– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista X Grêmio Prudente.

Para o jogo decisivo do “Galo da Japi” contra o “Gavião Carcará do Oeste Paulista”, a FPF escalou arbitragem de série A1:

Árbitro: Salim Fende Chavez
Árbitro Assistente 1: Alex Alexandrino
Árbitro Assistente 2: Leandro Matos Feitosa
Quarto Árbitro: Rodrigo Pires de Oliveira
Analista de Campo: Marcelo Rogério.

Salim tem 37 anos de idade, há 16 temporadas na FPF (sendo 6 na A1) e é conhecido no Jayme Cintra. A primeira vez que aqui esteve (2016), realizou uma péssima, horrorosa e medonha arbitragem contra o Mirassol! Relembre-a aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/02/28/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×1-mirassol/.
Depois dessa atuação, me recordo que apitou Paulista x Chapecoense pela Copa SP de Juniores (2017), com um desempenho um pouco menos ruim. Compartilho aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/01/17/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×0-chapecoense/. Em 2018, melhorou bastante e fez uma boa arbitragem em Paulista x Primavera. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/08/26/analise-da-arbitragem-para-paulista-3×0-primavera/.

Hoje, Salim está no quadro da CBF e apitando importantes jogos. Evoluiu nitidamente, mas ainda comete alguns erros técnicos. Porém, é inegável que dos nomes escalados na Rodada, a FPF o escalou preocupada em manter a disciplina em campo, já que ultimamente, nos jogos em que eu assisti dele, tornou-se rigoroso. Espero que mantenha o mesmo nível da A1 na 2a divisão Sub 23.

O outro árbitro renomado na escala é Péricles Bassols, que se “desaposentou”, largou há 1 ano a TNT Sports e voltou a apitar. Estará em AA Flamengo x União Mogi.

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– A invasão de Deyverson era motivo para anular o gol palmeirense em Atlético Mineiro 1×1 Palmeiras?

Viralizou durante a madrugada, após o jogo entre Galo x Verdão: o Palmeiras fez o gol de empate (e que valeu a classificação à finalíssima da Libertadores) de maneira irregular?

Deyverson, na condição de reserva, está observando a jogada na qual sairia o tento. Descuidadamente, entra no campo de jogo com a bola ainda rolando, sem influenciar no lance (vide na imagem abaixo). Houve irregularidade ou não?

Uma situação tão incomum como essa ocorrida, sempre trará discussão. Me recordo de uma pendenga semelhante envolvendo São Paulo x Flamengo com Rodrigo Caio (relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2012/07/31/e-quando-um-time-joga-com-12-atletas/ – repare que naquela época o reinício do jogo para “jogador extra” era por tiro livre indireto, e hoje é por tiro livre direto).

Entenda: a Regra do Jogo é acompanhada pelo Espírito da Regra. Ou seja: Texto da Lei + Entendimento do Jogo Prático. Quando surgiu a redação de “jogador extra”, se referia a: “o que fazer quando um time joga com 12 atletas”.

Ao longo do tempo, ela foi sendo acrescentada de detalhes, com situações que iriam desde a jogadores que voltam ao campo de jogo após substituição (querendo ludibriar a arbitragem ou não) ou até por invasão deliberada.

Na frieza do texto atual, ao pé da letra e sem interpretação, Deyverson é um infrator e o gol deveria ser anulado, reiniciando com tiro livre direto onde ele se encontrava. Ao olhar pelo prisma do Espírito da Regra, se vê que a invasão dele não foi um ato deliberado e sim por descuido, não interferindo em nada com o jogo.

Compare com a famosa “segunda bola em campo”: se uma outra bola for arremessada para o campo de jogo, e ela não atrapalhar a jogada, o lance não deverá ser anulado. Ou ainda: sair e voltar de campo pela lateral ou linha de fundo por força de um drible: idem!

