– O “PADA” vai lotar! Sobre Maranhão e Marinho no Flamengo 4×1 Atlético Goianiense.

Tem situações no futebol que, mesmo tentando entender o erro (ou o “porquê errou”), são inexplicáveis… por exemplo: o lance de Maranhão em Marinho!

O jogador do Dragão dá um pontapé que “vira de ponta-cabeça” o flamenguista. E o jogo seguiu sem punição adequada.

O Árbitro não viu?

O VAR e seus “trocentos aspones” não viram?

Nem um dos bandeiras em campo ajudou o árbitro?

Penso que na 2ª feira, quando Seneme perguntar por telefone o que aconteceu, do outro lado da linha haverá silêncio…

O “PADA”, programa de aperfeiçoamento de desempenho da arbitragem, criado recentemente, terá uma sala lotada!

Imagem: print de tela.

– Não há bom senso…

Funciona assim:

1 – Sala do VAR quando a CBF manda olhar tudo:

2- Sala do VAR quando a CBF manda maneirar:

É 8 ou 80…

– A “Lei da Compensação” em Ceará 1×2 Palmeiras foi o “3º e pior” dos erros!

Vi somente durante a madrugada e não tenho dúvida em escrever: ao perceber que não marcou um pênalti de Gustavo Goméz em Mendoza, o árbitro Anderson Daronco “torceu inconscientemente” para algo semelhante acontecer e marcou um pênalti inexistente de Danilo em Viña. E “torcer” significa “esperar um lance parecido, a fim de corrigir um erro”, sem ser má-fé, mas sucumbido pela pressão.

Dessa forma, foram dois erros de interpretação: não marcar o que foi e marcar o que não foi. E aí criou-se um 3º erro: o da compensação, da falta de personalidade, de fazer média…

Não interessa se foi ver no VAR ou não foi. Interessa que eram lances que dá para o árbitro avaliar tudo isso dentro de campo. Ou se desaprendeu a apitar sem o recurso do vídeo?

Mas aqui uma ressalva importante: o diretor do Palmeiras, Anderson Barros, reclamou bastante depois do jogo. Entretanto, as queixas palmeirenses não se referem à melhora da arbitragem em geral, pois as manifestações só acontecem com os erros contrários.

Repare: quando o erro é a favor, como o de Gustavo Gómez, Abel Ferreira se cala. Quando é erro contrário, como o de Danilo, ele se manifesta dizendo que é “contra tudo e contra todos”. Aí também não pode.

Ceará x Palmeiras: onde assistir, horário e escalação das equipes

Imagem extraída de: https://esportes.estadao.com.br/blogs/bate-pronto/ceara-x-palmeiras-onde-assistir-horario-e-escalacao-das-equipes-2/

– Análise da Arbitragem de Paulista 0x0 Manthiqueira.

Neste sábado, 697 pagantes assistiram um jogo feio, de inúmeros e absurdos passes errados das duas equipes, numa arbitragem aceitável de Rodrigo Pires de Oliveira (com algumas virtudes e alguns defeitos).

Como previsto, foram muitas faltas: 39 . No primeiro tempo, 21 (PFC 7×14 ADM). No 2º tempo, 18 (PFC 10 x 8 ADM). Total de Cartões Amarelos: PFC 3×2 ADM. Amarildo, que foi advertido, o mais faltoso: 5 faltas cometidas.

AS VIRTUDES DO JUIZ:

O árbitro correu muito e se posicionou corretamente. Muito bom nesse aspecto! Tecnicamente, foram pedidos dois pênaltis ao Paulista por mão na bola, e nenhum foi. Esteve atento a esses lances. Perdeu uma vantagem aos 43m do 1o tempo, mas pela preocupação em ver se ela se concretizava ou não. Acertou em um lance idêntico, aos 44m do 2o tempo.
Disciplinarmente, acertou em todos os cartões aplicados, mas deixou de dar ao zagueiro João (ADM) numa ação temerária e outro ao atacante Fabrício (ADM), no final da partida. Incluo, aqui, que esteve atento para evitar indisciplina (como reincidência ou provocação entre atletas).

OS DEFEITOS DO JUIZ:

Marca muitas faltas, pois esse é o seu estilo de jogo. Há a necessidade de fluidez, e nos lances normais de contato físico, onde há dúvida se foi ou não, ele não vacila: marca mesmo. Aí os jogadores percebem e buscam o contato físico.
E o maior problema: o excesso de conversa. Fala demais com os jogadores, dá muita satisfação do que marcou e fica batendo papo com eles. Em um desses diálogos, o atleta Lucas (ADM) ficou reclamando com o dedo apontado para ele, e ele ficou respondendo. Não pode, perde a autoridadedeveria falar menos e, nesse caso, ter aplicado o Amarelo.

