– O que acontecerá com Mali 1×0 Tunísia e o juiz de Zâmbia?

Passou despercebido, mas na Copa Africana de Nações, na semana passada, um fato suspeitíssimo: Mali venceu a Tunísia por 1×0, e o árbitro de Zâmbia acabou o jogo com 5 minutos de antecipação. Muita reclamação e as equipes foram para o vestiário. Depois mandou chamar as Seleções de novo. E eis que ainda assim acabou antes da hora, na volta à partida.

Sabendo de manipulações de resultados em campeonatos da África e da Ásia, e até com episódios em Copa do Mundo (lembram de Itália x Coreia do Sul?), há de se ficar atento…

A última notícia desse jogo do torneio africano: o juizão foi parar no hospital por desidratação! Acompanhe abaixo:

Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/copa-africana-arbitro-apita-final-de-jogo-aos-40-do-segundo-tempo-volta-atras-e-encerra-partida-aos-44.ghtml

MALI 1×0 TUNÍSIA

Mali venceu a Tunísia por 1 a 0, nesta quarta-feira, pela primeira rodada do Grupo F da Copa Africana de Nações, em Limbe, Camarões. Até aí tudo bem. Mais um jogo encerrado com 1 a 0 no torneio. Mas os cinco minutos finais da partida foram com muita polêmica. Ou melhor. Não houve os cinco minutos finais.

O árbitro da partida, Janny Sikazwe, de Zâmbia, apitou o fim de jogo aos 40 do segundo tempo. Isso mesmo. Aos 85, como registrava o placar da transmissão oficial. Os jogadores e membros das comissões técnicas, especialmente da Tunísia, que estava perdendo, entraram em desespero.

Depois de dois minutos de discussão, Sikazwe retomou o jogo aos 42 e deu um cartão vermelho para o atacante malinês El Bilal Touré após uma intensa discussão. A expulsão ainda veio com checagem ao VAR. Aos 44 minutos e 50 segundos, o árbitro deu fim definitivo à partida e teve que ser escoltado na saída de campo.

Mas a história do jogo não acabou por aí. Segundo relato de repórteres que estavam no estádio, a partida quase foi retomada. O técnico de Mali, Mohamed Magassouba, dava entrevista coletiva quando foi convocado para retornar ao campo.

A suspeita entre os que estavam no estádio em Limbe é que Janny Sikazwe não tenha parado o cronômetro durante a pausa para hidratação e não se deu conta. No entanto, mesmo após voltar atrás após o erro, o árbitro de Zâmbia não deu os acréscimos.

O gol da vitória de Mali foi de pênalti, no início da segunda etapa, marcado por Ibrahima Kone. Aos 32, o goleiro Ibrahim Mounkoro defendeu uma penalidade e garantiu a vitória dos malineses. Ele foi eleito o melhor em campo.

Em entrevista coletiva após o jogo, o técnico da Tunísia, Mondher Kebaier, não escondeu sua revolta. Ele explicou que os jogadores já estavam no banho quando foram chamados para voltar a campo, e por isso sua seleção não retomou a partida.

– É muito difícil lidar com assuntos não esportivos. Aos 85 minutos ele (árbitro) dá o apito final. E depois novamente aos 89 minutos. Era para haver sete, oito minutos de acréscimos. Sua decisão é inexplicável – disse Kebaier.

O técnico de Mali, Mohamed Magassouba, tentou evitar polêmicas e reafirmou que sua equipe estava disposta a jogar os minutos finais.

– Eu disse aos jogadores que só podemos controlar o que está em campo. Fora do campo, isso é com os dirigentes. Quando nos disseram para voltar e jogar, os jogadores estavam mais do que dispostos. Infelizmente, nossos adversários não quiseram sair – declarou.

Árbitro Janny Sikazwe, que apitou o final de Mali x Tunísia aos 40 do segundo tempo, é escoltado em saída de campo — Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters

Árbitro Janny Sikazwe, que apitou o final de Mali x Tunísia aos 40 do segundo tempo, é escoltado em saída de campo — Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters

– A faca no jogo entre SPFC 0x1 Palmeiras pela Copinha.

Que absurdo o ocorrido em Barueri, no São Paulo 0x1 Palmeiras pela Copa São Paulo, não? Invasão de torcedores em campo e até uma faca!

