o goiano Wilton Sampaio e o paulista Raphael Claus estavam sendo trabalhados há algum tempo – ora se falando que o goiano Sampaio poderia ir como VAR (embora tenha sido criada uma lista de “árbitros especialistas em VAR” internacional), ora como árbitro principal. Até pelas atuações e escalas, parecia-me que Claus seria “bola cantada”, já que estava em melhor fase e sendo melhor preparado.

Entretanto…

A iniciativa da FIFA em criar um “evento inclusivo” mudou tudo: desejando mostrar a diversidade, a meritocracia e até mesmo a força feminina num país machista, escalou a paranaense Edina Alves Batista para o Mundial de Clubes no Catar. E deu certo! Ela, que já estava apitando muito bem no Campeonato Brasileiro, deu conta do recado e foi aclamada por torcedores, jogadores, árbitros e imprensa. Atuou corretamente e atingiu todos os índices físicos exigidos.

Para muitos, a “inclusão” foi uma jogada de marketing. Que seja! A meritocracia valeu mesmo assim. Só que voltando ao Brasil, Edina teve uma superexposição e desencadeou ciúmes e discriminação por sexismo. Muitos homens que deixavam de ser escalados usaram o argumento mesquinho de que “só porquê é mulher”… E a torcida para que ela errasse em campo, por muitos, aconteceu. Vide o episódio complicado envolvendo Internacional x Red Bull Bragantino (para não nos alongarmos, aqui neste link: https://wp.me/p55Mu0-2OK).

Apesar do árbitro Leandro (citado na matéria acima) ser punido e Edina voltado a apitar, ela foi escalada como primeira mulher a apitar na Libertadores da América Masculina, além de ter sido confirmada nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Mas suas escalas no Brasil, contraditoriamente, “minguaram”.

No Paulistão, Claus trabalhou nas finais da A1, e Edina na A2. No Brasileirão, escalas normais para Claus antes da ida à Copa América. Para Edina, nenhum clássico nacional, mas jogos “menos apelativos”. Sua última partida foi Cuiabá 2×2 Ceará, onde ela expulsou Pepê (jogador do time mandante) pelo 2o cartão amarelo ainda no 1o tempo CORRETAMENTE. 

A questão é:

  • Se Edina continua com o rendimento físico dentro do exigido, está bem tecnicamente (comprove assistindo os jogos dela) e disciplinarmente está cumprindo a regra sem fazer média, por que está em jogos “tão escondidos”?

Uma impressão particular que tenho: Raphael Claus irá para a Copa do Mundo, representando o Brasil. E Edina Alves irá também, como árbitra convidada pela FIFA – e o que aparecerá de dirigente de arbitragem dizendo que o mérito dela é fruto da “confiança da Comissão de Arbitragem” não tenha dúvida disso.