Os bandeiras foram muito bem, marcando os vários impedimentos ocorridos, bem como o 4º árbitro, que foi discreto e eficaz quando exigido.

– Falta árbitro no Brasil… A prova? Vejam Flávio e Traci.

Em 20 dias, não é fácil apitar bem 6 jogos (e nem estou cobrando alto nível).

Nessas escalas, a logística foi de um duro trajeto: do RS para o RJ, de lá para AL, e aí desceu para o PR; de lá subiu para a BA e em seguida voltou para o RS. Foi a maratona do árbitro Flávio Rodrigues de Souza, que mora em Ubatuba-SP.

O motivo da publicação é: na sexta, 21h, ele terminou a arbitragem de Bahia x Náutico pela série B, e domingo às 16h começará seu trabalho em Internacional x Atlético Mineiro pela Série A.

Imagine que ele saiu da Fonte Nova por volta das 23h (preencheu súmula, tomou banho e realizou outras situações pós-jogo). Chegou no hotel ou no aeroporto no sábado de madrugada. Viajou de Salvador para Porto Alegre e já tem que estar pronto para entrar em campo.

As perguntas pertinentes são:

  • Quando fez seu treino recuperativo?
  • Quando assistiu sua partida apitada, para verificar possíveis erros e corrigi-los para o próximo jogo?
  • Quando descansou?
  • Quando treinou?
  • Quando esteve com a sua família?
  • Quando se concentrou para a próxima partida?

No mundo ideal, você apitaria um jogo por semana, a fim de ter condição técnica, física e emocional adequadas. Destaco o emocional, devido a maluquice que virou o mundo da arbitragem. E se Flávio for mal e um clube vetá-lo (já que é nítido que a atual CA-CBF recebe com muita atenção os cartolas de clubes)?

A “sorte” (entre aspas mesmo) é que a Conmebol não aproveita Flávio com frequência em suas competições internacionais, usando Daronco, Wilton e Claus. Caso contrário, sua agenda estaria ainda mais apertada.

Não dá para dizer que isso é futebol profissional. Falta gente gabaritada para apitar. O quadro de árbitros é grande, mas poucos têm nome para serem escalados e suportar (ou tentar suportar) a pressão.

Quer prova disso? Lembram do afastamento de Rafael Traci, após a lambança como VAR em Internacional 2×3 Botafogo? Pois bem: durante os 30 dias de suspensão, ele trabalhou em competições da Conmebol. Nos últimos 11 dias, já foi escalado 4 vezes pela CBF (corre as imagens do absurdo gol anulado em Sport x Guarani, na sua indevida intervenção na última 5a feira), incluindo no próximo domingo, onde trabalhará em Athletico x São Paulo.

Será que a CBF o re-suspenderá, ou por falta de nomes, dirá ao Traci “é melhor ficar quietinho na cabine, deixe o experiente Marcelo de Lima Henrique apitar sossegado”?

Pobre futebol brasileiro….

Abaixo, as sequências turbinadas de escalas de Flávio e Traci:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Manthiqueira.

Com muita demora da FPF, escala divulgada:

Árbitro: Rodrigo Pires de Oliveira
Árbitro Assistente 1: Marco Antonio de Andrade Motta Junior
Árbitro Assistente 2: Fernando Afonso Gonçalves de Melo
Quarto Árbitro: Humberto José Junior
Analista de Vídeo: Osny Antonio Silveira

O árbitro é bem experiente em A3, com alguns jogos na A2. Possui 38 anos e está há 18 anos no quadro da FPF. Rodrigo já esteve no Jayme Cintra, apitando a vitória do Galo por 2×1 contra o Tupã, em 2019. Na oportunidade, apesar de correr bem e fazer uma boa arbitragem tecnicamente, pecou disciplinarmente. Depois disso, apitou Assisense x Paulista, onde não comprometeu.

Creio que teremos uma boa arbitragem, entretanto seu estilo de apitar muitas faltas não me agrada, espero que tenha melhorado nisso. Mas é um bom nome, suficiente para o jogo.

Os bandeiras, Marco Antonio e Fernando Afonso, são veteranos e com bastante experiência nas outras divisões. Boas escalas quanto a isso.