Eu havia defendido que o jogo fosse sem torcida, pela histórica violência e pela pandemia.  Claro, não seria o ideal para um mundo utópico que queremos, mas é o que se deveria fazer pela necessidade.

Argumentei outros fatores aqui nesta postagem: https://professorrafaelporcari.com/2022/01/20/precisa-ter-torcida-para-o-choque-rei-da-copinha/

Se há presença de público, que as autoridades garantam a segurança de quem está assistindo e de quem está trabalhando. Já imaginaram uma facada num atleta? Ou em um árbitro por culpa de uma decisão polêmica?

Tudo isso é coisa de bandido. O infrator e seus companheiros devem ser presos; afinal, para que serve uma faca para quem vai assistir futebol, se não para algo criminoso?

Duas constatações:

1- A PM proíbe até rádio de pilha e álcool gel na entrada de torcedores, sendo excessivamente (e às vezes incoerentemente) rigorosa. Como passou esta arma branca?

2- A índole de torcedores que previamente vão ao estádio para brigar. Que tipo de elemento é esse que vive na sociedade?

Talvez a Educação e a Cidadania sejam elementos carentes demais nos dias de hoje… Tudo lamentável!

www.brasil247.com - Torcedores do São Paulo invadem campo com faca em jogo contra o Palmeiras

(Foto: Reprodução, extraída de: https://www.brasil247.com/esporte/video-torcedor-invade-campo-com-faca-durante-jogo-da-semifinal-da-copinha)

– Renovar de que jeito, dona FPF?

Pela Rodada 5 do Paulistão 2022 (que abrirá informalmente o torneio no domingo), envolvendo Novorizontino x Palmeiras, apitará Luís Flávio de Oliveira (FIFA).

Na Rodada 1, que será 4a feira, para Palmeiras x Ponte Preta, apitará Raphael Claus (também da FIFA). O próprio Luís Flávio estará na Rodada 1, 5a feira, em x Guarani x São Paulo.

Será que no 3o jogo do Palmeiras no Paulistão, teremos outro FIFA escalado? Por esse critério, não se renovará a arbitragem nunca!

É a chamada “escala de segurança”, para não correr o risco do escalador ser questionado. Aliás, a FPF opta pelo modelo de 9 pessoas envolvidas na arbitragem de um jogo, incluindo AVAR, observador de VAR, gerente de qualidade de VAR, analista de vídeo e outros cabides (incluindo a auto-escalação da chefe dos árbitros, Ana Paula de Oliveira).

Entra ano e sai ano, e as coisas não mudam para melhor…

VAR: O que significa, como funciona e regras de aplicação

Imagem extraída de https://www.esportelandia.com.br/futebol/var/

A injusta expulsão em Ferroviária 0(4)x(5)0 Santos pela Copa São Paulo.

Vi na publicação do jornalista Thiago Olim do “Esporte Paulista”: que lambança do árbitro Flávio Mineiro em Ferroviária x Santos pela Copa São Paulo!

Uma expulsão bizarra contra a Ferrinha, onde não dá para entender a interpretação do juizão. Segundo ele, Victor Hugo (AFE) deu uma cotovelada no pescoço de Weslley Patati (Santos). Assista o lance, no final deste post, e se esforce para ter essa imagem. Não foi nada!

Eu fico impressionado com tantas chances que certos árbitro tem. Flávio Ribeiro Mineiro chegou à A1 sem ter passado pela A2, e fez uma péssima arbitragem no Morumbi, quando escalado.

Relembre São Paulo 1×1 Novorizontino (2020), em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/02/04/por-que-os-erros-da-arbitragem-de-sao-paulo-1×1-novorizontino-ocorreram/

Já tínhamos observado algumas atuações ruins dele, vide abaixo em 2017 – Paulista 2×1 Portuguesa Santista, em Jundiaí: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/03/25/analise-da-arbitragem-de-paulista-2×1-portuguesa-santista/

Ou em Paulista 2×0 São José, em 2018: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/05/18/analise-da-arbitragem-de-paulista-2×0-sao-jose/

O lance citado em Araraquara, em: https://twitter.com/PontoDoThiago/status/1482192097407123457

Clique no Twitter abaixo com o vídeo:

https://platform.twitter.com/widgets.js


A pergunta é: por que alguns árbitros são descartados sem oportunidades, e outros com eternas chances?