Por fim, repito: pela Regra fria, com o “caderninho embaixo do braço”, gol irregular. Mas pelo Espírito da Regra, eu não anularia.

Lógico, o futebol permite essa interpretação e várias discussões (respeito todas as outras opiniões, desde que tenham embasamento e sejam argumentadas com racionalidade).

Imagem: Reprodução SBT.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio Prudente x Paulista, rodada 11 (ida das Oitavas de Final).

Pietro Dimitrof Stefanelli, 31 anos de idade, 9 temporadas na FPF, administrador de empresas, apitará a estreia do Galo em Presidente Prudente.

O árbitro já apitou alguns jogos do Paulista. No ano passado, pela Copa SP, a derrota por 5×1 contra o Athletico Paranaense (onde ele foi muito bem, apesar do placar). Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-2ra.

Nos jogos profissionais, ele apitou em 2019 a estreia do Galo contra o São José (0x0) e a vitória contra o Manthiqueira (4×0), ambas no Vale do Paraíba – e também atuou bem.

No ano de 2017, Pietro apitava Sub 11. Em 2018, conseguiu trabalhar em duas partidas profissionais. Em 2019, 2020 e 2021, se firmou bem na A3. É uma aposta da FPF para 2022 na A2. Aguardemos!

– O recomeço de Edina.

Eu torço para quem trabalha sério, luta por meritocracia e supera as dificuldades. Fico muito feliz com esse “recomeço” pessoal e profissional da árbitra Edina Alves.

Penso: tantos homens cometem erros maiores e em maior quantidade do que ela, e seguem nas escalas. Ela, por sua vez, padeceu por um equívoco!

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/09/27/edina-alves-relembra-fossa-apos-erro-em-jogo-do-spfc-precisei-de-terapia.htm

EDINA ALVES RELEMBRA FOSSA APÓS ERRO EM JOGO DO SPFC: “PRECISEI DE TERAPIA”

Na semana passada, a árbitra Edina Alves recebeu a notícia que marca um recomeço em sua trajetória: sua mãezinha, de 64 anos, está curada do câncer. Um linfoma, descoberto um pouco antes do fatídico jogo entre São Paulo e Novorizontino pelo Campeonato Paulista deste ano, tirou a paranaense do prumo.

O pai de Edina morreu pela mesma doença anos atrás, e as previsões ruins dos médicos em relação ao estado de saúde da mãe causaram meses de tensão. Hoje, depois de muita terapia, ela compreende que, naquele momento, deveria ter dado um tempo na arbitragem. Mas foi com a notícia da cura que a árbitra consagra sua nova fase: apitou, no domingo (26), uma final histórica do Brasileirão feminino, com 100% do elenco de arbitragem formado por mulheres —desde assistentes até o VAR. Em campo, o Corinthians atropelou o Palmeiras e foi campeão.

Edina Alves apita pela CBF desde 2007. Foram 12 anos até que chegasse à arbitragem de uma partida da série A —20 de futebol profissional. Período de testes. A cada jogo ruim, ela voltava várias casas. Regras, todos passam por isso. Entretanto, a reportagem apurou que o tempo de testagem do jovem árbitro catarinense Ramon Abatti, de 32 anos, foi menor: três anos. Ele entrou no quadro de árbitros da CBF em 2017, e apitou sua primeira partida pela Série A do Brasileiro em 2020.

É bastante sinuosa a escada que mulheres precisam subir para alcançar posições de destaque no futebol. E é por isso que a final do Brasileiro feminino foi tão importante. Bateu recorde de pedidos de credenciamento para a imprensa: 224. Quase duas vezes mais que a quantidade de solicitações para o dérbi masculino, que aconteceu no mesmo fim de semana.