Desejo uma tranquila arbitragem e um ótimo jogo!

Acompanhe a transmissão de Paulista vs Manthiqueira pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Os 3 importantes detalhes dos áudios do VAR entre Flamengo 0x0 Atheltico Paranaense.

Os áudios do VAR do polêmico jogo de 4a feira foram divulgados. Já falamos sobre os erros de arbitragem da partida neste link: https://wp.me/p4RTuC-Fp4. Nas falas entre VAR e árbitro, 3 observações importantes (se você não as ouviu, há o link com o relato aqui: https://ge.globo.com/rj/futebol/copa-do-brasil/noticia/2022/07/28/flamengo-x-athletico-pr-cbf-divulga-audios-do-var.ghtml).

1- A conversa no meio de uma “feira livre”: AVAR fala com o VAR com o áudio do rádio do jogo no último volume, e eles conversam em meio a gritos e a um vocabulário “pouco boleirês”. Não é palavreado de árbitro também, é o uso de expressões inventadas, às vezes incompreensíveis. Custa o árbitro focar na fala do VAR (e a relação inversa também), pedindo para os jogadores se afastarem? No mundo inteiro o árbitro conversa com o VAR sem a gritaria dos atletas em seu ouvido. Por que aqui é diferente? Como alguém, no calor do jogo, em meio a um diálogo confuso e com barulho, pode decidir tranquilamente? A decisão será falha mesmo.

2- O diálogo sobre a não-expulsão de Arrascaeta: o VAR e o AVAR estão checando, e eles narram a Regra do Cartão Vermelho nesse momento (entrou pelo alto / carrinho por trás / força média-alta / muita intensidade / pega o adversário saltando sobre ele). E na sequência vem o Amarelo com o “boa decisão, Luiz Flávio”. REVOLTANTE. Aqui é o pior dos erros: eles sabem que todo esse linguajar é a explicação de uma expulsão, e sai apenas a advertência!

3- Percebam o seguinte: nos lances de possível expulsão, o árbitro NÃO FOI ao monitor. Ele transferiu a decisão para a cabine? Estranho. A autoridade máxima é do juiz de campo, o VAR apenas sugere uma revisão, não uma decisão (ele é assistente, igual ao bandeira, mas com uma tela na frente). No chute de Gabigol e no carrinho de Arrascaeta, a cabine não pode decidir qual a decisão, o árbitro tem que ir rever o lance para confirmar a sugestão do cartão. Ao abrir mão de ir ver as imagens, parece que a equipe de arbitragem se contentava em não expulsar.

Sobre as punições: criou-se algo chamado PADA (Programa de Assistência ao Desempenho do Árbitro), onde Wagner Reway ouvirá orientações do gerente do VAR da CBF, Péricles Bassols, e Luiz Flávio ouvirá uma palestra para melhora do seu desemprenho com um dos membros da CA-CBF, por exemplo, Ricardo Marques Ribeiro. E vida que segue.

Meu amigo Zé Boca de Bagre me disse: Veja com outros olhos, ao menos o espetáculo do jogo de volta não ficará estragado. O Flamengo estava triste com o sorteio na CBF por não decidir em casa e reclamou, mas pelo menos terá suas duas principais estrelas…” 

Não concordo, Zé!

Supercopa: Flamengo e Athletico-PR disputam primeira taça do ano; veja  escalações, onde assistir, arbitragem e mais

Arte extraída de: Divulgação/ GettyImages, em: https://sportbuzz.uol.com.br/noticias/futebol/supercopa-flamengo-e-athletico-pr-disputam-primeira-taca-do-ano-veja-escalacoes-onde-assistir-arbitragem-e-mais.phtml

– Os 4 lances polêmicos de Flamengo 0x0 Athlético Paranaense.

O Zé Boca de Bagre, amigo do querido Professor Reynaldo Basile e que não tem papas na língua, me disse: “Ô Porcari, o juizão do ‘Framengo’ tentou apitar uma pelada sem expulsar ninguém e quase conseguiu, hein?”.

E com tristeza, foi mais ou menos essa a leitura do jogo: a preservação de atletas para não desfalcar por cartões as equipes na partida de volta (claro, de maneira inconsciente, sentindo a pressão). Ao menos, foi a impressão do que aconteceu. Ou foi falta de qualidade técnica da arbitragem?