– Afinal, o que é a Uniformização de Critérios da Arbitragem e qual a dificuldade em implantá-la?

A) Para o torcedor comum, pelo fato de existirem Regras no Futebol,
1- o simples cumprimento delas durante o jogo já melhoraria o nível da arbitragem de futebol.

B) Para o jornalista esportivo e demais entendidos,
1- o cumprimento delas deve ser indiscutível e
2- devem ter um critério uniforme de interpretação.

C) Para as comissões de arbitragem,
1- é importante deixar os árbitros atualizados com as regras de futebol,
2- determinar os critérios de interpretação e
3- garantir que eles não sofram pressão de cartolas dos times grandes.

D) Para os árbitros de futebol,
1- há a necessidade de cumprir as regras,
2- ter uma uniformização de critérios,
3- existir a garantia de que seus chefes não sucumbirão aos vetos dos dirigentes esportivos e
4- saber o que a “Comissão de Árbitros quer” quando os orienta.

Tudo isso pode ser observado num campeonato de futebol, fazendo alguns questionamentos, como: O árbitro está “afinado” com as regras? Ele apita de maneira independente, sem tendenciar a favor de time grande? Está bem orientado pela Comissão de Arbitragem, que claramente buscou orientar aos seus juízes um critério único, indiscutível, que todos tenham ciência?

Lamentavelmente, vemos árbitros tomando decisões diferentes em partidas de um mesmo torneio, em lances idênticos. Não é simplesmente “questão de interpretação”, mas a falta de uma objetiva orientação por parte dos Cartolas do Apito.

Quer um exemplo disso?

Simulação de atletas! Tem árbitro que manda o jogador levantar, outros advertem verbalmente, alguns dão Cartão Amarelo ou outros ignoram a simulação e simplesmente deixam o jogo seguir.

Me recordo nos anos 90, na última Cartilha de Uniformização de Critérios que li, produzida pelo prof Gustavo Caetano Rogério. Lá, por exemplo, era claro: se o jogador simular e reclamar, deve dar o Cartão Amarelo. Se o jogador cair por força do lance (sem ser simulação) e reclamar, adverte verbalmente. E por aí iam os detalhes para que os árbitros não tivessem a desculpa de que “tudo fosse interpretação”.

Mas reside ainda outro problema: a qualidade dos nossos dirigentes de arbitragem e instrutores. Poucos na América do Sul demonstram seriedade e competência. No Brasil, há (e defendo faz tempo) a necessidade de abandonar a paixão que se tem por Ubaldo Aquino, Jorge Larrionda e outros que praticamente vivem no país orientando os árbitros. Temos que trazer europeus de primeiro nível para melhorar a instrução ao quadro.

Tenho a memória bem fresca e com anotações em meus cadernos da época (sempre fui caxias em registros): o Prof Gustavo que citei acima, na FPF, cobrava dos árbitros para que não fossem ADMINISTRADORES de partidas, pois essa não era a função do juiz de futebol. O árbitro deveria ser cumpridor das leis do jogo, pois se resolvesse administrar a partida (que significa: picar o jogo com faltas, segurar os lances, soltar a contenda, por exemplo), ele acabaria se tornando “fazedor de media”. A pré-temporada começava 10 dias do início do Paulistão e os árbitros saíam dela direto para os jogostreinados, atualizados e bem condicionados fisicamente. Me recordo, inclusive, que nos anos 2000 ficamos 10 dias hospedados e fomos direto da concentração para Limeira a fim de trabalhar na abertura do Paulistão: Internacional x Palmeiras, com Seneme no apito, Ana Paula na bandeira 1, Aline Lamber na bandeira 2 e eu como quarto-árbitro.

Neste ano, a pré-temporada do Paulistão 2022 aconteceu em Dezembro 2021, onde os árbitros foram orientados, tiveram o recesso, passaram as festas e férias em casa e voltarão aos trabalhos na Rodada 1 do Paulistão (diferente do relato de como era nos anos 90). Tomara que, 1 mês depois, não tenham esquecido tudo o que aprenderam e treinaram…

Imagem: reprodução CBF

– Análise da Arbitragem de Paulista 0x1 Ceará.