“Nós, mulheres, temos que provar o tempo todo que somos capacitadas. Mesmo quando a gente consegue mostrar, não adianta mostrar uma, duas vezes. A gente tem que mostrar sempre. E, quando a gente erra, a tolerância é bem menor”, diz Edina em entrevista exclusiva ao UOL. O homem vem com selo de qualidade aprovado pela sociedade, principalmente no futebol. Quando a menina nasce, ganha uma boneca. O menino, uma bola.”

Ainda assim, ela diz querer ser reconhecida pelo trabalho, e não pelo gênero. “A gente tem vivido uma nova fase, que é resultado de uma construção de anos. Um passo de cada vez, um na frente do outro. Com competência e muita capacidade, as mulheres têm requisitado o próprio espaço. Não me refiro só à arbitragem feminina, mas também ao futebol feminino, que tem crescido cada vez mais”.

“Brigamos, trabalhamos e construímos para conquistar esse espaço. Amamos futebol como os homens”. A árbitra-assistente da partida foi a querida dupla de Edina, Neuza Back, com quem a paranaense coleciona histórias e jogos importantes. Ela diz: “Essa parceria foi fundamental para o meu crescimento”.

O número de mulheres na arbitragem tende a aumentar. Isso porque, Edina explica, há muitas garotas ingressando na área. “Eu tenho 22 anos de profissão, mas tem muita menina começando, e, na arbitragem, não se deve pular fases. É importante construir a própria história com paciência, para chegar com capacidade e qualidade que ninguém vai poder questionar. Logo, haverá muitas mulheres apitando”.

Depressão por erro

A cada erro, os árbitros são penalizados —as punições envolvem um período sem apitar partidas. E, para quem não sabe, árbitro ganha por jogo —eles não têm salário fixo, como é o caso dos jogadores. “Ressaltar isso é importante, porque os torcedores acham que a gente erra de propósito, para favorecer um time. Isso não existe. Errar deixa a gente sem trabalho, sem receber. A gente paga pelo erro —que é extremamente doloroso, não só pela punição, mas pela nossa própria cobrança”.

Em março deste ano, pelo Campeonato Paulista, Edina cometeu um equívoco na arbitragem de uma partida entre São Paulo e Novorizontino. Foram seis meses até que ela conseguisse falar sobre isso. Ao se posicionar de forma equivocada, a árbitra não teve visão na hora de um lance dentro da área. Seria pênalti para o São Paulo, mas Edina não marcou.

“Eu não vi. Falei para o VAR que estava em dúvida porque não tinha conseguido enxergar. Ele me disse que não havia sido pênalti, e eu segui”, relembra. Ao chegar no vestiário ao fim da partida, ela reviu o lance por meio de um vídeo no celular. “Ali, desabei. Falei para meus colegas: ‘Eu errei, foi pênalti’. Eles tentaram me consolar dizendo que o VAR havia me dito que não. Mas eu estava vendo no vídeo, foi pênalti, sim. E eu não dei.”

“Esse lance me machucou. Fiquei deprimida, em uma fossa absurda por meses. Precisei de terapia para me recompor daquele dia, e essa é a primeira vez que falo sobre isso abertamente. Foi um erro inadmissível, eu me posicionei mal e não consegui ver. Não gosto de errar, ainda mais desse jeito”, lamenta. “Assim que encontrei os jogadores do São Paulo, depois do jogo, pedi desculpa. Mas foi bastante difícil lidar com isso”.

Foi naquele mesmo período que Edina descobriu o linfoma da mãe, que ainda mora no Paraná. “Hoje, eu percebo que deveria ter parado de apitar naquele período. Eu não conseguia pensar em outra coisa senão isso, era muita preocupação. Mesmo tensa, apreensiva, eu tinha obrigação de tranquilizar minha mãe, de dizer que iria passar, que ela venceria, mesmo sem qualquer certeza disso. E eu estava longe. Foi difícil. Sei que não ter parado me prejudicou na arbitragem, mas são escolhas que a gente faz”.