Vamos aos lances:

Aos 39m: repare que após Gabigol (CRF) tocar a bola em um contra-ataque, Fernandinho (CAP) faz uma obstrução contra ele evitando que continuasse a corrida para possivelmente ele tentar receber a bola mais à frente. Como a “posse de bola” estava com o Flamengo e o ataque continuou, o árbitro Luiz Flávio de Oliveira aplicou a vantagem (se não existisse a continuidade do ataque, tem que parar o lance, dar cartão amarelo ao jogador do Athético Paranaense e marcar a falta, pois posse de bola não significa necessariamente vantagem; mas, se existir vantagem concreta, NÃO precisa aplicar o Cartão Amarelo pela obstrução quando a jogada terminar, pois esse tipo de infração não é de ação temerária, mas tática – daquelas que Felipão adora implantar no seu sistema de jogo, para “matar as jogadas”).
Porém… irritado por ser obstruído, Gabigol (sem bola) reage com um pontapé. E o que manda a Regra do Jogo?
Luiz Flávio, que tudo viu, deveria dar cartão amarelo ao Fernandinho (como corretamente deu) e dar cartão vermelho a Gabigol (por dar um pontapé sem bola no adversário). Erraram: o árbitro (por dar amarelo ao flamenguista), o jogador (por uma reação desproporcional à uma falta sofrida) e o VAR Wagner Reway (por não sugerir a revisão à expulsão).

Aos 67m: a bola está no ataque do Flamengo, e quando vai chegar a Léo Pereira (CRF), Fernandinho (CAP) puxa a camisa do seu adversário. Aqui, um detalhe importante da regra: desde 2020, a FIFA pediu atenção especial para que se avalie agarrões e puxões, pois eles devem realmente impedir que o jogador continue a jogada levando ao desequilíbrio ou evitando a projeção. Se um jogador tiver a camisa puxada, não é necessariamente infração (isso surgiu para evitar lances onde uma camisa é agarrada e o atleta abdica de jogar pedindo falta, pois a FIFA entende que ele deveria continuar ou tentar a jogada para se avaliar a infração).
No caso de ontem, para mim, há um desequilíbrio leve – mas é um lance de interpretação. Eu marcaria, mas entendo que alguns possam entender que não foi (pela dificuldade de imagens mais claras). Nessa situação, o árbitro, que é a autoridade máxima da partida, deve se socorrer a imagem do VAR para que avalie isso. Confiar na impressão de quem está na cabine é abrir mão da sua autoridade em campo e dividir responsabilidade (lembrando: se marcasse o pênalti, teria que dar o segundo cartão amarelo ao Fernandinho e expulsá-lo).

Aos 93m: Erick (CAP) está no campo de ataque e Arrascaeta (CRF) tenta roubar a bola, mas acaba aplicando um carrinho certeiro por trás. É o be-a-bá da expulsão, quando nos anos 90 a International Board mudou a regra, a fim de acabar com os carrinhos: violento ou não, imprudente ou intencional, esse lance é Vermelho. Entendi que o erro do Luiz Flávio aconteceu pois, como a continuidade da jogada resultou num ataque promissor ao clube paranaense, ele permitiu a vantagem e a situação ficou “esfriando”. Se existisse a recuperação de bola do Flamengo e a falta tivesse que ser marcada (ou seja, não tivesse vantagem), talvez naquele calor houvesse a expulsão. De novo, o VAR foi mal (aliás, como a dosagem do árbitro de vídeo em participar dos lances é confusa: ou se intromete onde não deve, ou se omite).

Aos 96m: A expulsão de David Luiz: não tem o que discutir, na súmula, há o relato de que recebeu o cartão vermelho “por fazer um movimento de tapa no ar com a palma da mão aberta, em minha direção, proferindo as seguintes palavras: ‘vai tomar no cú’!”.

Em tempo: 

1- Luiz Flávio registrou na súmula sinalizadores acesos e briga entre torcedores da equipe do Flamengo.

2- Felipão, depois de “levar a Copa do Brasil” com o Criciúma 31 anos atrás, é sério candidato ao título?

3- O Paulista de Jundiaí permanece como único campeão da Copa do Brasil que venceu a competição enfrentando somente equipes da serie A do Brasileirão, ao contrário do que um comentarista registrou na Televisão (perdoe-me não guardar o nome de quem disse).

Flamengo vai enfrentar Athletico-PR nas quartas de final da Copa do Brasil

Imagem extraída de: https://www.torcedores.com/noticias/2022/07/flamengo-enfrenta-athletico-pr-quartas-de-final-copa-do-brasil

– A reunião de Seneme com Leila Pereira.