Boa arbitragem de João Batista Nascimento Avelino. O árbitro tem muito potencial!

Aos 33m, uma queixa da torcida: ele parou o jogo para atendimento do atleta do Paulista, Klismann, quando o time estava no ataque (matando o contra-ataque). Mas isso foi necessário, apesar das reclamações, pois o jogador realmente precisava do médico.

Não tivemos um jogo faltoso ou violento foi pegado e leal. Também nesse quesito Avelino foi bem, mostrando-se sereno no jogo. A minha dúvida seria: em um jogo nervoso, ele estaria tão frio quanto esteve hoje? Não sei, pois muitas vezes você precisa estar “vibrando no calor do jogo” para tomar decisões mais corretas e transmitir segurança. No final da partida, quando “o clima esquentou”, se mostrou presente.

Em tempo: todos os cartões foram corretamente aplicados, incluindo o Vermelho Direto a André (PFC).

Um acerto técnico: aos 34 no 2º tempo, ao não marcar pênalti na “Bola na Mão” do Matheus Hilário.

Muitos impedimentos no jogo – todos corretos, marcados pelo bandeira 1 João Pedro de Moraes.

No gol do Ceará, existiram provocações de um jogador do Ceará mostrando o dedo do meio para a torcida. Cadê o Quarto árbitro? Nada viu…

Uma observação sobre o Paulista: quando o time precisava de tranquilidade e jogava pelo empate, o time estava afoito e não parecia entender que estava se classificando. É nesse momento que o treinador Baiano (experiente, com carreira internacional), deveria mandar os atletas valorizarem a posse de bola, não ter pressa e estarem calmos… Foi exatamente isso que o treinador do Ceará fez quando marcou o gol!

Uma pena. É pensar na 4a divisão – 2022.

Na foto, a torcida do Galo prestigiando o Paulista: 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Ceará, rodada 3 da Copa São Paulo de Futebol Jr.

Para o confronto decisivo entre o Galo e o Vozão, a escala será composta por:

Árbitro: João Batista do Nascimento Avelino
Árbitro Assistente 1: João Pedro de Morais
Árbitro Assistente 2: Jean Henrique Batista Reinas
Quarto Árbitro: Rogério Adalberto da Silva
Analista de Vídeo: Gustavo Cesar Pedrozo
João Batista tem 5 anos de carreira, 28 de idade, e teve uma ascensão muito rápida na FPF: com apenas 1 ano de casa, já estreou em jogos profissionais. No seu 2o ano, apitou na A3. Faz parte do grupo de árbitros jovens que está sendo impulsionado para a renovação do quadro. 
Os bandeiras João Pedro e Jean Henrique são jovens (27 anos) e ambos são formados em 2018. Também ambos só têm 1 jogo profissional na carreira. Percebamos que nos 3 jogos do Paulista, os 6 bandeiras que foram escalados possuem a mesma faixa de idade e mesmo tempo na carreira.
O quarto-árbitro Rogério Adalberto tem um fato curioso: ele trabalhou quase todos os dias durante a Copinha. Apitou na Rodada 1 e foi 4o árbitro em dois jogos da mesma rodada no dia seguinte. Depois trabalhou na Rodada 2. Nesta rodada 3, trabalhou dia 9 em dois jogos como 4o árbitro em Taubaté. Dia 10, foi escalado para apitar na mesma rodada 3 na Rua Javari. Dia 11, em Jundiaí, nos dois jogos da rodada 3. Ou seja: 5 jogos escalado na mesma rodada!
Me chamou a atenção a escala do observador: Gustavo Cesar Pedrozo, com apenas 31 anos. Talvez o mais jovem do quadro.
Desejo um ótimo jogo a todos com boa arbitragem.
Acompanhe Paulista x Ceará pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira, análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começa às 15h15h nesta terça-feira, mas desde às 14h45 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise da Arbitragem de Paulista / SP 2×0 Bragantino Clube / PA.

Márcio André Moreira foi muito bem na partida entre Paulista x Bragantino Clube. Soube conduzir o jogo (que não exigiu dele).