Edina conta que, durante o tratamento de quimioterapia, a mãe parou de assistir aos jogos apitados pela filha —antes do câncer, ela não perdia um. O procedimento a deixava bastante debilitada. “Na mesma semana que recebi a notícia da cura dela, também soube que apitaria uma final exclusivamente feminina na série A do Brasileirão. Foi um presente, que compartilhei com ela”.

“Mãe, você sabia que vou apitar um jogo todo de mulher? Vai ter mulher em campo, na arbitragem e até na cabine”, falei, e ela respondeu: “Tudo mulher? Em todos os lugares? Que legal, minha filha. Vou torcer por vocês”.

Gabi Zanotti domina a bola em final do Brasileirão entre Corinthians e Palmeiras, com árbitra Edina Alves ao fundo. Imagem: RONALDO BARRETO/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Mauaense (Rodada 10 da 2a div Sub23):

E já temos a escala para a última rodada da 1a fase da Segunda Divisão Sub23. Abaixo:

Árbitro: Diego Augusto Fagundes
Árbitro Assistente 1: João Petrucio Marimônio de Jesus dos Santos
Árbitro Assistente 2: Wellington Bragantim Caetano
Quarto Árbitro: Thiago Filipe Machado Chagas
Analista de Vídeo: Elton de Andrade Santos

Diego tem 29 anos de idade, 9 temporadas como árbitro e nesse ano teve sua primeira oportunidade na série A2. Tem sido frequente na A3.

Em jogos do Paulista, apitou em Jayme Cintra o confronto contra o União de Mogi em 2019 (vitória do Galo por 4×0), numa partida sem exigência. Em 2020, pela Copa SP de Futebol Jr, apitou em Jundiaí o 0x0 contra o Rio Claro (com muitos erros relatados aqui: https://wp.me/p55Mu0-2qN), além de Batatais 2×0 Paulista pela A3.

A impressão que eu tive do árbitro é que tecnicamente, nas últimas atuações, ficou a desejar, além de ter um vício muito ruim: ao invés de advertir com firmeza os infratores e/ou mostrar cartão, ficou no “chega”, gesticulando com os braços. Seu posicionamento dentro de campo também não foi bom.

Espero que tenha conseguido melhorar sua performance em outros jogos, corrigido os erros e que faça uma boa partida neste domingo no Jayme Cintra!

Curioso: o mesmo bandeira que sábado passado que esteve no Jayme Cintra, voltará nesse domingo: João Petrucio Marimônio de Jesus dos Santos (que não foi exigido contra o Barcelona Esportivo).

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Mauaense sai na frente, mas Paulista busca o empate em duelo pela Segundona | paulista segunda divisão | ge

Foto: Ge.com (jogo de ida em Mauá).

– E o 3o gol do Red Bull Bragantino, anulado contra o Libertad? Ah, os detalhes da Regra…

O Red Bull Bragantino jogou muito bem contra o Libertad, na noite desta quarta-feira, e venceu por 2×0. Mas uma situação polêmica chamou a atenção: o 3o gol do Massa Bruta, num lance de dupla dúvida da arbitragem, que foi anulado. Vamos a ele?

No final da partida (48 minutos do 2o tempo), a bola está com Jadsom, em situação de ataque. Ela bate no árbitro Facundo Tello e volta para o atleta bragantino (sem qualquer interferência que pudesse prejudicar o seu oponente paraguaio), que chuta para a meta. Ela é rebatida pelo goleiro Martyn Silva, e na sequência, Luan Cândido faz o gol aproveitando o rebote. Naquele momento, Gabriel Novaes estava em posição duvidosa, a o árbitro é chamado pelo VAR. A decisão veio somente aos 52 minutos, com a anulação do gol.

São dois lances:

1 – O de Gabriel Novaes, supostamente em impedimento, não pode ser considerado irregular (mesmo se estivesse mais à frente da linha do penúltimo defensor), pois ele não está ativo, mas sim passivo (ou seja: não tocou na bola, não atrapalhou o goleiro adversário e nem tirou proveito da sua posição).