Na 2ª feira retrasada, Wilson Luís Seneme, chefe da arbitragem na CBF, reuniu todos os árbitros, bandeiras, VARs e afins para “chamar a atenção e dar um puxão de orelha”. Disse que erros não seriam mais tolerados e lamentou muito pois “a imprensa deveria falar dos acertos na mesma proporção que os erros”.

E quais são os acertos?

Aqueles costumeiros de decisões que impactam as estatísticas. Marcou lateral correto? Decisão acertada, vai para a conta… Nesses power-points divulgados para os presidentes de clubes, procurando justificar o trabalho, vale tudo.

Nesta 3a feira (ontem), me chamou a atenção a entrevista coletiva que a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, deu após uma reunião particular com Seneme. Segundo ela, ele pediu desculpas pelos erros contra a sua equipe. Mas falou muito mais!  Vi o vídeo e o texto eu transcrevi da ESPN.com, abaixo:

“Que isso [erro grave e determinante] não volte a acontecer. Retiraram o direito do Palmeiras de participar de um campeonato extremamente importante, um prejuízo milionário, um prejuízo esportivo [em referência à Copa do Brasil] (…) Como investidora, fico muito preocupada. O que o investidor procura? Credibilidade. Sem credibilidade, você não tem investidor. Não podemos banalizar o erro. Não pode errar. O erro tem que ser exceção. Pelo que eu vejo, as pessoas tratam com muita banalidade. Não pode ser assim, o árbitro não pode errar. E se errar, tem que ser punido. Tudo bem, alguns erros merecem reciclagem, treinamento profissional. Outros erros, não, merecem ser punido (…). O Seneme fez uma apresentação muito bonita de Power Point. Mas quando eu administro o Palmeiras, quando tenho que pagar as contas, não é com Power Point, é com atitude. No Power Point, tudo é possível. Agora eu quero ver. O futuro nos dirá se tudo o que foi apresentado aqui, na prática, vai funcionar. Sem punição, as coisas não acontecem (…) Qual a punição? Tem que ser desligado, tem que ser demitido. Não queremos a profissionalização do futebol? O que acontecer em qualquer empresa? Dependendo do erro, é demitido”.

Concordo com tudo que ela disse, PORÉM, acho muito pertinente que não se reclame apenas quando é prejudicado, mas também quando for favorecido. Está se pedindo melhora VERDADEIRA na arbitragem? Pois bem, queixe-se: “A bola bateu no braço de Calleri involuntariamente, que tentou tirá-lo, e não foi movimento antinatural. Vuaden marcou um pênalti inexistente ao nosso favor, fomos beneficiados com esse erro de arbitragem. Tem que melhorar”.

Cartolas só se preocupam com a melhora da arbitragem quando são prejudicados. Quando são favorecidos, alegam que “não vi o lance, preciso estudar melhor, é interpretativo” e mudam de assunto.

Leila Pereira falou bem em reunião da CBF? - MONDO VERDE

Imagem extraída de: https://www.mondopalmeiras.net/2022/07/leila-pereira-falou-bem-em-reuniao-da-cbf/

– Está valendo a pena ter VAR no futebol brasileiro?

Está valendo a pena utilizar o árbitro de vídeo no futebol brasileiro, além de AVAR, gerente de qualidade, observador de protocolo e outros tantos integrantes?

A polêmica nos jogos aumentou com sua implantação. Temos vistos barbaridades em nosso país, como:

– VAR descalibrado em Bragança Paulista (lembram das linhas tortas de impedimento, contra o Botafogo?).
– VAR inexistente em linhas, em Palmeiras x São Paulo.
– VAR com apagão em Volta Redonda (Fluminense x Red Bull Bragantino).
– VAR intrometido, a cada rodada do Brasileirão, procurando detalhes que não lhe caberia aparecer.
– VAR protagonista, em toda escala, querendo REAPITAR jogos com narrações ilusórias de lances (lembram de Gustavo Gomez e Calleri?).

VALERÁ A PENA TER VAR, se em mesmas condições, em 2023?

Lembrando que seu uso é optativo a um campeonato inteiro (o que não pode é em apenas alguns jogos de um mesmo torneio).

VAR do VAR: os lances mais polêmicos – e as dúvidas permanecem | Placar - O futebol sem barreiras para você

Imagem extraída de: https://placar.abril.com.br/placar/var-do-var-os-lances-mais-polemicos-e-as-duvidas-permanecem/