Houve um embate pouco faltoso, onde o árbitro corretamente apitou sem complicações. Não tivemos simulações, lances polêmicos ou indisciplinas, exceto aos 6m do segundo tempo: um esboço de reclamação de pênalti de Johnny – BRA em Matheus Lima – PFC (que não foi, pois ele literalmente pisou na bola)

De tal forma, vale dizer que tudo deu certo para a arbitragem: um jogo que permitiu apitar o básico sem aparecer. Que continue assim.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista de Jundiaí x Bragantino Clube do Pará.

Para o confronto do Galo da Japi contra o Tubarão Paraense, teremos a seguinte escala de arbitragem: 

Árbitro: Márcio André Moreira, 38 anos
Árbitro Assistente 1: Lucas Lascasas Jr, 27 anos
Árbitro Assistente 2: Diego Henrique Martins, 27 anos
Quarto-árbitro: Vágner Campos Silva, 32 anos
Analista: Cláudio Roberto da Costa, 47 anos.

O juizão que virá a Jundiaí é um caso atípico (e difícil de explicar): ele tem 16 anos de carreira na FPF, e durante todos esse período, somente por 3 anos teve algum jogo profissional para apitar (o último, em 2016). Por todo esse tempo, apitou partidas de Sub 11 a Sub 20, sendo 4o árbitro em algum jogo de 4o ou 3a divisão. Vem sem ritmo de jogo e com poucas perspectivas a curto prazo (e, com pesar, talvez a longo também pela idade).

Fica a pergunta à Comissão de Árbitros: depois de tantos anos, ele não “vingou” até agora por que ninguém o viu trabalhando?

Os bandeiras Lucas e Diego, ambos com 27 anos, são formados em 2017 e trabalharam nas categorias Sub 17, Sub 20 e na 4a divisão de Profissionais. Se forem bem, podem ter vôos mais altos.

O 4o árbitro Vágner também tem 5 anos de FPF e apitou até a categoria Sub 15. Provavelmente apitará Copinha em 2023.

Por fim, Cláudio Roberto da Costa, o analista do jogo, foi árbitro e bandeira da FPF. Fará seu trabalho por home office. Foi formado na minha turma nos anos 90. E o conhecendo, creio que assistirá pela TV e escutará o jogo pelos 810 da Difusora!

Desejo ótimo jogo às equipes e um bom trabalho para a arbitragem.

Acompanhe Paulista x Bragantino do Pará pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira, análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começa às 13h neste sábado, mas desde às 12h30 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Análise da Arbitragem de Paulista 0x1 São Bernardo, Copa São Paulo de Futebol Jr

Má arbitragem no Jayme Cintra. Enquanto os bandeiras e 4º árbitro não apareceram, o juizão se destacou negativamente.

FISICAMENTE: se posiciona mal, embora corra bastante. Aos 2m e aos 8m, a bola bateu no árbitro, atrapalhando o jogo. No primeiro lance, não deu bola ao chão. No segundo lance, deu. Se posicionou nos lances de área muito em cima da bola.

TECNICAMENTE: foi bem em dois lances importantes: aos 20m, a não marcação do pênalti no chute que Bruninho (PFC) deu, atingindo o corpo (e não o braço ) de Guilherme. E aos 44m, no lance de Enzo (PFC) na bola que bate involuntariamente na mão de Gabriel Lopes.

DISCIPLINARMENTE: péssimo. Na aplicação dos cartões, errou ao não dar amarelo no começo do jogo a Matheus Hilário (PFC) por uma pernada no adversário no começo do jogo; idem a Ítalo (SBFC), por uma entrada mais forte no oponente. Errou também a aplicar Amarelo a Matheus Fogaça (PFC). Acertou nos Cartões aplicados a Bruninho e Rafael (Paulista) e a Orlando e Jonas (São Bernardo).

Faltou muita autoridade ao árbitro Martinho Menk em jogo fácil (não foi uma partida violenta e com reclamações). Entre os 20m e 30 minutos do 2º tempo, existiram 6 quedas de jogadores do São Bernardo para atendimento médico. Os atletas perceberam que o árbitro permitia cera e abusaram, incluindo nos momentos seguintes.

Sobre o jogo: o time do ABC nitidamente é melhor qualificado, mas o Paulista fez um bom jogo. Sentiu o gol e se desmontou ao longo do 2o tempo. Bruninho (PFC) foi uma grata surpresa, mas os erros coletivos (especialmente no gol) foram preponderantes.