2- O de Jadsom: se fosse até 01 de julho de 2019, o gol seria legal, pois a regra dizia que o árbitro era neutro. Em 01 de julho de 2020, a regra mudou: o árbitro passou a ser um corpo estranho, sendo que qualquer toque no árbitro deveria paralisar a jogada. Mas em 01 de julho de 2021, mudou de novo: foi acrescentado o detalhe de que “deverá parar o lance se a bola bater no árbitro e permanecer em ataque promissor, ou se mudar a posse de bola“. Ou seja:

A – Se a bola batesse no árbitro, permanecesse com Jadsom mas ele a tocasse para trás, o jogo deveria seguir.

B – Se a bola batesse no árbitro e sobrasse para outro atleta do Red Bull Bragantino (independente de estar no ataque ou na defesa), o jogo deveria ser paralisado.

Como vimos, a bola bateu no árbitro e permaneceu com Jadsom, mas ele a chutou para o gol. Assim, a fria regra do jogo manda anular o lance e marcar bola ao chão com posse ao time bragantino (considere: mesmo com o toque do árbitro sendo irrelevante para a jogada em si, deve-se paralisar a jogada).

Importante:

Das vezes que assisti o árbitro argentino Facundo Tello apitando, nunca consegui ver uma atuação sem lances confusos. Ele corre bastante, e se posiciona mal – um erro primário! Você deve correr próximo da jogada, mas não em cima dela, a fim de não atrapalhar seu campo de visão periférica do lance nem trombar com os jogadores. Claro, sem dar as costas ao bandeira, que é o seu assistente. Repare que é justamente o contrário que ele faz. Se melhor posicionado estivesse, a bola não teria batido nele.

Lembrando:

1- Facundo Tello foi o árbitro da desastrosa arbitragem envolvendo Cerro Porteño x Fluminense nesse ano, afastado temporariamente segundo a Conmebol (relembre aqui: https://oglobo.globo.com/esportes/tecnico-do-cerro-porteno-critica-arbitragem-apos-derrota-para-fluminense-assalto-mao-armada-1-25107957).

2- O mesmo árbitro foi o quarto-árbitro do lance que envolveu seu compatriota Nestor Pitana, na Copa América, envolvendo Brasil x Colômbia (igualmente uma bola que bateu no árbitro). Compartilho aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/06/23/brasil-2×1-colombia-o-gol-que-bateu-no-juiz-foi-legal-ou-nao/

3- É sabido: o Libertad tem um “antes” e um “depois” no futebol: o seu benemérito Nicolas Leoz, ex-presidente da Conmebol por 27 anos, envolvidos escândalos do FIFAgate até o pescoço, falecido há dois anos. Você pode ler sobre isso em: https://www.lance.com.br/todos-esportes/nicolas-leoz-club-libertad-uma-paixao.html ou sobre sua conduta em: https://trivela.com.br/america-do-sul/nicolas-leoz-o-cartola-que-sonhava-em-se-tornar-sir/

O gol anulado pode ser assistido em: https://www.espn.com.br/video/clipe/_/id/9245789.

Por fim, a ironia: o gol do Red Bull Bragantino, se formos justos, foi corretamente anulado por infração do… árbitro! Acrescento a indignação da demora nesse vídeo, em: https://youtu.be/l2L6qcSvPIA.

Sportbuzz · Red Bull Bragantino x Libertad: saiba onde assistir e as prováveis escalações

– 10 mulheres na Arbitragem de Corinthians x Palmeiras na Arena NeoQuímica.

A CBF escalou Edna Alves Batista, da FIFA, para apitar o Derby FEMININO no final de semana.

Ao todo, com 5a árbitra, VAR, AVAR e demais integrantes, teremos 10 mulheres formando a equipe de arbitragem. E a pergunta óbvia: poderiam ser escaladas no Derby MASCULINO de sábado? Afinal, competentes elas são.

A propósito: esse jogo entre mulheres será no domingo às 21h. Não poderia ser rodada dupla, já que o jogo entre os homens é no sábado, no mesmo local?

A escala abaixo: 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Guarulhos x Paulista, Rodada 9 do Paulistão 2a divisão Sub23.

Para AD Guarulhos vs Paulista FC, uma surpresa: o 4o árbitro do jogo passado (contra o Barcelona Esportivo), Gabriel Petrini Rodrigues Cruz, será o juizão em Guarulhos pela 9a rodada do Paulistão Sub 23 (quarta-feira).

Será apenas seu segundo jogo profissional na carreira. Jovem, 26 anos, terá a oportunidade de mostrar suas qualidades nesta próxima rodada, já que tem atuado nas categorias amadoras.

Marco Andrade de Motta Junior, experientíssimo em jogos da A1, e Alexandre Basílio Vasconcelos (ambos com 42 anos) serão os assistentes. Gustavo Henrique da Silva será o 4o árbitro.

Desejo um grande jogo e uma ótima arbitragem.

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– Qual o futuro dos bandeiras? Sobre São Paulo x Atlético Goianiense.

É o enésimo jogo que assisto do simpático Atlético Goianiense que vemos discussões de lances pró ou contra envolvendo impedimentos passivos. Não tenho a estatística, mas acontecem aos montes com o Dragão.

No Morumbi, domingo, nos dois primeiros gols vimos lances de gols com jogadores em impedimento passivo (contra). Na semana passada, a favor (contra o Corinthians).

Em todas as situações, os bandeiras foram figurantes. Não é que eles deram a condição de jogo, eles simplesmente se omitiram e deixaram a responsabilidade ao VAR.

Será que no futuro só teremos marcação de laterais como responsabilidade deles? Ou com linhas sensoriais nem isso?

O tal do VAR é necessário (embora, o uso excessivo e equivocado, torna-se chato).

Em tempo: o São Paulo jogou ontem com 5 estrangeiros, no final do jogo. A base não consegue formar jogadores com as características dos gringos, foram oportunidades de mercado e/ou peças insubstituíveis?

São Paulo x Atlético Goianiense: horário, local, escalações e transmissão

– Chapecoense 0x2 Palmeiras: mais um jogo “pitoresco”…

Chape x Verdão? Algo vai acontecer no jogo… que sina!

Lembram de expulsão e da “desexpulsão” de Egídio, em um jogo onde a Chapecoense ganhou do Palmeiras por 5×1? Um circo… relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2015/10/05/sobre-chapecoense-5×1-palmeiras-e-as-corretas-e-injustas-mudancas-nas-decisoes-dos-arbitros-no-campeonato-brasileiro/.

No último sábado, o árbitro Paulo Roberto Alves Jr esqueceu os… cartões! Como pode? Ele tem que entrar com cartões e apito, mais nada. E esquece o básico?

Para completar, houve até carrinho de jogador no bandeira! Gustavo Gómez (SEP) deu um carrinho que atingiu o árbitro assistente Ivan Carlos Bohn (que por ironia do destino, era o mesmo do “5×1” citado acima)!

E para a segunda ironia, o árbitro que esqueceu o cartão, Paulo Roberto, também era velho conhecido do Palmeiras: ele foi o pivô do pedido de anulação de jogo de Botafogo x Palmeiras. Lembram daquela confusão? Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/05/27/motivo-principal-para-nao-existir-a-anulacao-de-botafogo-0x1-palmeiras-por-suposto-erro-de-direito/

No próximo Chapecoense x Palmeiras, há do juizão se proteger antes de entrar em campo…

Vídeo: Gustavo Gómez dá carrinho e derruba o bandeira em Chapecoense x Palmeiras | palmeiras | ge